sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

O QUE É CRISTICIÍSMO - DEFINIÇÃO


    Cristiciísmo é uma filosofia espiritualista, que tem como base de apoio moral o evangelho de Jesus Cristo.

Símbolo Cristiciísta


O seu conceito filosófico, tem como objetivo, integrar o ser humano enquanto encarnado, ao Sistema Crístico de Expansão, responsável pela integração cósmica e expansão do conhecimento divino.

Os ensinamentos contidos em seus escritos, são oriundos do plano espiritual da Ordem de Melquesedec, repassados pelo Colégio Sacerdotal, por sincronização mediúnica, ao médium responsável pela captação, compilação, implantação e consolidação do Projeto Cristiciísta no plano terrestre.

Os textos começaram a ser repassados em 1970 e a Ordem Espiritual Cristiciísta, foi fundada em São Paulo, Brasil, em 1987, por colaboradores e estudiosos dos sistemas religiosos vigentes no planeta.

O Cristiciísmo prega a ação do ser humano, através da meditação de integração de grau, para o seu próprio aperfeiçoamento e participação, dentro do processo evolutivo no planeta, capacitando-o a transformar a energia negativa em positiva.

Templo da Ordem de Melquesedec
Filosofia Cristiciísta
Até a data da publicação dos trabalhos na internet, em 2016, não foi inaugurado a sede da Ordem do Templo Maior, projeto arquitetônico transmitido através de psicografia; porém, de acordo com as orientações repassadas através do médium, pelos mentores do plano espiritual, os textos estão disponíveis em blogs e sites Cristiciístas, com o objetivo de compartilhar os ensinamentos com a devida urgência, pois se faz necessário ao ser humano, aprender a contribuir individualmente, para que a energia negativa não se cristalize, impedindo a ação das forças superiores, responsáveis pela expansão do conhecimento divino.

Caso ocorra a cristalização das energias negativas, o processo evolutivo do espírito será interrompido, parando o processo reencarnatório e de purificação, pois o astral inferior não deseja que Deus conclua a sua obra.


A reencarnação é que proporciona o aperfeiçoamento dos seres, do planeta e do universo. Como disse Jesus: “Importa-vos nascer de novo”.


ÁUDIO:

 

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

A CAMINHADA



O caminho religioso de todo ser humano em 90% dos casos vem traçado dentro da própria família. Normalmente, os filhos seguem o caminho religioso dos pais, cumprindo a liturgia religiosa, dentro dos padrões normais que cada religião estabelece e moldando sua personalidade religiosa, de acordo com o seu interesse, pelos caminhos traçados dentro da trilha, que lhe foi colocada para seu encontro com Deus.

As famílias brasileiras em sua maioria, nos últimos anos, encaminharam seus filhos para a fé Católica Apostólica Romana. Antigamente, falar em culto protestante ou fé espírita, era uma afronta aos padrões. Até os estudantes que não fossem católicos as vezes enfrentavam discriminações.

Com o passar do tempo, esta situação se modificou e a liberdade religiosa abriu os horizontes para quem saísse do culto familiar e procurasse outro caminho.

A igreja Católica Apostólica Romana, realizou uma reforma litúrgica, eliminando em várias igrejas, a missa em Latim, tornando os fiéis mais participativos e os cultos compreendidos.

Os corais ensaiados, praticamente deixaram de existir e a música sacra de qualidade, perdeu seu espaço para cantos populares de louvação, em compensação, ganhou em participação. Hoje vemos os fiéis cantando em português e participando do culto com fé e devoção.

As famílias que conseguem manter seus filhos na fé católica, encontram uma religião materialmente sólida, mas ainda presam teologicamente os seus dogmas seculares, votados em concílios que remontam a milhares de anos, desde praticamente a fundação do Cristianismo.

A igreja mudou em sua aparência externa, mas não na sua visão dogmática, teológica, escolástica e clerical.

As religiões protestantes pentecostais e neo pentecostais, avançaram sobre a igreja Católica Apostólica Romana e hoje, a perda de fiéis ao protestantismo e outras vertentes atinge à 40% em quase todo o mundo, isto sem contar, as mudanças de opinião conscientes através da convicção conseguida através de estudo, pesquisa e meditação, sobre novos entendimentos das criaturas, que seguiram convictamente, outras escolas espirituais e começaram a professar uma nova fé.

Muitos se afastaram da fé Católica, deixando de participar de sua liturgia; embora, sem abandonarem a mensagem de Jesus Cristo, como no caso das correntes brasileiras tal qual a doutrina Kardecista, ou enveredando para o Budismo, Islamismo ou crenças esotéricas e holísticas.

