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02/04/2020

A FORÇA ESPIRITUAL DIANTE DA PANDEMIA





Por: Adilson Teixeira de Godoy
Fundador do Cristiciísmo

Para quem acredita na força espiritual e para quem crê que essa força pode ajudar as pessoas em qualquer situação, deve se preocupar em divulgá-la para que as criaturas possam aumentar sua fé, potencializando seu espírito com a convicção.

A ajuda divina pode fazer a diferença. Precisamos crer que “A CRENÇA É A CAUSA E O CUMPRIMENTO DA LEI É O EFEITO”. A esperança é o alento. Precisamos energizar a esperança para contermos a desesperança.

Há milhares de anos a corrente espiritual trabalha junto aos seres humanos para potencializá-los a fim de manter a centelha divina ativada pela fé em Deus.

A civilização criou suas religiões preparadas e adaptadas às suas sociedades com seus avatares e seus pré conceitos, cuja crença individual é incontestável.

Aos que creem, Deus espera que todos os humanos não percam a fé nele, pois até mesmo na vida de um ateu existe o dedo de Deus.

A humanidade já suportou inúmeras crises, epidemias, guerras (que nunca acabam), fome miséria etc., e até hoje não foi extinta. Os países organizados em sociedades acabaram vencendo as adversidades.

O planeta precisa ser reordenado, mantendo a liberdade de pensamento e o poder de escolha. Normalmente as crises trazem uma reflexão profunda. O momento é importante para que todos os governos possam realmente mapear sem subterfúgios a miséria e atuar sobre ela com ações profissionais programadas, direcionando recursos materiais para reduzi-las ao mínimo ou até mesmo eliminá-las.

As nações criaram o Estado que é “Nação Politicamente Organizada”. Esta organização criou seus poderes Civil, Militar e Judiciário. Enquanto os políticos não aprenderem a equilibrar os seus pensamentos de uma forma coletiva em prol do bem e da justiça social, cada vez mais, vamos nos deparar com situações alarmantes, comparadas às de filmes de ficção científica.

O Cristiciísmo acredita que chegará o momento em que esses grupos organizacionais se voltarão para dentro, para o interior de seus corações, como verdadeiros irmãos da sociedade, como mentores da verdade, em prol do modo equilibrado de governar, visando realmente o benefício de todos os que são governados e não apenas os deles próprios. Só assim viveremos numa sociedade igualitária nivelada para o alto, para a prosperidade, em que não existam tantos seres necessitados das mínimas condições de higiene, saneamento básico, saúde e renda mínima para uma sobrevivência digna, capaz de custear uma boa educação e um modo de vida mais civilizado. Nesse dia, a Terra terá terminado a sua transição e iniciará um novo ciclo pacífico e belo.

Podemos fazer a nossa parte, no meio da tempestade, vibrando com o coração e afastando as nossas mentes do ódio, do medo, da injustiça e da crueldade.

A sobrevivência humana depende disso, pois aos olhos de Deus, somos apenas uma de suas criaturas. Mesmo que a humanidade entrasse em extinção, outras obras do criador continuariam o seu ciclo evolutivo. Os animais, os vegetais, os reinos de todos os planetas continuarão existindo depois de nós.

A ação egoica do livre arbítrio individual está terminando. A nova etapa será o caminho do livre arbítrio coletivo, e a humanidade terá que entender de uma vez por todas que a UNIÃO FAZ A FORÇA.

Façam as suas meditações concentrando energias boas para que o país, seus familiares e todo o planeta se cure desse vírus. A Terra já gritou aos quatro ventos: - “POR FAVOR, PAREM PARA PENSAR!”.

25/03/2017

O SER SUPREMO NO INTERIOR DO HOMEM - Psicografia Cristiciísta

– (Julho 1984)


Existe dentro de cada criatura, uma força superior cuja natureza se estende a épocas remotíssimas. A criação de Deus, levou em consideração a época adequada, para que a criação iniciasse a caminhada no rumo a sua liberalização como centro irradiante de força.

Os poderes existiam no homem pré-histórico, em condições de serem manifestados. A manifestação, estava diretamente ligada à capacidade de desenvolvimento mental e do conhecimento espiritual. O homem pré-histórico necessitava de dois agentes poderosos para desenvolver a sua capacidade: raciocínio e consequentemente a sua própria capacidade de integração.

