sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

A ALEGRIA



Uma das maiores satisfações do ser humano é a alegria. A alegria produz o bem estar, suaviza a vida e da luminosidade ao espírito. Ser alegre é saber sentir os momentos e se divertir com assunto. O ser humano convive com crises e consegue sobreviver as situações difíceis que a vida venha a lhe oferecer. A alegria de vibrar com seu clube preferido, de receber um velho amigo em casa, de conversar descontraidamente, fazer uma piada inteligente, tornar um momento tenso em um momento leve, o sorriso no rosto, traz uma energia muito grande a quem se comportar dessa forma.

Viver na alegria é consolidar uma posição saudável e avaliar um espírito divertido e bom de se encontrar. As religiões neopentecostais estão tratando a religião de uma forma diferente.

A louvação à Deus está muito mais descontraída, do que os cantos milenares, que só contavam histórias evangélicas, lamentando o episódio da crucificação.

Cantar a vitória de Jesus sobre a morte física é desenvolver o espírito com sua potencialidade, produzindo enzimas que invadem o corpo e torna a pessoa feliz em participar da vida, como se a mesma fosse uma eterna festa de desejos realizados.

Contar uma história religiosa, sorrindo e brincando não é nenhum ato que invalida a verdade contida no fato. Interpretar um texto evangélico com humor não é nenhum desrespeito a palavra evangélica. Em muitos pontos do evangelho, você poderá abraçar sua leitura de uma forma descontraída e interpretar o texto com alegria sem tirar a sua seriedade.

A noção de um Deus impiedoso e cruel é uma triste visão da realidade divina. A ajuda divina deverá ser solicitada num discurso pessoal, livre e interpretativo, com linguagem sincera e objetiva.

Deus não se colocou dentro de nenhuma criatura para aterroriza-la, para que passe a vida se culpando por um pecado bíblico que não cometeu. (O que um jovem neste século teria a ver com o pecado do casal Adão e Eva e sua expulsão do paraíso?)

Explorar a bíblia e suas alegrias, é um exercício de imaginação muito grande e não é para qualquer pessoa. A alegria pode ser encontrada em todo momento da vida de cada criatura. O ser divino é compassivo, caridoso, alegre e feliz. O caminho divino percorrido de uma forma descontraída, sem traumas, inferno ou demônios, torna a relação do homem com Deus mais leve e compatível com a vida superior de juízo espiritual constante, vivida pelo espírito que caminha na luz do conhecimento e da fé.

Uma pessoa espiritualizada é consciente da sua posição na sociedade em que vive, do seu amor interior e da sua capacidade de realização.

A alegria na religião é um estado de espírito e de graça. Orar de uma forma descontraída e respeitosa faz bem a alma. Orar sorrindo é muito melhor do que chorando de dor. Não é sempre bom querer um pouco de alegria de uma forma natural?

No meio desses 8 bilhões de seres que habitam no planeta, a maioria é bem intencionada, mas infelizmente, comandada por poucos mal intencionados que estão nos mais altos escalões. Quando o povo consegue eleger um líder político com maioria de votos, a nação sorri com esperança. Um recomeço como uma nova praia de água despoluída surge, como se cada um renascesse de novo.

Tudo é festa. - “A coisa desta vez será melhor. É a voz de Deus”. Diz o povo.

Se isto realmente fosse verdade, Deus já teria se enganado várias vezes ou os homens é que enganaram Deus.

Independente de qualquer juízo de convicção, a alegria é a grande fórmula que o ser humano encontra para levar a vida. Ela deve estar na religião.

A melhor religião não é aquela ensinada por ninguém é aquela que “lhe faz mais feliz”, segundo Dalai Lama (sábio). A alegria deve estar no trabalho, na família, entre amigos e na profissão...

Procurar a alegria é procurar uma luz no fim do túnel. Tente você.


