Mostrando postagens com marcador MAGNETIZAÇÃO DOS NEURÔNIOS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador MAGNETIZAÇÃO DOS NEURÔNIOS. Mostrar todas as postagens

28/03/2017

ACREDITAR - Psicografia Cristiciísta

Psicografado por Adilson T. de Godoy
Mentor: D' Adyan
Ordem Espiritual Crística
Filosofia Cósmica do Poder Divino Integralizado
www.cristiciismo.com.br
www.filosoficacristiciista.com.br

As religiões existem porque a fé existe. Se não houvesse fé não haveria religião. Qualquer crença não pode prescindir da fé. A fé é a mola mestra. Sem ela não existiria nenhum culto religioso em nenhuma das religiões existentes no mundo.

A fé é a base e o alicerce. Tudo está na fé. A fé em Deus foi a grande força que fez com que os Hebreus se juntassem em uma só tribo e seguissem Moisés até o Monte Sinai, onde estava o sinal de Deus para a terra prometida.

Os textos bíblicos falam todo tempo sobre a fé. A fé, à frente, a credulidade, eis o ponto essencial em toda religião. “A fé remove montanhas”. Jesus Cristo pregou a fé em Deus, colocou seus discípulos sob o manto da fé e exerceu esta fé até o ultimo dia de sua vida.

Jesus alicerçou sua fé nas promessas de Deus, seu Pai e seu Criador. Alicerçou sua fé em uma obra criada por seu pai, que é a obra manifestada aos olhos dos homens, ou seja, o céu e a terra. Jesus sempre disse: “Meu Pai que me enviou é o criador de tudo, das águas e de todas as coisas. Vamos louva-lo e engrandecê-lo, pois, ele é o causador de tudo. ”

O segredo da vida está na fé em Deus. Ela conduz a vontade, e a luz, a crença. Uma das coisas mais importantes é acreditar. Jesus pregou a crença absoluta em Deus e constituiu uma Igreja pessoal em sua memória, para que esta fé, não fosse apagada de todos os seres. Ele lutou por esta causa, se sacrificou por ela e foi muito claro. Para ele, a fé seria a base de suporte para manter sua ideia ativa, e sua atitude seria importante para manter esta fé em Deus. Ele transmitiu o seu poder através dos seus postulados quando se referiu ao seu corpo e predisse: “Destruam este corpo e eu o levantarei em 3 dias”. Porque 3 dias?
 
Cristo sabia da importância das 3 forças para que pudesse energizar esta situação de morte física. Ele falou da tríade predizendo sua ressurreição. A força em Deus, seria ativada pela sua fé, que mesmo depois da morte, acendeu a luz da vida dentro daquele corpo ferido, machucado e torturado. Foram necessários 3 dias de repouso espiritual antes que ele acordasse.

Esta foi a ação do Pai celestial dentro dele mesmo, pois ele sempre dizia: “Eu e meu Pai somos um”, como ele proclamava sua própria divindade e a divindade tem a vida eterna, esta mesma divindade o despertou.   Jesus foi ressuscitado dos mortos por ele mesmo. O Deus Pai, ressuscitou o Deus filho, e o Espírito Santo o libertou do túmulo através da ação Angélica. Existe muita controvérsia histórica de como o corpo físico de Jesus conseguiu sair do tumulo.

Teria ele saído totalmente recuperado e usado uma força física descomunal para empurrar a pedra que selava o tumulo? Ou ele foi ajudado secretamente por amigos íntimos que durante a noite, enquanto os soldados dormiam, colocaram uma alavanca, abrindo uma pequena fresta entrando e levando o corpo para fora?

Na segunda opção, seriam necessários dois homens, um de cada lado, para que o Cristo, ainda machucado, pudesse caminhar e desaparecer, já que qualquer um que houvesse se recuperado da crucificação, seria novamente executado.

Outra versão diz que os anjos incumbidos da proteção de Jesus, entraram no corpo de dois soldados adormecidos, e agiram como se eles fossem médiuns inconscientes. Eles mesmos abriram o tumulo e novamente voltaram para o lugar que estavam e continuaram dormindo.

A partir do momento que o tumulo estava aberto, o próprio Jesus sem o auxílio de ninguém, não tendo ninguém como testemunha, saiu e desapareceu de cena. Só voltando depois de recuperado para dar testemunho da sua ressurreição.

Outra versão, é de que Jesus foi levado pelos dois homens que o tiraram com vida e o conduziram a lugar ignorado, mantendo-o longe de qualquer possibilidade de ser descoberto até o fim de sua vida.

Outra versão, é que Jesus projetou através da sua imensa força interior, o seu corpo astral, estando fisicamente em profunda meditação, atravessando parede e se apresentando aos apóstolos, utilizando o fluido magnético deles mesmos para materializar o seu corpo.

A última versão é a da igreja. De que Jesus ressuscitou, saiu do tumulo, atravessou paredes com seu corpo físico, transformado em corpo glorioso e subiu aos céus, com este corpo físico e com todos os órgãos funcionando normalmente como na matéria.

A grande questão racional, é como este corpo de carne e osso poderia penetrar nos campos vibracionais superiores, considerando que o fenômeno energético espiritual, se passa em outra dimensão?

Escolha você qualquer uma dessas opções. Para nós, pouco importa se Jesus ressuscitou ou não ressuscitou dos mortos, se subiu ou não subiu aos céus com seu corpo físico glorioso. Se amanhã algum arqueólogo descobrir o tumulo de Jesus, a nossa fé não será vã, como disse Paulo: “Se Jesus não ressuscitou então é vã a nossa fé”.

Nós acreditamos nos seus ensinamentos, na sua palavra e na sua doutrina para o aperfeiçoamento moral das criaturas. Não importa se Cristo ressuscitou com seus órgãos e membros intactos e subiu ao céu dessa forma ou se ele se transformou em corpo energético da mesma maneira como acontece com qualquer ser humano que desencarna, isso não tem o menor problema para nossa crença.

O milagre da ressurreição de Cristo foi o maior milagre de todos. Ele ressuscitou a si mesmo. Ele viveu de novo. Jesus manifestou a fé nele mesmo com muita convicção dizendo:

- “Aquele que crê em mim ainda que esteja morto viverá”. Ele foi o primeiro a crer nele mesmo.
- “Levantarei este templo em três dias”. “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vai o Pai senão por mim”. “Quem vê a mim, vê o Pai que em mim vive”.

Ele falava com muita autoridade e convicção, como um Deus vivo, e realmente, tinha um poder extraordinário. Se os Judeus não o aceitaram como o Messias, não verão outro com essa força espiritual, que cumpriu as profecias dos profetas bíblicos citados no antigo testamento e que convictamente declararam o Messianismo de Jesus, pelo menos três mil anos antes dele nascer.

Não sabemos claramente que tipo de Messias os Israelitas esperam até hoje. Na época de Jesus, muitos se apresentaram e não resolveram nada, ao contrário, provocaram a ira dos Romanos, que destruíram o templo de Jerusalém e se não fosse um rabino implorar de joelhos, o torá enrolado com cuidado e lido de uma forma sagrada, no templo, em ocasiões especiais, jamais seria encontrado pela arqueologia.

O soldado Romano olhou aquele documento, pensou e não se sabe porque deixou o Rabino levá-lo.

A convicção de Jesus era muito grande. Disse aos seus discípulos: “Se tiverdes a fé de um grão de mostarda dirá a aquele monte, mude de lugar, e ele mudará”.

Sua vida foi uma lição de fé. Nada se constrói sem fé, sem crença, sem idealismo e sem perseverança, para tanto é preciso organização, aplicação, planejamento e objetividade.

Nossa ordem prega a objetividade e a nossa fé é clara no poder do pensamento, no Deus interior, e no anjo dentro de cada um de vocês. Este anjo é o executor da vontade de cada um. Você caminha com Deus a todo minuto. Seu Deus é seu anjo que conhece toda sua vida e todas as suas inspirações. Você precisa despertá-lo e a vida se abrirá para você.
Nós pretendemos, através de nossas meditações, despertar essa força Angélica interior. Jesus disse: “Vós sois Deuses”. Ele só diria isto se tivesse plena convicção que o seu anjo fosse o seu Deus.

Ele dividiu a sabedoria e a imortalidade com você. Pense nisto. O nosso caminho religioso, é manter este Cristo interior em você, ativo e agindo em seu benefício para torná-lo realizador e criador
Todos vocês podem escrever seu livro divino, improvisar suas orações e exercer seus pensamentos energéticos. Façam isso. Tentem. Sejam médiuns de si mesmos, pois a força está em vocês.
Não desanimem enquanto não conseguirem. Estabeleçam etapas. Quando cumprir uma etapa vá para outra, por exemplo, se cada um de nossos colaboradores conseguirem dez interessados do seu relacionamento pessoal, nós estaremos ensinando nossa filosofia para muita gente em pouco tempo.

Entendemos que é difícil conseguir dez pessoas com tempo e interesse. Tentem durante um ano de prazo. Vá falando da Ordem Cristiciísta, divulgando pela internet e em outros meios de comunicação. Exponha em reunião suas ideias sobre como divulgar nosso trabalho. Acredite e dê o primeiro passo. A fé, o desejo, a vontade, são forças extraordinárias, que atuam decisivamente para consolidação de todas as ideias e todas as propostas de realização. Não tenha medo. Nós estamos no caminho certo. Nosso barco angélico conhece o porto e sabe o caminho da saída e da chegada. Temos um barco e tanto. Navegaremos pelos sete mares da criação, conheceremos os sete raios regenciais, os sete anjos da presença e os selos da sabedoria.

Vamos viajar com segurança pelas praias e pelos campos, seguidos do amor e do conhecimento.
Creia em você como fonte geradora de energia. Como centro irradiador de luz e de paz. Faça os exercícios essenciais da meditação. Pratique a meditação diária. Se habitue a orar antes de sair para trabalho para evitar acidentes que as vezes ocorrem por absoluta falta de atenção e concentração naquilo que você está fazendo.

Acreditar que nada poderá abate-lo ou destruí-lo é fundamental.
 