O maior questionamento, sem dúvida, dentro do Cristianismo Escolástico e Clerical é a crença nas doutrinas da reencarnação e do Dom, no dogma mal resolvido até hoje da “Ressurreição da carne” e principalmente na própria ascensão de Jesus Cristo aos céus com corpo físico, energético ou “corpo glorioso” sem uma definição objetiva do que vem a ser corpo glorioso.

Esta matéria nunca foi explicada com clareza para os fiéis comuns, talvez sendo mais compreendido no dentro da teologia sacerdotal do que externamente aos fiéis. Algumas igrejas oram “Ressurreição dos mortos” e outras “Ressurreição da carne”. Existe uma diferença teológica fundamental e esclarecedora, pois os fundamentos “não são as mesmas coisas” como certa vez nos disse um sacerdote bem treinado em “respostas óbvias”, na visão dele. Na visão Cristiciísta da Ordem de Melquesedec, são essas “saídas pela tangente”, que desagradam os fiéis mais esclarecidos e que de certa forma pertencem ao grande grupo de formadores de opinião, que com certeza, influenciarão seus descendentes, familiares ou não.

A sustentação filosófica e religiosa, precisa ser atualizada dentro da pregação nas igrejas. Os sacerdotes que fizeram a sua “profissão de fé”, por necessidade de sobrevivência, tornaram-se “profissionais da fé”. Isto é perfeitamente compreensível.

A igreja tem milhares de sacerdotes na sua folha de pagamento, o mesmo acontecendo em todas as religiões. As pessoas precisam trabalhar e não existe mal algum em se profissionalizarem como soldados da religião divina, em qualquer manifestação religiosa, pois todos têm que sobreviver e ter sua independência  econômica preservada, seja sacerdote ou não.

O maior compromisso de toda classe sacerdotal do planeta, seja ela Cristã, Budista, Lamaista, Islâmica, Bramânica, Hinduísta, Espírita ou Holística e Espiritualista, de uma forma geral é com a verdade.

Jesus disse: “Conheça a verdade e a verdade vos libertará”. Ele estabeleceu um tipo de parâmetro muito corajoso quando afirmou aos seus apóstolos: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vai ao Pai senão por mim”.

É muito importante optar por uma vida sacerdotal, fazendo um voto sincero de obediência para servir sinceramente e unicamente a Deus e seus propósitos. Por isso, todo sacerdote, deve buscar a verdade sem medo, no fundo do seu ser com sentimento, lógica, amor e conhecimento.

As religiões de uma forma geral, ajudam o homem, dando-lhe esperança, confiança, principalmente na vida após a morte. Os orientadores precisam estar convictos e estudarem profundamente o que vão professar.

Uma visão teológica desenvolvida num preceito duvidoso, impede a completa expansão do conhecimento divino, obstruindo os canais que irrigam as correntes energéticas do campo divino. Esta interrupção, bloqueia o conhecimento, e afeta o processo evolutivo, responsável pelo aperfeiçoamento de todos os seres.

A caminhada individual em direção à luz, implica não só na fé cega, mas também na reflexão cuidadosa.   Cada Ser é uma fonte inesgotável de energia que jamais deixará de existir, pois a vida espiritual é imortal. Para que o homem acreditasse nesta máxima, muitos se sacrificaram, se santificando numa verdadeira “Comunhão dos Santos”, em defesa dos preceitos divinos de amor ao próximo e servidão a Deus.

É importante buscar a verdade da fé, através da autoconscientização, que traz a convicção e a certeza do caminho em direção aos campos divinos de vibração superior.

Para que se estabeleça a construção evolutiva, é necessária muita dedicação, trabalho e amor ao próximo; sendo assim, é preciso que haja uma verdadeira tomada de consciência. Os responsáveis pelos ensinamentos, devem estar em constante preparação e atentos às pesquisas publicadas, esclarecendo pontos importantíssimos que as vezes se acham enclausurados em busca de uma nova interpretação.

O comprometimento dogmático, causa um sério problema para a fé, porque bloqueia a pesquisa séria e impede a divulgação daquilo que possa comprometer o que já foi decidido através dos concílios clericais. A dogmatização pressupõe a involução no campo da ideia, por isto, não é boa, pois não acrescenta nada ao conhecimento e ainda retarda o processo evolutivo. Defender o dogmatismo compromete seriamente o sistema crístico de expansão. Quem vive esta realidade, deve considerar a possibilidade de repensar toda a sua fé, “Seja assim na “Terra como no céu”. Esperamos que algum futuro membro da “Congregação para a Doutrina da Fé”, sediada em Roma, apresente uma proposta anulando o Concílio de Constantinopla II, instalado ilegalmente pelo Imperador Romano Justiniano em 552/553 a.C., restabelecendo a Doutrina dos Três Capítulos de Orígenes. Quando isto acontecer, o maior dos erros cometidos contra a fé cristã e os ensinamentos da igreja, estará restabelecido. O avanço do processo evolutivo e dos seres humanos, depende desta correção.