É claro que não era possível ao homem pré-histórico nenhum entendimento sobre as leis de integração. O que acontecia, é que ele se sentia levado pela curiosidade em função de qualquer objeto que fugisse ao seu conhecimento diário.  Não tinha condições de identificar a natureza do objeto, nem o analisar, por absoluta ignorância. O significado de qualquer objeto, estava diretamente ligado às suas características próprias. Só conhecia e percebia o que utilizava para si. A necessidade em melhorar e se adaptar ao meio em que vivia foi a determinante para a alteração no comportamento humano. Raciocinando apenas em função das necessidades imediatas e primordiais, nada além disso. Agiam por puro instinto de conservação da espécie. Procuravam casa em lugar que os livrassem da chuva, do frio, do calor e que os resguardassem do ataque de animais que eles combatiam por necessidade de sobrevivência. O homem não cultuava nada nessa época, portanto, a raça estava a abrir os olhos para o que estava ocorrendo ao redor de si.

No início dos tempos, as raças eram de condições físicas inferiores ao atual estado de condensação energética em que estamos. Os sentidos ainda estavam se manifestando. Para ouvir, inclinavam levemente a cabeça para o lado, porque necessitavam captar o som em circunstâncias especiais, quase que como descobrindo o fluxo sonoro por intuição, se comportando segundo as forças, que individualmente agiam sobre ele. A visão era míope, de péssima qualidade. Não havia exercitado a visão. Enxergava pouco além do limite de cem metros e se curvava sobre a cabeça para poder ouvir os ruídos e os sons que a própria mãe natureza emitia. Não tinham qualquer noção de valores e apegos com os semelhantes ou quem estava ao seu lado. Os parceiros, desde que não se tropeçassem, não haveriam de sofrer nenhum revés.

Esta raça de homens primitivos, pouco ou nada acrescentou ao conhecimento. As tribos se sustentavam da caça, da pesca e dos alimentos que experimentavam. Se o alimento o agradasse, ele seria utilizado, se não agradasse, seria deixado de lado. Esta raça permaneceu no planeta durante milênios e só conseguiu se manifestar quando a fala começou a se desenvolver.

Eles se reproduziam através do ato sexual primitivo. Se acasalavam em qualquer lugar e por instinto. Quando sentiam necessidade, acasalavam-se e as procriações obedeciam aos períodos estelares, influência predominante até os dias de hoje, onde os partos estão sob influência dos astros, que determinam a tendência de ordem do nascido.

Estes homens eram nascidos segundo o seu Logus solar recebendo a influência de atração das forças conjuntas, que fazem com que a matéria cósmica em corrente, se desloque para o assemelhado, fazendo com que ele se fixe e se comporte de acordo com a tendência dos planos que são numerados pelos pares equivalentes, ou seja, por forças que se equivalem na constituição dos homólogos, que são as correntes intercomunicantes de campo que mantém o equilíbrio dos seres.

As forças cósmicas de atração conjunta, foram estabelecendo as diferenças de composição cósmica. Esta composição cósmica foi determinando os vários graus de temperamento e tendências naturais de cada ser nascido sob a influência de determinada configuração astral. Estes seres, foram recebendo gradativamente as dosagens cósmicas proporcionais ao campo magnético de atração correspondente, identificando estas forças, através de uma configuração de ordem metafísica. A metafísica em formação, determinou a construção de um campo de formação heterogênea, na composição cósmica dos seres, que está interligada, com as forças de ação conjunta, que age na composição biológica dos seres.

A integração de cada ser, é proporcional ao seu grau de captação energética, que é proporcional a sua integração como ser espiritual. A humanidade primitiva não tinha o seu sentido em condições de captar estas forças, por estarem vivendo num estado de consciência naturalmente inferior, devido a falta de condições do aparelho humano em desenvolvimento. Recebia do cosmos a sua orientação, de acordo com a conjunção astral das forças que regiam os seus sentidos.

As forças de atração conjunta, ou forças homólogas que compõe a graduação dos seres, é que determinavam a intuição e o caminho que os guiavam, permitindo que sobrevivessem aos cataclismos de um planeta em formação, onde as rochas, em determinadas partes, ainda não estavam em condições de se cristalizarem, permanecendo limbosas e se desprendendo feito algas. Estes seres eram conduzidos pela atração da conjunção de forças, que agiam sobre eles, de acordo com os períodos de nascença, formando verdadeiras famílias de seres que se sentiam naturalmente simpáticos e atraídos uns aos outros pela conjunção planetária que melhor os favorecesse.

Eles foram se interligando e acasalando, sem obedecer esta lei natural da atração dos homólogos, pois não sabiam que deveriam obedecer quaisquer princípios de acasalamento. Formaram povos e se fortaleceram através da troca de informações naturais, segundo as tendências cíclicas e as variações do sistema solar.