Lembre-se do salmo 89 e 90 do antigo testamento.


SALMO 89

1. Cantarei para sempre o amor do Senhor; com minha boca anunciarei a tua fidelidade por todas as gerações.
2. Sei que firme está o teu amor para sempre, e que firmaste nos céus a tua fidelidade.
3. Tu disseste: "Fiz aliança com o meu escolhido, jurei ao meu servo Davi:
4. Estabelecerei a tua linhagem para sempre e firmarei o teu trono por todas as gerações.
5. Os céus louvam as tuas maravilhas, Senhor, e a tua fidelidade na assembleia dos santos.
6. Pois quem nos céus poderá comparar-se ao Senhor? Quem entre os seres celestiais assemelha-se ao Senhor?
7. Na assembleia dos santos Deus é temível, mais do que todos os que o rodeiam.
8. Ó Senhor, Deus dos Exércitos, quem é semelhante a ti?
9. És poderoso, Senhor, envolto em tua fidelidade. Tu dominas o revolto mar; quando se agigantam as suas ondas, tu as acalmas.
10. Esmagaste e mataste o Monstro dos Mares; com teu braço forte dispersaste os teus inimigos.
11. Os céus são teus, e tua também é a terra; fundaste o mundo e tudo o que nele existe.
12. Tu criaste o Norte e o Sul; o Tabor e o Hermom cantam de alegria pelo teu nome.
13. O teu braço é poderoso; a tua mão é forte, exaltada é tua mão direita.
14. A retidão e a justiça são os alicerces do teu trono; o amor e a fidelidade vão à tua frente.
15. Como é feliz o povo que aprendeu a aclamar-te, Senhor, e que anda na luz da tua presença!
16. Sem cessar exultam no teu nome, e alegram-se na tua retidão,
17. Pois tu és a nossa glória e a nossa força, e pelo teu favor exaltas a nossa força.
18. Sim, Senhor, tu és o nosso escudo, ó Santo de Israel, tu és o nosso rei.
19. Numa visão falaste um dia, e aos teus fiéis disseste: "Cobri de forças um guerreiro, exaltei um homem escolhido dentre o povo.
20. Encontrei o meu servo Davi; ungi-o com o meu óleo sagrado.
21. A minha mão o susterá, e o meu braço o fará forte.
22. Nenhum inimigo o sujeitará a tributos; nenhum injusto o oprimirá.
23. Esmagarei diante dele os seus adversários e destruirei os seus inimigos.
24. A minha fidelidade e o meu amor o acompanharão, e pelo meu nome aumentará o seu poder.
25. A sua mão dominará até o mar; sua mão direita, até os rios.
26. Ele me dirá: 'Tu és o meu Pai, o meu Deus, a Rocha que me salva'.
27. Também o nomearei meu primogênito, o mais exaltado dos reis da terra.
28. Manterei o meu amor por ele para sempre, e a minha aliança com ele jamais se quebrará.
29. Firmarei a sua linhagem para sempre, e o seu trono durará enquanto existirem céus.
30. Se os seus filhos abandonarem a minha lei e não seguirem as minhas ordenanças,
31. Se violarem os meus decretos e deixarem de obedecer aos meus mandamentos,
32. Com a vara castigarei o seu pecado, e a sua iniquidade com açoites;
33. Mas não afastarei dele o meu amor; jamais desistirei da minha fidelidade.
34. Não violarei a minha aliança nem modificarei as promessas dos meus lábios.
35. De uma vez para sempre jurei pela minha santidade e não mentirei a Davi,
36. que a sua linhagem permanecerá para sempre, e o seu trono durará como o sol;
37. será estabelecido para sempre como a lua, a fiel testemunha no céu."
38. Mas tu o rejeitaste, recusaste-o e te enfureceste com o teu ungido.
39. Revogaste a aliança com o teu servo e desonraste a sua coroa, lançando-a ao chão.
40. Derrubaste todos os seus muros e reduziste a ruínas as suas fortalezas.
41. Todos os que passam o saqueiam; tornou-se objeto de zombaria para os seus vizinhos.
42. Tu exaltaste a mão direita dos seus adversários e encheste de alegria todos os seus inimigos.
43. Tiraste o fio da sua espada e não o apoiaste na batalha.
44. Deste fim ao seu esplendor e atiraste ao chão o seu trono.
45. Encurtaste os dias da sua juventude; com um manto de vergonha o cobriste.
46. Até quando, Senhor? Para sempre te esconderás? Até quando a tua ira queimará como fogo?
47. Lembra-te de como é passageira a minha vida. Terás criado em vão todos os homens?
48. Que homem pode viver e não ver a morte, ou livrar-se do poder da sepultura?
49. Ó Senhor, onde está o teu antigo amor, que com fidelidade juraste a Davi?
50. Lembra-te, Senhor, das afrontas que o teu servo tem sofrido, das zombarias que no íntimo tenho que suportar de todos os povos,
51. das zombarias dos teus inimigos, Senhor, com que afrontam a cada passo o teu ungido.
52. Bendito seja o Senhor para sempre!

Amém.

SALMO 90

  1. Senhor, tu és o nosso refúgio, sempre, de geração em geração.
  2. Antes de nascerem os montes e de criares a terra e o mundo, de eternidade a eternidade tu és Deus.
  3. Fazes os homens voltarem ao pó, dizendo: "Retornem ao pó, seres humanos!"
  4. De fato, mil anos para ti são como o dia de ontem que passou, como as horas da noite.
  5. Como uma correnteza, tu arrastas os homens; são breves como o sono; são como a relva que brota ao amanhecer;
  6. germina e brota pela manhã, mas, à tarde, murcha e seca.
  7. Somos consumidos pela tua ira e aterrorizados pelo teu furor.
  8. Conheces as nossas iniquidades; não escapam os nossos pecados secretos à luz da tua presença.
  9. Todos os nossos dias passam debaixo do teu furor; vão-se como um murmúrio.
  10. Os anos de nossa vida chegam a setenta, ou a oitenta para os que têm mais vigor; entretanto, são anos difíceis e cheios de sofrimento, pois a vida passa depressa, e nós voamos!
  11. Quem conhece o poder da tua ira? Pois o teu furor é tão grande como o temor que te é devido.
  12. Ensina-nos a contar os nossos dias para que o nosso coração alcance sabedoria.
  13. Volta-te, Senhor! Até quando será assim? Tem compaixão dos teus servos!
  14. Satisfaze-nos pela manhã com o teu amor leal, e todos os nossos dias cantaremos felizes.
  15. Dá-nos alegria pelo tempo que nos afligiste, pelos anos em que tanto sofremos.
  16. Sejam manifestos os teus feitos aos teus servos, e aos filhos deles o teu esplendor!
  17. Esteja sobre nós a bondade do nosso Deus Soberano. Consolida, para nós, a obra de nossas mãos; consolida a obra de nossas mãos!



  

27/03/2017

MEDITAÇÃO DE AUTO-AJUDA - Psicografia Cristiciísta


ABERTURA DA MEDITAÇÃO DE AUTO AJUDA


1) Nessa hora pela vontade do Pai, entre em comunhão com as forças do amor e conhecimento.

Senhor Deus, abra meu caminho, como disse Jesus no seu evangelho: Batei-vos e abrir-vos-á, pedi e obtereis, buscai e achareis.


MENSAGEM.

Acredito na força espiritual e no atendimento Divino do Santos mensageiros representados pelos agentes Divinos que executam a vontade de Deus, atuando nas correntes cósmicas superiores, elevando o nível de integração das energias que são liberadas pelas criaturas solicitantes e captadas e ampliadas pela força Angélica devido ao grau de pureza que fazem parte da natureza dos seres espirituais que compõem o colégio Divino espiritual da ordem de Melquisedec na elucidação do entendimento espiritual, sobre a responsabilidade de entidades com alto grau de integração, amor, entendimento e espiritualização.

Senhor Deus todo poderoso, pai de toda vibração universal, vos que criastes o magnetismo celestial, a comunhão dos elementos a integração das forças espirituais, chamai neste momento o seu anjo divino para me ouvir sobre o que tenho a dizer.

Meu anjo protetor, pela vontade divina e pela ordem de Jesus “buscai e achareis, batei-vos e a porta abrir-vos-á” desejo que este pedido seja levado até o pai criador para que meu objetivo seja atendido através da ação das forças regeneradoras que atuam na magnetização dos campos homologados como energia criativa consolidando o pedido em grau energético de força em expansão. Deus Pai criador, receba do meu anjo o pedido e me atenda, pois preciso da sua ajuda.

Louvado seja Deus.


ORAÇÃO DE PROTEÇÃO PARA O TRABALHO MATERIAL
.

Senhor Deus, nessa hora pela vontade do Pai, elevo meu pensamento até vós pedindo proteção para o meu trabalho material diário que representa o sustento da minha vida pessoal, meu equilíbrio financeiro e minha segurança.

Afaste do meu trabalho pessoal pessoas que possam provocar a intriga, a maledicência, a inveja, o ódio e tudo que possa prejudicar o meu desenvolvimento profissional.

Atenda-me nessa afirmação:

1) Senhor Deus protegei o meu trabalho.
2) Iluminai o meu trabalho.
3) Abençoai o meu trabalho. (repetir 10 vezes os três itens)


ORAÇÃO PARA APROXIMAR PESSOAS IMPORTANTES PARA DESENVOLVEREM PROJETOS DE TRABALHOS.

Senhor Deus aproxime de mim essa hora os campos superiores de conhecimento, fazendo com que esse campo divino de força e vida traga até mim pessoas que possam me ajudar, evitando complicação no meu trabalho dentro da minha profissão___________________.

Nessa hora entrarei no processo meditativo através da meditação de integração de grau, solicitando mentalmente os projetos que representam o meu “pão nosso de cada dia”


ORAÇÃO DE PROTEÇÃO


Peço-vos também quer os dez mandamentos para libertação das forças negativas a partir desse momento façam parte de mim com objetivo de consolidar minha proteção pessoal.
Que esta leitura seja o caminho que pretendo buscar daqui para frente para me proteger e amparar.