No plano espiritual, espíritos de sacerdotes componentes do Colégio Sacerdotal da Ordem de Melquisedec, aguardaram meio século, nesta última geração (século XXI), para que surgissem mentes preparadas, a fim de compreenderem e realizarem esta mudança, que acreditamos, há de surgir dentro do próprio clero Católico Apostólico Romano. Esperamos ansiosamente conquistar mais este avanço espiritual para a humanidade. Somente com seres humanos capazes de compreenderem, avaliarem e doutrinarem a sua própria energia, sem temores ou dogmas, é que poderá emergir uma Nova Era, evoluída no planeta Terra e na esfera superior, aonde habitam as estrelas, planetas e galáxias que compõem o grande universo que segue infinitamente num processo evolutivo.

Psicografado por Adilson T. de Godoy
Mentor: D.Adyan
Ordem Espiritual Crística
Filosofia Cósmica do Poder Divino Integralizado
www.cristiciismo.com.br
www.filosoficacristiciista.com.br


ÁUDIO

 

A ALMA HUMANA

As forças espirituais são forças convergentes. Elas se fixam num ponto e depositam a energia de Deus neste ponto. Quando o Ser pensa em Deus de uma forma positiva, concentra a sua energia, integrando a corrente cósmica de expansão.

  A corrente cósmica é o ponto central do objetivo meditativo. Essa energia concentrada, carrega as torres de eletricidade, que começam a produzir a energia luminosa.

Esta energia luminosa tem como resultado a catalisação da força energética concentrada nessas torres de retransmissão, que quando ficam potencializadas, ligam o sistema crístico através da força vibracional. As torres são acionadas energeticamente, cada vez que o ser humano liga o sistema com a palavra-chave: “Deus”. Esta palavra liga o sistema.

Através da ligação do sistema, acontece a movimentação do fluxo energético, que é produzido nas correntes cósmicas em diversos pontos. Cada ponto é ligado às torres. As torres concentram energia e redistribuem a carga energética através das correntes cósmicas, ligando os seres espiritualizados ao sistema crístico de expansão.

Esta ligação é feita através da concentração energética proveniente da fé. Cada criatura, tem seu grau de calor medido pela sua freqüência vibratória.
Quando o Ser produz uma energia através de um ato que esteja de acordo com a lei superior, em compatibilidade com o conhecimento, é produzido pelo sistema um certo grau de freqüência. Esse grau produz aquilo que chamamos nas nossas orações de integração de grau.

O grau de integração, é medido e qualificado pelo tempo de permanência do espírito, durante todo o curso evolutivo. Quando o espírito renasce na matéria, ele traz consigo a bagagem energética de toda uma geração de conquistas e vivências, de erros e acertos.

O sistema Crístico

Após o primeiro suspiro de vida, quando o oxigênio produz a primeira ação intramolecular, ativando a força semiônica, ou seja, a força que produz a eletrificação do corpo físico, passa a existir a vulcanização do sistema interior, na produção de gases intramoleculares, que chamamos de intramínicos, que são produzidos pelo leite materno ingerido pelo bebê.

Esse gás, provoca uma combustão intramolecular que aciona a vida física, disparando o processo de ligação com as forças regenciais do espírito.
Estas forças regenciais é que ligam o sistema Crístico de cada criatura, estabelecendo a sua própria freqüência vibracional, fixando a sua ligação de propriedade dentro do sistema evolutivo de integração de grau, por esta razão, o grau de integração, será proporcional a quantidade de carga energética que o espírito acumular durante a vida ou vidas vividas em vários corpos.

Estas vidas foram condensando no espírito, através da experiência milenar aquilo que chamamos de “energia almática”.

Quando o espírito renasce, a alma vem junto, com o objetivo de sentir e avaliar a operacionalização do sistema. Portanto é a alma que sente, que chora, que pesquisa e que se coloca a disposição do processo, para voltar a vida em cada tempo, colocando à prova o que aprendeu fora do sistema carnal.

Aquilo que é aprendido na vida espiritual, deverá ser testado na encarnação. Isto não significa que o espírito deverá sempre renascer por toda eternidade. Quando a alma está purificada, ela pode determinar o seu retorno por vontade própria. Se ela se despuser a renascer, renascerá e poderá escolher aonde nascer. Quando não está purificada, o plano espiritual é quem determina o seu renascimento, com o objetivo de permitir àquele espírito, que avalie, através de uma nova vida, seu interesse em crescer espiritualmente, aliviando seu “karma” energético e até em certas circunstancias, eliminando este karma através de uma encarnação pesada e extremamente punitiva.