A cada alteração do sistema solar e a cada cataclismo ocorrido, se uniam para reconstituírem as suas conquistas em busca de melhores condições de sobrevivência. Esta raça viveu até meados da era paleolítica, em precárias condições de auto sustentação. A alimentação era basicamente carnívora. Matavam sem piedade para o seu sustento, até os da própria espécie. Estes seres se constituíram basicamente na raça humana, que inicialmente, não obedecia a regras de comportamento, sem noção de higiene ou percepção extra-sensorial. Eram os “Nascidos da terra. ” A noção espiritual não existia como condição de Ser em evolução consciente. Apenas se reproduziam e se consumiam até a morte.

A energia (ou forma energética espiritual) que se transferia de um corpo morto, para um novo corpo, através do processo hoje denominado reencarnatório, não havia adquirido lucidez dos valores. Não distinguia o real do irreal, o valor relativo do valor real. Era simbiose. Reencarnavam quase que imediatamente após a morte física, para manterem o processo evolutivo da espécie no planeta.

Esta simbiose, se estruturou da melhor maneira possível, na convivência, na proporcionalidade de campo.
A utilização das forças naturais de entendimento, deveria ser depositada no homem. Era necessário que ele deixasse este estado de manifestação inconsciente e que a humanidade se organizasse, pois, os humanos tinham um caminho cósmico a percorrer, como todo ser divino, que como tal, necessita estar equilibrado, para poder se manifestar em toda a sua plenitude cósmica.

No passado, quando os humanos aprenderam a pensar e conseguiram vislumbrar no céu a primeira estrela, pensaram que aquilo poderia se desprender e cair sobre a sua cabeça. O pensamento embrionário é o de autodefesa, uma necessidade primária por uma questão de sobrevivência. Viviam sobressaltados, devido as constantes tempestades motivadas pela densa atmosfera existente na época.

A natureza humana também optou, como uma determinante natural, pelo caminho evolucionista.  A força deveria evoluir, e para tal, seria necessário raciocinar para criar. O raciocínio levou o cérebro a se desenvolver através da observação comparativa e da necessidade em se posicionar diante dos fatos vividos. Voltando ao início dos tempos, a caverna primitiva dos ancestrais, já não satisfazia mais as suas necessidades, eles precisavam de um espaço maior, pois as grutas não lhe davam condições de sentir as forças da natureza ou perceberem além da visão elementar.

A necessidade de aperfeiçoamento ocular, bem como de emissão sonora e auditiva, com o tempo, aumentou a passagem de ar pelo aparelho fonador, e com isso, foram se formando fibras, que se fortaleceram e participaram da emissão do som, que em princípio, era de qualidade inferior, como um grunhido rouco e perpendicular. A sua situação, não lhe permitia ir além daquilo que ele mesmo conseguia produzir para si.

A evolução ficou melhor definida, quando a existência humana entrou no período paleolítico e as organizações já mostravam algum aperfeiçoamento. As verdadeiras tendências naturais estavam se aflorando e a raça humana começou a se comportar segundo as forças que agiam sobre ela. Estas forças se consolidavam a partir do momento em que os veículos de expressão iam se aperfeiçoando.  Em cada novo corpo que renascia, a luz divina agia sobre ele, aprimorando suas condições de percepção, fazendo com que as forças espirituais que estavam dentro dele, em estado latente, começassem a se manifestar.

A manifestação da força divina exigia uma melhor condição de campo, essencial para que a esta força, se manifestasse. Ela habita interiormente em todos os seres, que possuem dentro de si, condições naturais de campo, para que suas forças espirituais possam atuar, despertadas através da consciência.

O despertar da consciência possibilita a expansão da força interior em sua manifestação de campo. A manifestação de campo permite uma melhor expressão do Ser, a fim de que o mesmo se situe melhor dentro do plano de evolução, adquirindo assim uma maior lucidez, ampliando a sua condição pessoal. Quando o Ser é encaminhado com lucidez, sintoniza as suas forças interiores de conhecimento e estes campos superiores de conhecimento, clareiam as suas visões interiormente.

O conjunto de manifestação consciente, é o estado de lucidez em que se encontra o Ser, diante de um determinado fato submetido a sua avaliação. Esta avaliação pode ser teórica ou prática. O Ser pratica o ato, violando a avaliação, segundo as suas próprias regras interiores, e neste caso, consideramos como violação da avaliação de ordem prática, ou seja, o Ser analisa os quadros, avalia e não viola, agindo por hesitação teórica e não por atitudes práticas.  Neste caso, cabe ao Ser, definir o seu grau interior de compromisso. O homem é possuidor de toda consciência e todo universo como Ser potencial. Ele apenas necessita vivencia-lo, e esta vivência, requer a discussão. A polemização é um ato de amor próprio. Cria um comportamento, estabelece uma regra, e quando esta regra é estabelecida dentro de bases sólidas, ela intensifica o nível de comunicação entre os seres, e faz com que a força vibracional passe a agir de acordo com o pensamento de massa.