Psicografado por Adilson T. de Godoy
Mentor: D.Adyan
Ordem Espiritual Crística
Filosofia Cósmica do Poder Divino Integralizado
www.cristiciismo.com.br
www.filosoficacristiciista.com.br


ÁUDIO:


quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

PENSAMENTO BÁSICO CRISTICIÍSTA


O Cristiciísmo ensina:

1º . Os seres humanos são responsáveis pela sua evolução e crescimento interior.

2º. As forças espirituais devidamente trabalhadas, ajudam a expandir a força divina, que existe em cada um de nós, e é responsável direta pela nossa vivência espiritual, pela nossa luz interior e pela qualidade energética que deverá compor o campo magnético de integração, responsável pela nossa localização no plano espiritual, após deixarmos o corpo físico.

3º. Deus perdoa, mas não exime o Ser de responder por suas faltas.

4º . Deus não pune ninguém, simplesmente corrige as frequências vibratórias de cada Ser, de acordo com as leis divinas. A correção será aplicada de acordo com o grau das transgressões verificadas durante as encarnações vividas pelos seres.

5º. Cada caso será examinado pela justiça divina e a correção aplicada terá como objetivo aperfeiçoar e integrar o ser no sistema crístico de expansão.

Para tanto a Ordem Espiritual Crística tem por objetivo educar espiritualmente todos os Seres interessados, além de trabalhar para que mantenham o seu lado moral vigilante, procurando compreender os ensinamentos espirituais contidos nos livros Sagrados repassados pelos grandes mestres na formação espiritual do planeta.

As atitudes humanas no curso da evolução, foram moldando e plasmando as correntes vibratórias através da intercomunicação com essas correntes.


A AÇÃO DOS ENSINAMENTOS ESPIRITUAIS

As lições espirituais ensinadas no curso dos séculos onde a espiritualidade foi proclamada, geraram toda a corrente cósmica de expansão e conhecimento, no campo da comunicação existente, entre as forças produzidas pela mente humana e o registro no campo cósmico de vibração superior.

É importante lembrar que a atitude espiritualista fez com que as consciências espirituais fossem ganhando corpo e se tornando mais consistentes.

Esta consistência não conseguiu se impor através de melhores resultados práticos, porque não foi compreendida pelas pessoas que tinham como missão e objetivo expandi-las dentro de um programa que procurasse manter certos fundamentos básicos, para que a formação espiritual dos seres ganhasse maior amplitude permitindo um maior entendimento do pensamento divino criador.

O pensamento divino criador moldou os elementos responsáveis pela formação e expansão das correntes cósmicas de vibração superior.

O ser humano tem a capacidade de absorver esta força e integralizá-la ao processo Crístico de conhecimento.

Isto ocorrendo, o processo crístico liberará energia criativa que possibilitará a todo ser humano dimensionar melhor a sua visão e encarar a sua realidade com mais consciência e objetividade.

A inoperância dos seres humanos não permite que a criatura humana se posicione, porque o conformismo atua como condição maior de enfraquecimento energético e com isto, a energia interior de cada criatura deixa de fluir com mais intensidade, não permitindo que o indivíduo possibilite a si mesmo, uma realização mais ampla e mais vigorosa.

É importante despertar no ser humano a sua força interior, com toda sua plenitude, desenvolvendo sua intuição e a capacidade criativa. A meditação consciente, a fé sincera e o amor divino, despertam no ser humano sua força interior.

O trabalho do Cristiciísta é uma ação de catequese e requer muita paciência, amor ao próximo e dedicação.

Ajudar a força superior a se manifestar em cada Ser, é permitir a nós mesmos, maior crescimento e adequação ao Sistema Crístico de Expansão. Este é o nosso objetivo.

Importa para nossa Ordem o despertamento desta criatura, esteja onde estiver e em que país estiver. As nossas propostas de meditação com certeza ecoarão e se farão ouvir muito longe de onde estamos, não importa o local em que ela esteja sendo proclamada.

A proclamação da Ordem Cristiciísta, será de grande valor para o conhecimento de todos os seres que estiverem nos ouvindo. Nosso objetivo é crescermos e conquistarmos novos corações pelo trabalho e vivificação da doutrina. Muitas religiões já prepararam o nosso caminho.