Deus não pune ninguém, apenas corrige as frequências vibratórias de cada criatura.

O renascimento possibilita a limpeza astral, que começa no plano espiritual, através dos campos de energização direta, onde os espíritos são avaliados e ensinados em grupos para reflexão purificadora, saindo de ações energéticas negativas criadas por si próprios.

A igreja Romana chama estes campos de “purgatório”.

Estes campos energéticos, filtram o sistema, através de grau de calor que abate sobre este espírito após seu desencarne, lavando-os com uma água energética purificadora e encaminhando para os campos de amenização direta, onde serão rebatizados e encaminhados para um processo de reflexão, em que eles próprios, possam avaliar o seu grau de culpa e determinar a sua punição.

A punição é determinada pelo próprio espírito.

Ele deverá preparar a sua tese de defesa e meditar sobre ela. Sua meditação é avaliada pelo sistema, que analisa o grau de culpa e determina as suas necessidades de limpeza. A corrente cósmica que possibilita a sua reforma íntima, começa a atuar, dando à este espírito uma nova chance, além das que ele obteve durante o seu processo de encarnação anterior.

A meditação espiritual dos seres encarnados, a reflexão sobre os atos da vida física ainda em curso é um grande momento e oportunidade para avaliação das culpas e dos erros.

O arrependimento sincero e sacrificial, elimina do astral de cada criatura, a freqüência negativa, integralizando ao sistema e reintegrando-o novamente ao condutor eletromagnético que ativa a casa espiritual que cada um constrói para si.

Jesus Cristo quando disse: “eu vou prepara-vos um lugar”, sabia que o lugar ainda precisava ser desenvolvido, através da meditação cristica que tudo pode e tudo realiza.  A mente de Jesus, criou o “céu” ou “paraíso” dos cristãos. Um lugar que só poderemos conhecer, quando ressuscitarmos em espírito, já que a ressurreição da carne, não oferece condições de integração energética, a não ser que seja interpretada como ressurreição da alma, através do renascimento pregado por Cristo a Nicodemos: “importa-vos nascer de novo”.

O sistema crístico contém todos os conhecimentos necessários ao desenvolvimento do ser humano. O que o homem precisa, é aprender como acessá-lo através da meditação que tem por consequência o aumento da intuição. Esta intuição é conseguida quando o homem inicia o processo de amplificação de sua força energética superior. Estas forças estão dentro dele mesmo, pois Jesus disse: “vós sois Deuses”.

Cada um produz o seu “Domus” (casa) espiritual. Nós temos uma “impressão digital” no centro do espírito.

Hoje no planeta existe bilhões de seres encarnados, portanto, o mesmo número de impressões digitais nos corpos humanos e também nos registros magnéticos no campo espiritual.

Todas estas frequências estão ligadas pela vida física em atividade. Quando a vida física se extingue a operação automática entra em funcionamento e o Ser é reavaliado pelo seu próprio campo espiritual, que o colocará no seu “Domus” (seu lugar no campo espiritual, ligado a ele mesmo).  Neste momento, ele vai avaliar o “Domus” que criou para ele durante o seu processo reencarnatório.
Se seguir os preceitos legais, não só humanos, mas também divinos, vai para um campo vibratório onde existem espíritos vibrando na mesma frequência que ele.

Durante a reencarnação, se a sua atitude foi corretíssima, mesmo que ele tenha sido sempre um Ateu convicto, ele irá para os campos em formação que também recebem os espíritos que ainda se preocuparam em desenvolver um sistema próprio de integração de grau.

São nesses campos em formação, que eles vão aprender as bases do pensamento crístico. Como tudo é apagado para que o crescimento seja possível, ele começa nos campos em formação, a montar um novo “quebra-cabeça” sobre as suas vidas anteriores. Se viveu uma vida religiosa, integrou o seu próprio sistema, avançando graus energéticos, melhorando o seu estágio de classificação.

Na vida espiritual, tudo conta e é levado em consideração. O próprio sistema é o seu defensor. Qualquer vida que tenha vivido, vai auxiliar na sua classificação e torná-lo um Ser ativo novamente. A última encarnação que viveu é sempre a mais importante. Toda vida é uma nova oportunidade de avanço, não só material, como espiritual, por isso os aniversários devem ser comemorados com júbilo.

Psicografado por Adilson T. de Godoy
Mentor: D.Adyan
Ordem Espiritual Crística
Filosofia Cósmica do Poder Divino Integralizado
www.cristiciismo.com.br
www.filosoficacristiciista.com.br

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