MANIFESTAÇÃO DAS RELIGIÕES


As religiões professadas, tiveram sua origem em vários fatores: étnicos de raças, históricos, endógenos ou exógenos. Com o passar dos anos, as religiões foram se integrando ao processo de desenvolvimento do ser humano, passando a atuar sobre o mesmo processo.

O homem pré-histórico, não tinha religião, pois não sentia dentro de si a expansão da força divina. Ele não raciocinava sobre os problemas que determinado ato poderia gerar, em função da análise interior do fato pela consciência. Ele agia por necessidade de sobrevivência e de preenchimento dos sentidos. A partir do momento em que ele foi sentindo dentro de seu ser o desprendimento da força divina, começou a sentir os efeitos decorrentes desta manifestação superior, que se mostrava de acordo com as possibilidades do veículo, que neste caso, era o próprio corpo, através de seus órgãos e de suas faculdades de expressão.

Conforme esta força foi aumentando, a sua capacidade de ação, através do aperfeiçoamento do veículo de expressão corporal, fez com que o homem fosse adquirindo uma maior consciência e lucidez sobre os fatores externos e internos que determinavam sua atuação num campo de evolução, sem quase nenhuma condição no princípio da sua evolução, além de uma vaga ideia sobre o estado exterior do seu campo de origem. O seu estado de origem era completamente desconhecido por ele próprio. Era necessário que o homem adquirisse a sua independência de manifestação exterior, pois não havia condições de modular, segundo a sua capacidade de discernimento.


Esta sucinta exposição, teve como objetivo, demonstrar o esforço que a natureza divina, exerceu para possibilitar ao ser humano, descobrir o seu próprio caminho e seguir em frente no seu processo de autoconhecimento. Essa força interior, foi determinante para o aumento gradativo do potencial energético do espírito, na busca do seu crescimento, através da alma, sempre presente no processo evolutivo, passando por constantes transformações, afim de buscar sua espiritualização, experiência e conhecimento, com o objetivo de potencializar o espírito. Desde a Pré história, os humanos sempre buscaram encontrar o seu caminho.

Psicografado por Adilson T. de Godoy
Mentor: D' Adyan
Ordem Espiritual Crística
Filosofia Cósmica do Poder Divino Integralizado
www.cristiciismo.com.br
www.filosoficacristiciista.com.br

18/07/2016

CRISTICIÍSMO - O DESTINO DA RAÇA HUMANA




O destino da raça humana é o encontro com o Deus interior dentro de cada um. Quando a verdade divina estiver semeada dentro de cada criatura, o universo espiritual encontrará estabilidade rítmica e ajudará a todos os seres que estiverem sob o teto destas correntes intercomunicantes (campos vibracionais que ligam o sistema cósmico de expansão).

O sistema crístico, permite ao ser humano desenvolver a sua capacidade de interagir com estes campos vibracionais. Quando ativados pela ação do Espírito Santo (através das orações e meditações), e pela integração das forças Angélicas, sustentam o campo magnético, permitindo a sua ação na semeadura cósmica onde a vida deve se manifestar.

O ser humano como elemento integrado ao sistema, atua na ação cocriativa, sendo um compressor, gerador de força, como se fosse um dínamo, produzindo correntes intercomunicantes de integração conjunta.

Estas correntes produzidas atuam na expansão do conhecimento divino, interagindo com as energias que sustentam o equilíbrio cósmico e possibilitam a expansão do conhecimento.
  As forças espirituais são forças convergentes. Elas se fixam num ponto e depositam a energia de Deus neste ponto. Quando o ser pensa em Deus de uma forma positiva, vai concentrando sua energia de forma que esta se integre à corrente cósmica de expansão.


A corrente cósmica é o ponto central do objetivo meditativo. Essa energia concentrada é carregada como se fossem torres de eletricidade que começam a produzir a energia luminosa. Esta energia luminosa tem como resultado a fixação e catalisação das forças energéticas que se concentram nessas torres de retransmissão. Quando essas torres estão potencializadas começam a ligar o sistema crístico através da força vibracional. As torres são acionadas energeticamente cada vez que o ser humano liga o sistema com a palavra-chave que é DEUS. ELE liga o sistema.

Psicografado por Adilson T. de Godoy
Mentor: D.Adyan
Ordem Espiritual Crística
Filosofia Cósmica do Poder Divino Integralizado
www.cristiciismo.com.br