Os pensamentos aqui abordados, as verdades aqui expostas, já foram proclamadas por grandes fundadores de diversas religiões. O amor e a submissão à Deus, já foram implantadas no coração de mais de três terços da humanidade, não importa os mecanismos e os argumentos usados. Hoje, 96% da humanidade oriunda da educação espiritual monoteísta acredita em Deus. O que ninguém descobriu é como Deus pensa, ou seja, quais o fundamentos básicos que possibilitam ao ser humano o vislumbre deste pensamento criador.

Nós temos uma proposta para meditação e acreditamos que a força divina contenha 7 fundamentos básicos:

1º Pai

2º Filho

3º Espírito Santo

4º Reencarnação

5º Ressurreição do corpo espiritual

6º A comunicação dos Espíritos

7º Integração de grau

Estes fundamentos constituem a base de pensamento crístico da filosofia cósmica do poder divino integralizado de expansão que estamos postulando entregar aos nossos irmãos para exame, conhecimento, tomada de posição e consequente aplicação na sua vida espiritual. Estes são os preceitos básicos defendidos pela nossa Ordem Cristiciísta de Melquisedec, detentora da Filosofia Cósmica do Poder Divino Integralizado.

 

Psicografado por Adilson T. de Godoy
Mentor: D.Adyan
Ordem Espiritual Crística
Filosofia Cósmica do Poder Divino Integralizado
www.cristiciismo.com.br
www.filosoficacristiciista.com.br


ÁUDIO:


ORAÇÕES CRISTICIÍSTAS

As orações bíblicas criaram a sua própria freqüência de integração e tem o seu campo próprio energético de atuação. 

A Ordem Cristiciísta possui seu corpo próprio de orações e meditações, ensinando a pensar de uma forma energética e ampla. 

Quando você disser: “....Deus força concentrada dos elementos de grau”, você acionará um dispositivo energético de campo integrado que registrará a partir deste momento todo seu poder de vontade dirigindo esta vontade para onde o seu pensamento determinar.

Nessa visão espiritualista temos um universo em movimento, em constante vibração, ação e explosão energética.

Estamos sempre construindo modelos energéticos e abrindo os horizontes criativos das pessoas. O pensamento energético gera calor cósmico e este gera correntes de integração de grau. 

É por este motivo que a ordem Angélica responsável pelo conhecimento que repassamos, escolheu esta linguagem como forma de comunicação.

O padrão energético na formulação das premissas, favorece a expansão energética. Assim como o corpo se mantém com melhor aproveitamento, dependendo do tipo de alimentação, o pensamento e a mente também produzem muito mais quando são energizados dentro dos padrões vibratórios que possibilitam o aumento do grau energético de integração de cada criatura.

Toda a liturgia Cristiciísta, não utiliza textos e palavras que baixem o nível vibratório da meditação, eliminado completamente as palavras: culpa, demônio, inferno e outras dentro do corpo das orações.
Estes arquétipos não constroem um padrão energético que justifique expansão vibracional. 

A ordem luta pelo progresso energético de cada criatura. O Cristiciísta acredita que as meditações carregam um alto teor vibratório com um padrão elevado de possibilidades de integração.

Áudios disponíveis:

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(Direitos Reservados. É permitida a divulgação, desde que citada a fonte: Ordem Cristiciísta - Filosofia Cósmica do Poder Divino Integralizado)


PAI NOSSO CÓSMICO ou PAI NOSSO CRISTICIÍSTA:




CREDO CRISTICIÍSTA:





MEDITAÇÃO DE CONDENSAÇÃO ENERGÉTICA E CURA

Esta meditação deverá ser dirigida a pessoas portadoras de qualquer mal físico e voltada para cura.

As sessões deverão transcorrer em ambientes adequados, podendo ser individualmente ou coletivamente aplicada através da imposição das mãos sobre o paciente.

Caso o mal seja identificado e localizado através de exames clínicos as mãos deverão ser direcionadas ao local destinada à aplicação durante todo o tempo que durar a meditação em áudio.