Os dez mandamentos são os seguintes:

10 MANDAMENTOS PARA LIBERTAÇÃO DAS FORÇAS NEGATIVAS:

1) Senhor Deus afaste de mim toda vibração negativa;
2) Afaste de mim toda corrente de energia negativa que tenha por objetivo me atingir;
3) Afaste de mim as criaturas levianas, mentirosas e sem caráter;
4) Mantenha ao meu lado pessoas de bem;
5) Afaste de mim os invejosos e maledicentes;
6) Afaste de mim toda perturbação energética que possa me afetar materialmente, psicologicamente e emocionalmente;
7) Limpai-me com a água sagrada da força vibracional celestial;
8) Derramai até mim a força crística que foi gerada por Jesus Cristo nosso mestre maior;
9) Que Deus olhe por mim neste momento;
10) Que Deus me liberte de todos os males.

OBS: Orar três vezes o texto. Abrir e fechar o pedido com a oração do Pai Nosso.
Orar três Pai nosso do evangelho de Jesus.

ORAÇÃO DO PAI NOSSO DE JESUS

Pai nosso que estais no céu,
Santificado seja o vosso nome,
Venha a nós o vosso reino,
Assim na terra como no céu,
O pão nosso de cada dia nos daí hoje,
Perdoai as nossas dívidas,
Assim como nós perdoamos os nossos devedores
Não nos deixeis cair em tentação,
Livrai-nos do mal,
Assim seja.

PAI NOSSO DA ORDEM CRISTICIÍSTA


Pai de toda vibração universal, santificados sejam os campos divinos de vibração superior.
Venha a nós os vossos iluminados mensageiros de luz
Sejam cumpridas as leis evolutivas, assim nas esferas superiores, como nos campos em transição evolutiva de vibração densa.
O alimento espiritual de cada dia, dai-nos à toda eternidade.
Perdoa-nos, santificando o tempo que levamos no cumprimento dos nossos resgates espirituais, assim como nós temos a obrigação de compreender e perdoar nossos irmãos, que privados da maior compreensão, não conseguem em seu estágio atual de evolução espiritual, vibrarem numa esfera mais superior e atingir estados mais elevados de consciência, onde a sabedoria espiritual, livra o homem da condição de devedor.
Não nos deixeis meditar sobre o que for contrário à evolução do espírito, mas dai-nos a força necessária, para gerarmos a força necessária, a fim de possibilitar ao nosso espírito, uma maior visão e uma maior compreensão do plano da criação.
Em nome do Pai da criação, dos filhos criados e dos espíritos puros, para a glória da missão superior.

CREDO DA ORDEM CRISTICIÍSTA

Creio em Deus Pai, Criador das esferas superiores e dos campos em evolução através da carne,
Em seu Filho, como missionários da luz espiritual,
Os quais foram gerados pela sabedoria infinita do Pai.
Nascemos no Reino de Deus e padecemos em glória ao Pai de evolução,
Somos abençoados pelo sofrimento carnal purificador.
Morremos fisicamente e nascemos espiritualmente, para vibrarmos em comunhão com os espíritos puros, que geram energia de criação, porque foram gerados pelo pai da criação.
Em nome do Pai da Criação, dos Filhos Criados, e dos Espíritos Puros, para a Glória da Missão Superior.

Graças a Deus
Graças a Deus
Graças a Deus.

Trecho do Culto Cristiciísta com meditação para proteção da família e do trabalho:

Listen to "4-Meditacao_Cristiciista_parte4" on Spreaker.

25/03/2017

A DEPRESSÃO - Psicografia Cristiciísta



Este estado de espírito pode ser combatido, desde que acredite que tudo é um processo de aperfeiçoamento. Estamos sempre nos aperfeiçoando, através de condições de campo. O campo mental condicionado pela ação do pensamento depressivo, traz uma vibração de correspondência. Esta força de correspondência, será tanto mais, ou menos, dependendo do mergulho no estado depressivo.

A força divina tem o grande poder de alterar este quadro de depressão: O ser precisa conhecer os seus momentos, para poder combate-los. O estado depressivo é sempre acompanhado de um esgotamento natural, em função da queima de calorias pela ação das correntes vibratórias negativas, que agem sobre o fluxo corpóreo. Estas forças negativas agem, porque a atitude mental depressiva as aproxima.

O Ser em atitude depressiva, não cria condições de campo adequadas ao seu estado de Ser em evolução.
O estado de Ser em evolução, pressupõe um estado mental que permite agir sobre si mesmo. Esta ação é um estado de consciência de difícil conquista, mas existe a possibilidade de se conseguir um melhor resultado, para quem se propõem a corrigir-se e a combater as influências negativas na sua manifestação de origem. A manifestação de origem é o momento pelo qual o espírito sente a força depressiva agindo sobre ele. É preciso estar consciente para poder se equilibrar dentro de um estado de desequilíbrio emocional. O desequilíbrio emocional, gera uma força negativa que irá gerar uma força depressiva. A constante depressiva, faz com que o Ser não se posicione e não encontre o seu ritmo vibratório normal. É necessário combater este estado de coisas. A orientação que o Ser recebe a nível espiritual, deve prever em seu manual as preces necessárias para combater o estado depressivo.

A força mental é o melhor remédio contra a angústia. O nosso estado de angústia nos faz sentir-nos sem força, e cada vez mais numa posição de descrença, derrota e outras sensações de mesma ordem.  Precisamos estar sempre atentos e buscar o contrário. Se a angústia nos oprime, devemos pensar em criar, a manifestação de condições contrárias, no exato momento. O importante é ter sempre a mão ou próximo, algo que tenhamos como um reduto de fuga. Às vezes, um livro, uma boa música, um trabalho manual, ou mesmo uns postulados de fixação mental para rebater as crises, podem ser muito importantes. O mundo em crise arrasta naturalmente as pessoas para a crise. A força de condensação da crise sobre o ser humano tem duas naturezas: uma, superior crística e outra, inferior e cristalizadora. Esta força cristalizadora, não permite que a força crística ou superior se expanda, porque dificulta a sua ação, alimentada que é, pelas vibrações negativas, que emanam das mentes em desacordo vibracional.

O desacordo vibracional é o responsável pelo atual estado de angústia, em que vivem os seres encarnados no planeta. Esta vibração em cadeia da força de ação negativa, vai minando a resistência emocional dos seres, que não conseguem olhar para dentro de si mesmos e que se libertam por absoluta falta de vontade em combater este estado.

O ser humano, as vezes até gosta de um sentimento negativo, porque ele encontra razões para “afogar os seus males”, na bebedeira, tóxico ou em qualquer outro agente externo que estimule as glândulas responsáveis pelo desequilíbrio de campo. Eles estão sempre se posicionando de uma maneira contraditória, pois que não têm uma crença lógica na força superior. O homem de hoje, está sendo orientado para a tomada de posição material e não espiritual e acabam sendo os responsáveis pelo atual estágio de evolução em que se encontra o planeta.
A tomada de posição espiritual, está sendo reservada a pequenos grupos, quando deveria estar sendo “gritada” por toda a humanidade terrestre, responsável pela educação espiritual do povo. Se faz muito pouco para combater o materialismo. O materialismo precisa ser combatido de frente, de punho cerrado, com argumentos científicos. Uma religião que não tem ciência dentro de sua doutrina, não vai conseguir convencer ninguém, porque ninguém mais está propenso a acreditar em fantasias ou fatos fantasiosos. A necessidade vai levar esta humanidade a pesquisar Deus e então aí vai começar a verdadeira redenção espiritual do planeta. O planeta precisa crescer em espírito e a crença em Deus é a solução.

Precisamos crer em uma força divina esclarecedora e não primitiva. Deus não castiga ninguém. São os homens que castigam em nome dele. Assim fizeram os homens nas religiões primitivas e assim fazem na teologia atual. Os homens criaram condições de julgamento e julgam até aquilo que não está previsto, punem e estabelecem penas, sacrificando o ser humano.

O ser humano precisa aprender a pensar com lucidez.  O pensamento deve ser conduzido de uma forma clara e segura. Nada de mistérios. Precisamos instruir os homens diante dos fatos da vida. Não é possível criarmos uma doutrina filosófica ou científica espiritual, distante da realidade do dia-a-dia humano. O ser humano tem seus problemas, e eles devem ser analisados e sentidos como problemas relativos a vivência e capacidade de cada um. Exigir que a lei divina prime simplesmente pela intimidação da vida extracorpórea, não tem cabimento, não é justo criar condições de punição para quem não tem esclarecimento.

Por exemplo: Como seria possível punir um sapateiro que passou a vida consertando sapatos, sem prejudicar ninguém, porque o padre da paróquia disse a ele que deveria confessar seus pecados para ser perdoado, caso contrário, ele iria para o inferno?

Para o inferno deveria ir o padre e não o sapateiro. Foi o padre que não explicou ao sapateiro que a lei se cumpre pela observância do ritmo divino aplicado às condições de vida do indivíduo, e que cada um, resgata as suas faltas, segundo a sua própria capacidade de suporte.

A doutrina cristã, não foi levada até aos homens, como deveria ter sido. Foi distorcida, readaptada aos interesses particulares da igreja e o resultado está nesta pequena história do padre e do sapateiro. O sapateiro não sabe porque nasceu e o padre não sabe o que fala, e o que é pior, é pago pela Igreja para pregar a justiça e para falar a verdade.

Nós temos irmãos, é que iniciarmos um processo de reformulação total nas religiões que não ensinam a verdadeira doutrina cristã aos homens. É preciso ter coragem para apontar as falhas, colocar o dedo na ferida e deixar sangrar se for preciso. O nosso estágio atual de evolução pede uma tomada de posição, que deve vir a qualquer tempo, porque não é possível mais continuar iludindo nossos irmãos com conceitos teológicos enfraquecidos, que não conseguem sustentar uma doutrina, que da forma como está exposta e teorizada, nem a Jesus pertence.