A meditação poderá ainda ser aplicada diariamente por qualquer pessoa da família ou não, que se dispuser a transmitir a energia gerada por si própria ou através do grupo, não sendo necessário tocar na pessoa.

A fé na cura através da força divina repassada pelo meditante será condensada no corpo e no local que estiver sob a ação dessa meditação.

Aplique-a com fé em Deus.




MEDITAÇÃO PARA TRANSMUTAÇÃO ENERGÉTICA

Esta meditação consiste em levar à um paciente a projeção magnética dos átomos divinos, iluminando seu corpo espiritual pela energia divina condensada, com o objetivo de energizar ainda em vida o seu campo astral, contribuindo para permitir uma passagem do campo físico para o espiritual de uma forma elevada e assistida pelas entidades superiores responsáveis pela ligação do plano físico da matéria com o campo espiritual energético.
Esta meditação deverá ser feita com a imposição das mãos sobre o corpo físico do paciente.


ANJOS CABALÍSTICOS




A ciência cabalística, através de estudos numerológicos e baseando-se no alfabeto hebraico, descobriu que a soma do valor numérico das letras que compõem o nome DEUS – JEOVAH totaliza 72. Desse total provém 72 atributos de Deus e dos 72 anjos ou Gênios, conhecidos como anjos cabalísticos ou anjos da cabala. Cabala – Kabbal deriva de Kabbel que significa recebimento, aceitação.

Os nomes dos 72 gênios cabalísticos foram extraídos de uma parte do livro do Êxodo da bíblia hebraica, a partir de uma difícil combinação de letras das palavras expressas. Cada um dos 72 anjos influência cinco dias do ano, já que 72 anjos x dias = 360 e o ano têm 365 dias, cinco não possuem um anjo protetor, as datas são de 5 de Janeiro, 19 de março, 31 de maio, 12 de agosto e 24 de outubro. As pessoas que nasceram nessas datas têm total liberdade para escolher um ser celestial para lhe proteger.

Acredita-se que essas pessoas carreguem energia e luz dentro delas e por isso são consideradas divindades cármicas, que têm a missão de guardar a humanidade e são designadas como os “Gênios da Humanidade”.

Os gênios da humanidade têm facilidade em contatar os elementais da natureza: Elemento terra (gnomo), elemento água (ondinas), elemento fogo (salamandras), elemento ar (silfos), elemento éter (espaço celeste). Através do dia e mês do nascimento irá encontrar o seu anjo “cabalístico”.

O contato com esses anjos cabalísticos funciona como um “correio angélico” onde as pessoas estarão depositando toda sua fé nesses mensageiros, e com isto hão de alcançar os seus objetivos.

Segundo a cabala hebraica, a chave para entrar nos segredos e mistérios da criação é a interpretação numerológica das 22 letras que compõem o alfabeto hebraico, pois ele representa as várias energias que alimentam e comandam o Cosmos.

Estas 22 letras estão presentes nos arcanos maiores do tarot e se manifestam por meio de 72 anjos ou gênios cabalísticos.

Desde a hora do nascimento, todos nós temos um anjo guardião que nos protege até a morte física. Cada gênio exerce um tipo de influência diferente sobre as pessoas que se revezam, governando a cada um, durante cinco dias do ano.

A cada gênio, cabem 20 minutos diários e todos nós possuímos um anjo positivo que nos ajuda e nos protege por toda a vida e um anjo contrário, que fará de tudo para atrapalhar nossa evolução e bem estar na terra.
Segundo Abra-Melin, o anjo da guarda não deve ser encarado como uma entidade própria, mas como o mais profundo sinal do inconsciente, o último ego, o que é o mais verdadeiro dos “Eu” paradoxalmente feito à semelhança divina.

O Zohar, escrito por Moisés de Leon no século XI, associa cada gênio a uma Sefira que ele governa e que recebe sua influência. Cada Sefira corresponde a um planeta, mais dois luminares (O Sol e a Lua) e a eles corresponde uma falange ou grupo de Gênios que perfazem um total de 72 Gênios guardiões ou anjos, comandados pelo seu líder ou Gênio da esfera.