A hora é de lutarmos pela verdade da lição evangélica, para despotencializarmos estas forças que estão cristalizando as consciências das pessoas, e fazendo com que os seres humanos se engalfinhem, e se acabem por falta de visão do espírito. A visão espiritual esclarece a criatura, traz o conforto, equilibra, traz o amor, a vida. A luz interior se agiganta, e a criatura consegue enxergar um mundo interior em condições melhores de mantê-la viva. Não podemos ficar totalmente presos à verdade da matéria, porque ela não é verdadeira.

Uma coisa que acaba depois de um período ilusório, é um hiato e não uma existência. O homem sabe disso, porque está cansado de saber que o corpo acaba, que as coisas materiais se destroem.
O melhor corpo do mundo acaba igual a qualquer corpo que seja inferior a ele.
O que temos que fazer, é cuidarmos do corpo como um instrumento de expressão do espírito. Como vínculo de manifestação de uma força extracorpórea. Esta é a realidade da vida, mas o homem persiste na luta pelo domínio material.

É importante ao homem se situar bem na vida, ter um bom trabalho, uma boa refeição, um bom sono, um bom espaço de lazer, mas tudo isto deve funcionar como instrumento de paz, não como instrumento de desilusão e discórdia.

A discórdia gera um clima de tensão, que por sua vez, vai gerar um clima de negatividade, que se posiciona contra uma força vibracional positiva, incumbida de estabilizar o ser humano e adequá-lo a um comportamento, que permitirá a ele, extrair de si todo o seu potencial. O humano só é pleno na ação em qualquer sentido, quando ele está apropriado do seu potencial, quando ele está com suas forças e consigo mesmo. Um humano sem preparo mental, não se manifesta condignamente em nenhum momento, quer no campo da utilização da sua potencialidade, quer no campo da sua ação mental.

O homem equilibrado é lúcido. Tem dentro de si uma força atuante, desde que mantenha o seu interior ligado às forças responsáveis pela manutenção das suas energias físicas e psíquicas. O homem pleno, é feliz, porque tem dentro de si os mecanismos interiores e exteriores, aptos a lhes responderem quando são chamados à ação, sejam estas ações instintivas ou não. O homem dificilmente conseguirá se manter em forma física e mental, se não cuidar do seu astral, que o liga a forças que agem sobre ele. Se ele se liga a forças superiores, terá resposta superior, e, se ele se liga a uma força inferior, terá uma resposta inferior. A resposta inferior ilude, porque o faz necessitar de estímulos estranhos em qualquer sentido e vai aos poucos eliminando as resistências emocionais, até que chegará numa fase em que não mais reagirá com o seu estímulo. A pessoa precisa sempre se empenhar, para viver mais e conseguir ser e fazer o melhor do que não foi possível até o momento, um Ser gerador de forças positivas, para a sua plena realização como ser superior, e sua destinação, que é o conhecimento da utilização da verdade ao próximo e a si mesmo.

Os humanos do final do paleolítico, que hora estamos examinando, era dotado de uma forte tendência para a percepção através da ideia intelectiva. A força racional preponderava sobre qualquer outra força que agia dentro dele. O cérebro físico entrava em um período de adaptação do ambiente, e esta adaptação ao ambiente, obrigava o homem primitivo a examinar as coisas que ele percebia, procurando entender o objetivo, se concentrando em suas formas e tentando ver alguma coisa além do objeto. Ele se sentava sobre as pedras e ficava um tempo enorme olhando para tudo aquilo que o envolvia, procurando entender o verdadeiro sentido da sua situação. Não entendia a sua posição de homem destinado a racionalidade e não conseguia ir além de conclusões simples sobre qualquer coisa que visse ou que estivesse na posse de suas mãos. Ele vivia dentro do seu próprio mundo exterior, limitado e sem conserto. Quando sentia fome, procurava alimento. Embora vivesse em tribos ou clãs, eram solitários, pois não encontravam uma explicação para os fatos da vida e da existência. A solidão do homem primitivo, era produto da ignorância.
A falta de conhecimento, gera um profundo estado de solidão. Um ser que não reage aos fatos e que dorme em cima dos objetos, é triste e solitário. Não tem razões interiores que justifiquem uma ação que o posicione diante da vida.

O homem primitivo, ainda tinha razões para viver em um estado de torpor e de profundo sono em vida, mas o homem de hoje, não pode ser como o homem primitivo. Não é só o trabalho material que deve motivar a pessoa para encontrar o seu ritmo vibratório. A meditação espiritual, também deve ser acrescida do ritmo diário como condição de avanço e de melhor se posicionar diante da vida. Quem não procura compreender a vida nos seus aspectos mais amplos, não conseguirá criar condições de felicidade interior ou compreender a vida como um todo.

A compreensão da vida, requer a auto - análise. É preciso que se faça um balanço das suas ações e pese a sua conduta. Nesta análise, devem ser considerados todos os fatores que compõe o seu estado interior. Não se pode simplesmente considerar numa autorreflexão, somente os pontos que considera positivos, ou os pontos negativos. Ele deve considerar tudo, e conhecer o seu estado de relação como um todo. É o comportamento sendo julgado por ele próprio, em decorrência das suas próprias ações.

Os humanos têm que aprender a se relacionar com as leis de Deus por si mesmos. O homem sempre gostou das coisas prontas e acabadas, para que ele não tivesse trabalho, além de usufruir daquilo que está ao seu alcance. Isto é perfeitamente compreensível, quando se trata de produtos utilizados para sua sustentação básica, como vestir, comer e dormir.

É necessário existir condições próprias para todos, mas o que não podemos conceber, é o homem utilizar-se de pensamentos prontos, de filosofias prontas e acabadas, sem examinar com profundidade todo o sentido superior desta filosofia que escolheu para professar.

Às vezes, os homens sofrem terríveis pressões, alucinações, crises de consciência, por atos que nem chegaram a cometer na realidade, simplesmente porque professam uma crença que o proíbe de sentir. O sentimento é muito amplo. O homem nunca vai conseguir deixar de sentir. O homem sente dor, emoção, calor, frio, sede, fome, sente sua verdade dentro dele. Esta se manifesta nele como expressão daquilo que é real. O que é real e objetivo, deve ser compreendido como um todo. Não é possível estarmos sempre em desacordo com o que é real, com o que é objetivo. O que temos em nossa frente, são ações e vida, são coisas acontecendo, gente vivendo, se abrindo e se fechando.

Tudo o que temos em nossa volta, é o resultado daquilo que estamos construindo. A realidade não pode ser uma farsa e a vida uma mentira. Está tudo dentro de um contexto de vida e desenvolvimento do indivíduo e da sociedade. As leis que disciplinam o homem integrado a uma sociedade, são leis reguladoras do comportamento mútuo, ou seja, leis de ação direta, pois se o homem viola essas leis, ele será punido pelo próprio homem. O homem legislou para sobreviver, porque sem a lei humana de disciplinação do comportamento, viveria num caos, não podendo se constituir, cumprindo a sua responsabilidade.

Atualmente, o nosso estado de evolução, é bem superior daquele em que o homem primitivo vivia, pois naquele estágio, a força era a lei e ele não tinha discernimento para entender o que era certo ou errado. Nos dias de hoje, com o conhecimento que tem e no seu estágio mais avançado de evolução; ao infringir as leis, ele conscientemente aceita e deseja a sua própria degeneração. Uma raça acaba quando começa a degenerar e a não se entender mais. Assim, ela assume perante as forças superiores, a sua própria sorte. A sorte de parte da humanidade está em avançado estado de degeneração, porque o homem tem consciência do certo e do errado e muitas vezes é levado a  respeitar pactos sociais e jurídicos contrários às suas convicções e não estabelecidos por ele próprio. No entanto, alguns não se interessam em manter um comportamento digno de seu estado atual de consciência e continuam pregando a desordem e a maledicência.

O homem está num estágio de transição evolutiva bem acentuado. Existe no planeta uma classe de seres humanos, bem mais elucidados, se posicionando ante os fatos e acontecimentos da vida. Por outro lado, ainda são minoria, se levarmos em conta a quantidade de habitantes do planeta.

A humanidade atual, não se preocupa com seu estado interior, porque não tem a consciência de que condições ela teria que suportar, caso houvesse um cataclismo como o que atingiu as nações no passado, e que viram destruídas as suas vidas e suas conquistas. A força cósmica que comanda a evolução superior e, portanto, disciplina a ação das forças em ação num campo em evolução, podem a qualquer momento, agir sobre este campo e alterar os registros.

O homem terá que recomeçar do zero e procurar de novo o seu lugar ao sol. Não temos o objetivo de amedrontar os seres com esta colocação, mas isto já aconteceu no passado. A arqueologia e as ciências humanas, conseguiram apurar estas verdades por experiências, por levantamento de regiões e cálculos matemáticos. O homem não tem como negar o seu passado de sofrimentos.

É necessário estarmos preparados para encararmos a qualquer tempo, uma virada. A hora ninguém sabe. Só o Pai superior é quem tem a chave e pode acioná-la quando as condições assim o exigirem. Nós temos que procurar organizar as nossas ações e criar grupos de estudos, de pesquisa e refletirmos sobre toda e qualquer possibilidade de continuar lutando por uma melhor condição de vida. A vida necessita de condições para que o ser possa continuar caminhando no campo do conhecimento. O homem que não acredita que precisa da vida para a sua própria evolução, não acredita em nada.
É necessário crer na vida e depois em tudo o que se relaciona com ela. A vida é importante porque é através dela que o homem se posiciona e se auto avalia. Discutir a vida, é pensar no espírito que anima a vida.

A vida tem duas naturezas: uma de ordem material e outra, espiritual. A material é mortal e a espiritual é imortal.  Temos que compreender a razão da imortalidade.

Porque fomos feitos imortais? Deus não criou o homem para ele morrer, o criou para viver, por isso, ele tem duas vidas a preservar, uma material e a outra espiritual. As vidas são nossas luzes. Na nossa condição de seres de superioridade e conhecimento, precisamos valorizar a vida porque ela é uma fonte de energia que irá sempre ser o nosso veículo de expressão espiritual. O ser se exprime através da vida do corpo vital.

O corpo vital (ou carnal) é o elemento de ligação entre a vida física e a vida espiritual. O mundo espiritual tem através do campo astral, o seu mecanismo de apoio de integração com o corpo físico. O corpo físico, através do corpo astral, se vivifica e recebe as dosagens de vibração necessárias à sua utilização superior. O homem que evoluiu com o tempo, sempre foi portador de uma grande iluminação que representa o seu corpo espiritual. A luz de Deus sempre esteve dentro do ser iluminado. O despertar desta luz trouxe ao homem as condições necessárias de visão interior e consequente capacidade de criar condições de aperfeiçoamento próprio.

No início da sua evolução, o homem não tinha nenhum domínio sobre estas forças. A força era quase imperceptível, e ele não tinha a noção do sentimento. As suas reações não eram de alegria ou de tristeza, eram de espanto e mais próximas do medo, do que da coragem. Corriam das manifestações naturais como quem foge do desconhecido. A sua instrução, não lhe dava condições de ver com claridade o seu verdadeiro caminho e com isto sua capacidade de expansão ficava tolhida. Não conseguia expandir sua ideia por absoluta falta de condições mentais. Era um estado de profunda dureza interior. A sua educação, era uma constante preocupação dos poderes superiores, responsáveis pela destinação do homem. O homem primitivo não conseguia ir além de pequenas conclusões e de pequenos raciocínios. As suas práticas eram rudimentares. Era necessário provocar dentro desse homem, alguma alteração fundamental, para que se conscientizasse mais rapidamente, afim de se defender dos cataclismos futuros dentro da área de habitação, pois o planeta não havia ainda atingido um grau de resfriamento, que desse condições à natureza, de estabilizar as forças através da conjunção dos astros, que fossem favoráveis a manutenção da estabilidade vibratória responsável, pelo equilíbrio ecológico do planeta.

Sem orientação de uma entidade superior que tivesse condições de guiá-lo, na certa, acabaria deixando de existir, como aconteceu com várias espécies na pré-história, onde os cataclismos sepultaram as primeiras formas e outros animais pré-históricos. Sem guia de luz e visão superior, ele não conseguiria chegar a locais mais seguros, dada a falta de condições dos sentidos em conduzir-se para locais que o mantivesse distante destes cataclismos. A luz divina que existe dentro de cada Ser, desde os primórdios, já se fazia sentir em cada criatura.

Os que inicialmente habitavam o planeta, tinham pouca capacidade de reflexão, pois os sentidos não tinham se desenvolvido, e com isso, a capacidade de aprender qualquer tipo de ensinamento não encontrava nenhuma possibilidade, qualquer que fosse o entendimento que um conceito pudesse expressar. Locomovendo-se quase sem orientação pessoal, não tinham condições de reflexão e nem possibilidade de se locomoverem para locais que o afastassem dos fenômenos ecológicos que lhes afligiam. O momento era de grande importância e era necessário que o homem se orientasse com segurança para fora do raio de ação das forças da natureza, que agia sob impulsos, a fim de que não sepultassem a espécie animal. O clima de tensão, era uma constante, e toda a raça que vinha se desenvolvendo no planeta, poderia a qualquer momento sucumbir. O plano divino agiu em socorro a estes seres, através das correntes de ar, que fizeram com que eles se afastassem de locais que não ofereciam condições para sobrevivência, onde poderiam sucumbir.

Essas correntes de ar eram frequentes, e faziam com que estes seres se orientassem pelo vento. Eles sentiam o zumbido do vento, e não se aproximavam, porque sabiam que este era o indicador do mau tempo, e assim, corriam para áreas onde os ventos não eram percebidos pelos ouvidos. Através deste sistema de proteção, eles foram se desenvolvendo e a experiência foi passando de geração em geração. Com o desenvolvimento da visão, o auxílio veio pelo reconhecimento visual do terreno. O auxílio auditivo foi deixando de ser importante detector das catástrofes, passando à visão, com o desenvolvimento natural a desempenhar o papel de localização das tempestades. Olhando os horizontes, evitavam áreas de atritos ecológicos e locais onde pudessem pressentir os climas de tensão. Essas tribos de seres que aprenderam a se defender usando os próprios sentidos, guiados pela força da natureza, foram se espalhando pelo planeta, ocupando áreas e atravessando os mares, estabelecendo-se em locais diferentes e sob condições de grande adversidade. A inteligência se aprimorou, e com isto, o centro de irradiação espiritual que habita todo Ser, conseguiu agir de dentro para fora, fornecendo os elementos necessários a percepção consciente, já que o espírito só se manifesta com todo o poder, quando não existe condições de corpo físico.

O corpo físico sendo um aparelho de condições satisfatórias, permite que o espírito se manifeste com maior plenitude. Esta manifestação do espírito pode se tornar puramente consciente, desde que, o Ser se proponha a trabalhar o seu físico de uma forma a permitir que todos os canais responsáveis pela manifestação, ajam sobre o aparelho corporal, fazendo com que a energia irradiada de dentro para fora, cubra o ser humano com sua força e luz.

Psicografado por Adilson T. de Godoy
Mentor: D' Adyan
Ordem Espiritual Crística
Filosofia Cósmica do Poder Divino Integralizado
www.cristiciismo.com.br
www.filosoficacristiciista.com.br

O SER SUPREMO NO INTERIOR DO HOMEM - Psicografia Cristiciísta

– (Julho 1984)


Existe dentro de cada criatura, uma força superior cuja natureza se estende a épocas remotíssimas. A criação de Deus, levou em consideração a época adequada, para que a criação iniciasse a caminhada no rumo a sua liberalização como centro irradiante de força.

Os poderes existiam no homem pré-histórico, em condições de serem manifestados. A manifestação, estava diretamente ligada à capacidade de desenvolvimento mental e do conhecimento espiritual. O homem pré-histórico necessitava de dois agentes poderosos para desenvolver a sua capacidade: raciocínio e consequentemente a sua própria capacidade de integração.

É claro que não era possível ao homem pré-histórico nenhum entendimento sobre as leis de integração. O que acontecia, é que ele se sentia levado pela curiosidade em função de qualquer objeto que fugisse ao seu conhecimento diário.  Não tinha condições de identificar a natureza do objeto, nem o analisar, por absoluta ignorância. O significado de qualquer objeto, estava diretamente ligado às suas características próprias. Só conhecia e percebia o que utilizava para si. A necessidade em melhorar e se adaptar ao meio em que vivia foi a determinante para a alteração no comportamento humano. Raciocinando apenas em função das necessidades imediatas e primordiais, nada além disso. Agiam por puro instinto de conservação da espécie. Procuravam casa em lugar que os livrassem da chuva, do frio, do calor e que os resguardassem do ataque de animais que eles combatiam por necessidade de sobrevivência. O homem não cultuava nada nessa época, portanto, a raça estava a abrir os olhos para o que estava ocorrendo ao redor de si.

No início dos tempos, as raças eram de condições físicas inferiores ao atual estado de condensação energética em que estamos. Os sentidos ainda estavam se manifestando. Para ouvir, inclinavam levemente a cabeça para o lado, porque necessitavam captar o som em circunstâncias especiais, quase que como descobrindo o fluxo sonoro por intuição, se comportando segundo as forças, que individualmente agiam sobre ele. A visão era míope, de péssima qualidade. Não havia exercitado a visão. Enxergava pouco além do limite de cem metros e se curvava sobre a cabeça para poder ouvir os ruídos e os sons que a própria mãe natureza emitia. Não tinham qualquer noção de valores e apegos com os semelhantes ou quem estava ao seu lado. Os parceiros, desde que não se tropeçassem, não haveriam de sofrer nenhum revés.

Esta raça de homens primitivos, pouco ou nada acrescentou ao conhecimento. As tribos se sustentavam da caça, da pesca e dos alimentos que experimentavam. Se o alimento o agradasse, ele seria utilizado, se não agradasse, seria deixado de lado. Esta raça permaneceu no planeta durante milênios e só conseguiu se manifestar quando a fala começou a se desenvolver.

Eles se reproduziam através do ato sexual primitivo. Se acasalavam em qualquer lugar e por instinto. Quando sentiam necessidade, acasalavam-se e as procriações obedeciam aos períodos estelares, influência predominante até os dias de hoje, onde os partos estão sob influência dos astros, que determinam a tendência de ordem do nascido.

Estes homens eram nascidos segundo o seu Logus solar recebendo a influência de atração das forças conjuntas, que fazem com que a matéria cósmica em corrente, se desloque para o assemelhado, fazendo com que ele se fixe e se comporte de acordo com a tendência dos planos que são numerados pelos pares equivalentes, ou seja, por forças que se equivalem na constituição dos homólogos, que são as correntes intercomunicantes de campo que mantém o equilíbrio dos seres.

As forças cósmicas de atração conjunta, foram estabelecendo as diferenças de composição cósmica. Esta composição cósmica foi determinando os vários graus de temperamento e tendências naturais de cada ser nascido sob a influência de determinada configuração astral. Estes seres, foram recebendo gradativamente as dosagens cósmicas proporcionais ao campo magnético de atração correspondente, identificando estas forças, através de uma configuração de ordem metafísica. A metafísica em formação, determinou a construção de um campo de formação heterogênea, na composição cósmica dos seres, que está interligada, com as forças de ação conjunta, que age na composição biológica dos seres.

A integração de cada ser, é proporcional ao seu grau de captação energética, que é proporcional a sua integração como ser espiritual. A humanidade primitiva não tinha o seu sentido em condições de captar estas forças, por estarem vivendo num estado de consciência naturalmente inferior, devido a falta de condições do aparelho humano em desenvolvimento. Recebia do cosmos a sua orientação, de acordo com a conjunção astral das forças que regiam os seus sentidos.

As forças de atração conjunta, ou forças homólogas que compõe a graduação dos seres, é que determinavam a intuição e o caminho que os guiavam, permitindo que sobrevivessem aos cataclismos de um planeta em formação, onde as rochas, em determinadas partes, ainda não estavam em condições de se cristalizarem, permanecendo limbosas e se desprendendo feito algas. Estes seres eram conduzidos pela atração da conjunção de forças, que agiam sobre eles, de acordo com os períodos de nascença, formando verdadeiras famílias de seres que se sentiam naturalmente simpáticos e atraídos uns aos outros pela conjunção planetária que melhor os favorecesse.

Eles foram se interligando e acasalando, sem obedecer esta lei natural da atração dos homólogos, pois não sabiam que deveriam obedecer quaisquer princípios de acasalamento. Formaram povos e se fortaleceram através da troca de informações naturais, segundo as tendências cíclicas e as variações do sistema solar.

A cada alteração do sistema solar e a cada cataclismo ocorrido, se uniam para reconstituírem as suas conquistas em busca de melhores condições de sobrevivência. Esta raça viveu até meados da era paleolítica, em precárias condições de auto sustentação. A alimentação era basicamente carnívora. Matavam sem piedade para o seu sustento, até os da própria espécie. Estes seres se constituíram basicamente na raça humana, que inicialmente, não obedecia a regras de comportamento, sem noção de higiene ou percepção extra-sensorial. Eram os “Nascidos da terra. ” A noção espiritual não existia como condição de Ser em evolução consciente. Apenas se reproduziam e se consumiam até a morte.

A energia (ou forma energética espiritual) que se transferia de um corpo morto, para um novo corpo, através do processo hoje denominado reencarnatório, não havia adquirido lucidez dos valores. Não distinguia o real do irreal, o valor relativo do valor real. Era simbiose. Reencarnavam quase que imediatamente após a morte física, para manterem o processo evolutivo da espécie no planeta.

Esta simbiose, se estruturou da melhor maneira possível, na convivência, na proporcionalidade de campo.
A utilização das forças naturais de entendimento, deveria ser depositada no homem. Era necessário que ele deixasse este estado de manifestação inconsciente e que a humanidade se organizasse, pois, os humanos tinham um caminho cósmico a percorrer, como todo ser divino, que como tal, necessita estar equilibrado, para poder se manifestar em toda a sua plenitude cósmica.

No passado, quando os humanos aprenderam a pensar e conseguiram vislumbrar no céu a primeira estrela, pensaram que aquilo poderia se desprender e cair sobre a sua cabeça. O pensamento embrionário é o de autodefesa, uma necessidade primária por uma questão de sobrevivência. Viviam sobressaltados, devido as constantes tempestades motivadas pela densa atmosfera existente na época.

A natureza humana também optou, como uma determinante natural, pelo caminho evolucionista.  A força deveria evoluir, e para tal, seria necessário raciocinar para criar. O raciocínio levou o cérebro a se desenvolver através da observação comparativa e da necessidade em se posicionar diante dos fatos vividos. Voltando ao início dos tempos, a caverna primitiva dos ancestrais, já não satisfazia mais as suas necessidades, eles precisavam de um espaço maior, pois as grutas não lhe davam condições de sentir as forças da natureza ou perceberem além da visão elementar.

A necessidade de aperfeiçoamento ocular, bem como de emissão sonora e auditiva, com o tempo, aumentou a passagem de ar pelo aparelho fonador, e com isso, foram se formando fibras, que se fortaleceram e participaram da emissão do som, que em princípio, era de qualidade inferior, como um grunhido rouco e perpendicular. A sua situação, não lhe permitia ir além daquilo que ele mesmo conseguia produzir para si.

A evolução ficou melhor definida, quando a existência humana entrou no período paleolítico e as organizações já mostravam algum aperfeiçoamento. As verdadeiras tendências naturais estavam se aflorando e a raça humana começou a se comportar segundo as forças que agiam sobre ela. Estas forças se consolidavam a partir do momento em que os veículos de expressão iam se aperfeiçoando.  Em cada novo corpo que renascia, a luz divina agia sobre ele, aprimorando suas condições de percepção, fazendo com que as forças espirituais que estavam dentro dele, em estado latente, começassem a se manifestar.

A manifestação da força divina exigia uma melhor condição de campo, essencial para que a esta força, se manifestasse. Ela habita interiormente em todos os seres, que possuem dentro de si, condições naturais de campo, para que suas forças espirituais possam atuar, despertadas através da consciência.

O despertar da consciência possibilita a expansão da força interior em sua manifestação de campo. A manifestação de campo permite uma melhor expressão do Ser, a fim de que o mesmo se situe melhor dentro do plano de evolução, adquirindo assim uma maior lucidez, ampliando a sua condição pessoal. Quando o Ser é encaminhado com lucidez, sintoniza as suas forças interiores de conhecimento e estes campos superiores de conhecimento, clareiam as suas visões interiormente.

O conjunto de manifestação consciente, é o estado de lucidez em que se encontra o Ser, diante de um determinado fato submetido a sua avaliação. Esta avaliação pode ser teórica ou prática. O Ser pratica o ato, violando a avaliação, segundo as suas próprias regras interiores, e neste caso, consideramos como violação da avaliação de ordem prática, ou seja, o Ser analisa os quadros, avalia e não viola, agindo por hesitação teórica e não por atitudes práticas.  Neste caso, cabe ao Ser, definir o seu grau interior de compromisso. O homem é possuidor de toda consciência e todo universo como Ser potencial. Ele apenas necessita vivencia-lo, e esta vivência, requer a discussão. A polemização é um ato de amor próprio. Cria um comportamento, estabelece uma regra, e quando esta regra é estabelecida dentro de bases sólidas, ela intensifica o nível de comunicação entre os seres, e faz com que a força vibracional passe a agir de acordo com o pensamento de massa.


MANIFESTAÇÃO DAS RELIGIÕES


As religiões professadas, tiveram sua origem em vários fatores: étnicos de raças, históricos, endógenos ou exógenos. Com o passar dos anos, as religiões foram se integrando ao processo de desenvolvimento do ser humano, passando a atuar sobre o mesmo processo.

O homem pré-histórico, não tinha religião, pois não sentia dentro de si a expansão da força divina. Ele não raciocinava sobre os problemas que determinado ato poderia gerar, em função da análise interior do fato pela consciência. Ele agia por necessidade de sobrevivência e de preenchimento dos sentidos. A partir do momento em que ele foi sentindo dentro de seu ser o desprendimento da força divina, começou a sentir os efeitos decorrentes desta manifestação superior, que se mostrava de acordo com as possibilidades do veículo, que neste caso, era o próprio corpo, através de seus órgãos e de suas faculdades de expressão.

Conforme esta força foi aumentando, a sua capacidade de ação, através do aperfeiçoamento do veículo de expressão corporal, fez com que o homem fosse adquirindo uma maior consciência e lucidez sobre os fatores externos e internos que determinavam sua atuação num campo de evolução, sem quase nenhuma condição no princípio da sua evolução, além de uma vaga ideia sobre o estado exterior do seu campo de origem. O seu estado de origem era completamente desconhecido por ele próprio. Era necessário que o homem adquirisse a sua independência de manifestação exterior, pois não havia condições de modular, segundo a sua capacidade de discernimento.


Esta sucinta exposição, teve como objetivo, demonstrar o esforço que a natureza divina, exerceu para possibilitar ao ser humano, descobrir o seu próprio caminho e seguir em frente no seu processo de autoconhecimento. Essa força interior, foi determinante para o aumento gradativo do potencial energético do espírito, na busca do seu crescimento, através da alma, sempre presente no processo evolutivo, passando por constantes transformações, afim de buscar sua espiritualização, experiência e conhecimento, com o objetivo de potencializar o espírito. Desde a Pré história, os humanos sempre buscaram encontrar o seu caminho.

Psicografado por Adilson T. de Godoy
Mentor: D' Adyan
Ordem Espiritual Crística
Filosofia Cósmica do Poder Divino Integralizado
www.cristiciismo.com.br
www.filosoficacristiciista.com.br

FORMATAÇÃO DA CONSCIÊNCIA CÓSMICA - Psicografia Cristiciísta



 A plenitude cósmica do homem é que o está levando a encontrar a sua força de conjunção. O homem tem a capacidade de conjugar o verbo universal da força criadora. Este verbo, está latente dentro dele e necessita ser mais sentido e melhor aproveitado.

A necessidade obriga o desenvolvimento, porque faz com que lutemos para nos sobrepor a condições adversas, superando a própria inércia interior, retirando a força necessária para superar os obstáculos necessários à nossa própria evolução.

A evolução do homem levou em conta a sua capacidade de superação para a realização, assim como a força está para a superação. A força divina, dominando o espírito do homem, o levaria fatalmente a atingir estágios mais elevados de consciência gerando uma força superior.

O ensinamento dos seres levou em conta a sua própria capacidade, pois a sua luz não permite que ele se aproprie daquilo que não tem condições, nem capacidade de dominar.  Na constituição dos seres, existe um registro de ordem, que desliga naturalmente um conhecimento, se este, por falta de preparo, possa lhe causar um prejuízo pessoal e consequentemente espiritual. A situação de cada um é levada em consideração, quando se trata de uma forma clara e insofismável, porque este conflito, poderia gerar no Ser, um conflito de campo. Este conflito de campo, gera uma perturbação de ordem bioenergética, ou seja, sem o devido preparo, o Ser desestabiliza as suas forças, gerando um desequilíbrio no campo mental e, por conseguinte, no campo emocional da criatura. A grande desestabilização emocional que ocorre nos dias de hoje é por conta deste conflito de campo.

As informações que são de ordem ou natureza do conhecimento, devem ser ministradas de uma forma muito dosada e equilibrada. As revelações têm como principal objetivo, instruir e não confundir. As revelações são consentidas pelos poderes superiores, quando os seres se encontram num estágio de evolução suficiente aptos, a compreenderem o sentido da mensagem.

A mensagem não é uma imposição, é uma posição do plano espiritual, levando em consideração todos os fatores da raça, que não pode ser desviada da sua rota deliberadamente, por um ensinamento que não lhe acrescente nada ao conhecimento. As informações necessitam atingir a ordem superior de entendimento, que prima pela sua lógica e racionalidade. Não é possível convencer uma multidão ou uma só pessoa, com argumentos que não se sustentem ou não oferecem condições de avaliação pessoal e reflexão interior. Uma religião deve necessariamente instruir e melhorar a criatura. Sem estes objetivos, não consegue se sustentar. Os seus princípios básicos e a sua filosofia acabam por degenerar. A tese básica deverá nortear o caminho de quem pretende iniciar, do seu aprendizado ao apostolado. Para isso, o Ser deve ordenar o seu conhecimento, dentro dos princípios que correspondem ao seu ideal interior de avanço.
Todos os seres têm seus objetivos: progredir, melhorar e avançar. É evidente que os princípios que norteiam esses avanços, são proporcionais aos graus de interesse.

O avanço pressupõe o estudo, pesquisa e meditação, que levam ao aperfeiçoamento. Quando a criatura busca o entendimento no lar, às vezes, sem o saber, encontra um conflito interior, em outros casos, existe o conflito exterior aparente, mas quando está convicto não existe o conflito interior. A superação de um conflito interior, pode gerar a segurança e melhorar o relacionamento e a convivência.

Conviver às vezes, é algo difícil. O convívio requer entendimento e amor entre os seres e não é fácil, porque necessita de uma sintonização de fluídos de correspondência. O comportamento que levamos ao conhecimento dos seres, é o superior, por equiparação gradual, onde as forças se equilibram, puramente pelo ideal comum, em servir. O ato de servir, não tem nada a ver com o ato de subserviência. 

A subserviência pressupõe uma doação e submissão involuntária, realizada por pressão. Ceder por pressão, não qualifica o ser humano, como um integrado às forças superiores, porque o faz por um dever e não por uma doação.

No relacionamento humano, existe a ação por dever e a ação por emoção. Determinados atos são obrigatórios por dever, como a proteção filial, responsabilidade contratual, etc., mas com relação ao emocional, não existe nenhuma obrigação em chorar, em servir espontaneamente, em sorrir, em se calar, entre outras. O dever de viver nos impõe uma rigorosa análise interior.

Temos o dever de viver ou não? Temos o direito à vida ou o dever da vida?

Temos o direito de viver e o dever de preservar a vida. Os conceitos que emitimos, fazem parte da nossa análise e visão do ser humano como condição de comportamento. Nossa missão como mensageiros, é dar aos encarnados, condições para que façam uma autoanálise, pensem e discutam os fatos. Não podemos dogmatizar tal e qual raciocínio. Já dissemos que a dogmatização pressupõe a involução no campo da ideia, que é uma consequência do ato de pensar. Quem pensa existe, e por essa razão, deve continuar pensando para continuar existindo. Não existe nenhuma possibilidade de progresso sem a atuação do pensamento.
O pensamento dirige, cria e recria o ser humano, que só se organizou, quando começou a perceber a sua relação como um ser universal.

A necessidade de sobrevivência, cria condições próprias para que a evolução ocorra e obriga uma tomada de posição, face aos elementos da vida, promovendo ajustes e organizações. Em determinados casos, os seres não se comportam dentro dos princípios estabelecidos pelas leis normais de respeito à propriedade alheia. O medo as vezes, leva as pessoas ao desespero, e faz com que elas abandonem seus ideais e seus objetivos. Esta necessidade obriga o ato de manutenção a um comportamento de luta em sua própria defesa, e acaba trazendo o progresso, que faz com que os seres se organizem e se articulem. Para isso, são necessários os conhecimentos e o exercício mental, que desenvolve o raciocínio, a intuição e a inteligência.

O desejo em realizar um determinado objetivo, necessita de uma meta a ser percorrida, com articulação de uma ideia, um plano e uma organização, que precisam obedecer certas regras de conduta, para a sua realização. O plano superior, levou em consideração, todo o potencial de energia contida no universo, para realizar o seu próprio objetivo, que é o do aperfeiçoamento humano, dando-lhe o instrumento necessário para poder operar a instrumentalização necessária à operacionalização espiritual, de todos os seres, que habitam o campo em evolução.

O campo em evolução, é o elemento de espaço, onde se opera o movimento necessário ao entremeamento das correntes necessárias a evolução.  A evolução se faz, por meio das forças conjuntas, que se acoplam e se manifestam no campo destinado a receber o fluído de correspondência. A força interior sendo despertada e considerada como elemento básico, teria fatalmente que criar condições naturais de expansão. Essas condições, devem ser entendidas como a própria força, gerando a sua própria corrente de campo por uma opção natural, decorrente da tomada de posição por conhecimento.

A tomada de posição através do conhecimento, torna simples e natural o ato de opção. Analisando as razões e os argumentos, os seres optam por um determinado caminho. Basicamente, o processo de análise, é o indutor natural, porque ele descreve um círculo de opiniões, fechando a ideia no ápice, quando as possibilidades de optar são esgotadas.

A visão interior clareada pela ação das forças em convergência, amplia a possibilidade de compreensão e o Ser melhor situado, consegue se comportar de uma forma mais equilibrada, começa a se entender consigo mesmo, o que lhe possibilita melhor entrosamento com os campos energéticos em desenvolvimento, passando a compreender de fato de que é um Ser em constante expansão.

O campo determinado de uma força confiante, ou através de um comportamento confiante, se amolda e se acopla à fonte emissora dessa energia. O campo de força divino existe para que o Ser acredite nele e tenha fé na sua força. A força divina está impregnada de conhecimento que faz parte da evolução do Ser e está escrito no campo do conhecimento superior. Os registros estão em condições de se fazerem diretamente atuantes ao solicitante, que tendo fé no poder divino superior e criando condições de campo, pode absorver esta força e fazer dela uma companheira diária. Para isto, ele necessita estar sempre com os mecanismos de captação aptos para agirem positivamente, se movimentando objetivamente para fazer com que estas forças atuem sobre ele. A atuação dessa força, obedece a certos princípios de ordem de natureza cósmica.

Os princípios de natureza cósmica, foram ensinados através dos séculos aos homens que se interessaram pelo estudo, observação e vivência dos ensinamentos religiosos, que se propuseram a religar o homem à sua força de origem. As correntes espirituais de origem cósmica, estabeleceram princípios de captação, segundo a natureza dos seres encarnados, responsáveis intuitivamente por opção própria, permitindo aos seres enviados, agirem com missão de difundir e ensinar. O objetivo do plano superior é dar aos seres, conhecimentos que ligam aspectos mais superiores do conhecimento absoluto.

Somente os grandes mestres espirituais possuem o conhecimento geral do processo criativo, e mesmo assim, até certo ponto, porque além de um determinado ponto, estes conhecimentos são próprios da essência divina. Os conhecimentos são transmitidos aos homens por espíritos que são portadores de frequências de captação de campo. Estas captações, se processam através de processos naturais, ou seja, existem seres que já nascem com esta capacidade de se comunicarem com as forças superiores, com muito mais facilidade, porque os seus mecanismos foram aperfeiçoados no curso da sua evolução.

Estas pessoas possuem os processos naturais de origem, em franca expansão, e simplesmente uma encarnação bem estruturada e planejada, pode dar a estes seres condições de sentirem precocemente estas forças interiores agindo sobre a sua consciência. Isto pode se manifestar na idade escolar primária, por tendência de ordem natural. Esta tendência de ordem natural é resultado do processo natural de origem. O que se deve fazer com estas manifestações, é deixa-las existindo como uma força espontânea sem provoca-la. Esta força precoce vai naturalmente encaminhando a criatura e, desde que ela não seja bloqueada por algum fator externo, como medo, falta de esclarecimento ou outro agente atemorizador, o exercício interior traz o desenvolvimento de uma forma natural.

A pessoa que na idade escolar primária, começa tendo visões ou ilusões, deve ficar sob observação para não entrar num processo psicológico de autodestruição.  Quando precoce, em qualquer setor da vida, quer estudantil ou artística, insurge posteriormente em um ser problemático ou difícil ajustamento. Mesmo que uma criança em estado de desenvolvimento tenha aptidões naturais ou interesses naturais, por forças ou coisas de ordem superior à sua idade ou nível mental, esta manifestação deve ser analisada, sem traumatismos e com absoluta seriedade, frieza e lucidez. Se o jovem adolescente ou a criança pede uma explicação sobre determinado fato, deve se lhe dar a explicação que temos conhecimento e avisa-los que outras explicações existem e podem melhor ou pior considerar o assunto. Não devemos impor conceitos ou dogmatizar o espírito da criança. A criança cria o afeto especial, o bichinho de estimação, etc. Devemos olhar com muita atenção e ouvir sempre com muito cuidado e interesse uma criança.

A educação espiritual é fundamental, para que a criança estabeleça o verdadeiro juízo, e possa encaminhar-se segundo os preceitos de comportamento, que são responsáveis pela maior ou menor envergadura moral.

Não se deve pressionar ninguém para se obter adesão para tal ou qual filosofia religiosa.
A melhor maneira de estudar uma religião, é analisar os seus postulados e submete-los ao julgamento da consciência. Deus nunca impôs nada a ninguém. São os homens que colocam na boca de Deus, através de seus “enviados” as suas próprias conclusões e dogmatizam o raciocínio.

A religião deve criar condições e não impor condições. Uma religião que dita regras e não as explica, não cria uma condição natural de aliança.

A aliança divina é sagrada. A aliança deve ser sacramentada em princípios éticos de comportamento e espirituais de meditação. A meditação espiritual cria condição de campo para que o estado mental possa se ajustar e se adaptar melhor às condições de vida e desenvolvimento do indivíduo e da sociedade.

A sociedade é o resultado da união de princípios de comportamento, onde um cidadão deve no mínimo, respeitar o outro. O respeito mútuo traz dentro de si, contido na ação clara e objetiva, o princípio crístico de amar ao próximo; amar o próximo não é ficar se exibindo através de atos exageradamente espontâneos.  Você ama quando respeita.

Quando falamos em respeito ao próximo, estamos neste momento, vivendo um preceito evangélico sem ter necessariamente de professar qualquer culto. O culto divino pressupõe o respeito.
Quem respeita sua mãe, seu pai, seu amigo, sua mulher, seu irmão, esta vivenciando a lei, está cumprindo um preceito legal de vivência evangélica. Os apóstolos de Cristo, ensinaram nas epístolas, um profundo respeito ao próximo, ou seja, o de crer com respeito e amor na necessidade de ser companheiro e fiel a uma causa quando esta é justa. Quem respeita, será respeitado. A história nos mostra os vários caminhos que tomou dentro do conhecimento religioso. O que não podemos conceber é uma religião que tem o dever de ligar o indivíduo a Deus, atue sem o cuidado de examinar detidamente as suas bases teológicas e sentir com absoluta isenção de ânimo e desobestinadamente os preceitos de fundo.

O sentido do conhecimento superior pressupõe uma compreensão superior. Uma teologia primitiva que castiga e condena, não resolve o problema do ser humano.

O ser humano vive num complexo de problemas íntimos que deve ser examinado à luz da evolução, à luz da verdade evangélica e não à luz da teologia humana. Uma coisa é a teologia de Deus e outra coisa é a teologia dos homens. A religião tem uma missão sobre o Ser. A lei dos homens tem outra missão.
A lei dos homens é para que eles convivam entre si, enquanto que a lei de Deus é para que os homens convivam com Deus. A lei dos homens tem a missão de preservar a integridade da organização social, punindo com prisão ou até com a morte, a violação da lei. O homem criou a punição, quando cometeu o delito. As leis divinas criaram o homem e o homem criou o delito.

O delito criado pelo homem, não só desarticulou as próprias leis humanas violando a estrutura social, mas criou também o desajuste do campo (energético) interior. O campo (energético) interior em desequilíbrio, gera uma força em desacordo vibracional, que faz com que o homem não consiga estabelecer a sua frequência de campo. Sem esta frequência de campo estabelecida, ele não tem condições de mover uma força que se acha a sua disposição, dependendo única e exclusivamente do seu estado mental. O exercício da mente, livra o homem de suas grandes faltas no convívio consigo mesmo.
A falta de consciência é a falta de evolução. Ela está em se manifestar em qualquer ato, sem ouvir a voz interior, que sempre avisa quando alguma coisa vai ferir o conjunto de manifestação consciente.

O pensamento de massa tem uma ação positivamente superior, quando está encaminhando à corrente de força. Uma corrente de força pensante corretamente encaminhada, tem a capacidade de agir e modificar uma situação irregular, motivada pelo equilíbrio vibracional. A força da corrente pensante, agindo sob a inspiração de um postulado de verdade, cria condições de grande utilidade a esta força, podendo ser dirigida até onde está a necessidade de sua ação, atuando sobre a ação do pensamento e sendo conduzida pela força vibracional interior da corrente como um todo, ou também, da corrente vibracional individualmente estabilizada e conduzida.

O ser humano cria condições de campo para si ou para quem necessita de ação pessoal. É necessário cuidar desta força, alimentá-la e desenvolve-la para que esta, possa guiar os homens nessa humanidade, como guiou os seres, que viveram neste planeta, há milênios, sem a mínima condição de estabilidade motora. A criação superior, levou em consideração para aperfeiçoar o homem, a intenção do homem.

A intenção do homem é de uma força sem precedentes. Ela precede a ação, cria o campo de apoio e coloca sobre ele, as primeiras sementes que dependendo do verdadeiro objetivo do Ser que semeia o campo pode frutificar. A intenção não cria por si mesma, ela necessita de mecanismo de execução.

Os mecanismos de execução são os instrumentos de realização de uma obra, seja esta obra material ou espiritual. A obra espiritual, antes de mais nada, deve estar de acordo com a consciência de quem se dispõem a ditá-la ou executá-la. A obra espiritual, é um trabalho que deve ser enviado com o maior respeito e responsabilidade, pois esta obra é de grande importância para a evolução dos seres, que se interessam em examinar uma obra espiritual. O homem não se acostumou, a examinar antes de crer, devido ao grande número de manifestações de correntes espirituais. Normalmente, ele é levado a uma determinada tomada de posição em nível espiritual, em decorrência de ter nascido e criado sobre uma determinada linha de orientação, e só mais tarde, começa a se interessar por novos conceitos, que vão se firmando em sua consciência, decorrente da observação dos fatos em consequência da própria situação da evolução e do comportamento como um todo.

Os componentes necessários a qualquer manifestação, não devem ficar sem possibilidades naturais de expansão. A manifestação dos componentes interiores, era necessária, em função do estado vibratório de equiparação, que deveria atingir o Ser na trajetória evolucionista. Em seu estado de manifestação embrionário, como desenvolvimento próprio, o Ser não tem condições de expressar a força contida, a não ser que disponha de mecanismos adequados de expressão, que lhe possibilitem acionar os seus sensores, que vão responder pela captação de energia de conhecimento, que existe em comunhão com o universo criado e pronto a servir ao ser humano, e que possa fazer com que ele se interesse em busca-la e realimenta-la. As forças em estado de condensação, agem como forças de aglutinação, pois elas contêm as forças integralizadas de conhecimento.

A condensação pressupõe a junção de acoplamento, onde estão os campos de conhecimento que acoplam e se integralizam dentro das suas funções de ordem. São atividades organizadas, desempenhadas por esta força, que tem como princípio a vibração do campo de condensação, que mantém a força em constante ação mútua, trocando as suas energias e se revitalizando em conhecimento. O ser espiritualizado tem a seu alcance esta força, que faz parte da sua origem. A sua natureza é de natureza sintonizante.
Nós necessitamos nos manter em sintonia com estas forças superiores, porque elas trazem até nós o conhecimento necessário ao nosso desenvolvimento moral.

O aperfeiçoamento moral da criatura, libera as forças interiores, na medida em que o Ser mais se aproxima do comportamento superior. O comportamento superior é a ação do pensamento, de acordo com os princípios estabelecidos em comunhão de ideias de perfeição espiritual.

O ideal de perfeição, pode ser sentido quando o Ser se sente em pleno domínio da ação, em função de um profundo exame de posições, com relação aos atos praticados durante a sua estada como ser encarnado e em condições de gerar energia. O ser encarnado, é portador de uma carga energética, e como tal, precisa manter esta carga em condições de ser utilizada no dia-a-dia. A utilização da carga no dia-a-dia é a aplicação dos preceitos superiores do comportamento. O preceito superior deve ser entendido como a ação do Ser em função do julgamento, de acordo com seus valores de consciência. A criatura humana tem por obrigação, compreender esta importante questão. O juízo de valores só deve ser emitido quando se conhece todas as fases do processo. Ninguém pode julgar ninguém sem que todos os quesitos sejam formulados com a absoluta franqueza e veracidade. Não podemos emitir qualquer juízo de valores aprioristicamente, simplesmente, pelo desejo natural de nos manifestarmos sobre determinado assunto.

Antes de julgar, necessitamos ouvir todos os lados da questão, em qualquer situação. Não temos necessidade nenhuma de nos manifestarmos sobre determinado assunto, enquanto a nossa opinião não viabilizar uma discussão esclarecedora. O ser humano não tem uma disciplina sequer razoável de avaliação, salvo raríssimas exceções. Um ato submetido a sua avaliação, recebe às vezes, opiniões completamente vagas, que nem sequer merecem ser discutidas. Não podemos julgar por precipitação ou por alienação. O comportamento de um Ser, deve sempre procurar um caminho lúcido e lógico que dê a ele condições normais de posicionamento e avaliação.

Não podemos simplesmente, pela necessidade, satisfazer o nosso ego, criar problemas para quem quer que seja. A religião deve procurar tirar as forças de dentro dos seres e não os oprimir pelo medo, ódio racial ou crenticista. Quantas pessoas que não se olham e não se procuram porque pertencem a diferentes manifestações de ordem religiosa?

As ordens religiosas existem pelos seres, que não são idênticos física ou espiritualmente. A verdade divina é uma só, mas a visão da verdade divina toma diversas óticas próprias e os seres que examinam uma questão, nunca a examinará por um só ângulo.

O exame de uma questão deve ser feito com a visão bem aberta, com o coração sempre a compreender com grandeza de espírito. As atitudes que às vezes, somos obrigados a tomar em defesa de um determinado princípio, nos coloca em profundo desacordo com a pessoa que queremos bem. O fato de querer bem uma pessoa, não nos obriga a concordar com ela em gênero, número e grau. O diálogo existe para estabelecer a verdade de ação e o equilíbrio de comportamento. Dialogando com o objetivo sincero, encontramos a solução para os mais intrincados problemas de ordem espiritual ou material. Não é muito aconselhável tomarmos uma atitude carregada de emoção que não nos possibilite uma revisão de posicionamento. O ser humano precisa sempre rever posições para poder compreender a importância de determinados fatos. As determinantes de campo, sempre alternam a consequência, na razão direta da importância da falta a ser examinada. Não podemos tomar uma atitude unilateral, principalmente quando esta atitude está ferindo alguém ou magoando qualquer um dos lados. Estas nossas colocações devem ser examinadas também por quem as lê. Não é pelo fato de terem origem espiritual, através da psicografia, que devem ser aceitos. Ninguém deve aceitar nada de ninguém, a não ser que o assunto seja aceito por sua própria lucidez e clareza. O argumento deve ser examinado, para quando o se manifestar sobre ele, saber que está fazendo algo consciente, reflexo da ação conjunta da vontade e do pensamento.

A grandeza de compreensão nos atos da vida tem uma importância transcendental na evolução de todos os seres, que precisam pensar que todos os fatores que agem como forças atuantes, modificam constantemente o campo mental da criatura e faz com que, dependendo do grau de ação desta força, fique vivendo numa profunda crise de melancolia ou entre num estado de torpor.

O sentido de torpor, dá ao Ser uma sensação de impotência diante dos fatos da vida, fazendo com que não encontre razões interiores para lutar contra qualquer estado depressivo e consiga sair da melancolia.


A concentração em postulados de verdade espiritual, constitui a base para a formatação da consciência cósmica. 




Psicografado por Adilson T. de Godoy
Mentor: D' Adyan
Ordem Espiritual Crística
Filosofia Cósmica do Poder Divino Integralizado
www.cristiciismo.com.br
www.filosoficacristiciista.com.br