Nas lendas judaicas, os céus (planos) são geralmente 7, incluindo o plano Bem aventurado, onde anjos fornecem um alimento chamado Maná.

A ideia de vários céus é afirmada por místicos e ocultistas, que apoiam a existência de mundos e dimensões superiores e inferiores que a pessoas percorrem após desencarnar.

Os anjos têm dificuldade de permanecer na terra por muito tempo. O que permite a permanência do anjo na terra é a energia e a luz de nossa aura, que para o anjo corresponde ao mesmo que o oxigênio é para nós.

Quando estamos tristes e passando por dificuldade, nossa aura enfraquece e o anjo sente dificuldade de atuar, então o gênio contrário, ganha força, nos abatendo ainda mais.

Quando a criança nasce, já foi escolhido o seu anjo protetor que irá acompanhá-la pelo resto da vida. Quando existe a possibilidade de um espírito encarnar, a primeira providência a ser tomada é a consulta aos espíritos encarnados dos futuros pais da criança.

Esta consulta é feita durante o sono e se houver a concordância, os poderosos anjos superiores começam a plasmar o retorno do espírito. Durante a gestação, é o anjo da mãe do bebê que protege a criança. Quando a criança dá a primeira inspirada, após nascer, o anjo protetor determinado, passa a protege-la.

Até os 8 anos de idade, a anjo da guarda permanece 24 horas protegendo e auxiliando a criança, no que for preciso. Neste período a marcante presença do anjo da criança, tem a força de deixar o anjo contrário sem poder. Após os 8 anos o anjo vai se afastando paulatinamente, quando a criança começa a adquirir uma personalidade definida e criar seu próprio livre-arbítrio.

O anjo pessoal passa então a voltar a terra apenas nos 20 minutos que lhe são consagrados, diariamente segundo a doutrina angélica ensinada pela cabala, por isso é importante saber qual o melhor horário para orar ao seu anjo protetor.

ÁUDIO:

quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

AS RELIGIÕES ABRÂMICAS E AS POSSÍVEIS CONSEQUENCIAS


As manifestações divinas, mais proclamadas em todo o planeta, que tem relação direta com a crença em um único Deus, são as religiões que descendem de Abraão, patriarca hebreu, denominadas de religiões abrâmicas, pois derivam de um mesmo tronco.

Os escritos bíblicos, segundo os achados arqueológicos encontrados em pequenas tabulas de argila, remontam aproximadamente 3 mil anos. A bíblia foi entendida e é cultuada com a palavra e a vontade de Deus. Cada um dos enviados divinos proclamados como profetas e mestres do ensinamento, são responsáveis pelos escritos bíblicos.

Tanto no velho como no novo testamento, a bíblia foi escrita através de escribas e apóstolos, desde Abraão, Moisés e os antigos profetas, culminando em Jesus Cristo e os apóstolos.

Esta matéria já é do conhecimento das religiões tanto do judaísmo, como do cristianismo e também do Islamismo.

Está claro no ensinamento judaico, que o Deus da bíblia mosaica, é um Deus transformado em guerreiro, que escolheu um povo para representá-lo, lutando ao lado desse povo, para dar a eles a terra prometida estabelecendo uma aliança com os seus patriarcas,, e praticando toda sorte de fenômenos, inclusive os naturais para proteger as 12 tribos de Israel.

O Deus dos hebreus até então, era um Deus nacional, cuja ação era impiedosa e vingativa, permitindo ao profeta Isaías, seu representante, passar ao fio da espada os sacerdotes de Baal, para cumprir o seu desejo de proteger e amparar o povo judeu.

A característica principal do povo judaico, era a dureza e a punição. A pena do Talião consistia no “olho por olho, dente por dente” a crença divina judaica se consolidou pelo temor a Deus.

O primeiro requisito para se adorar a Deus, era temê-lo como um terrível inimigo de quem não aceitasse as leis e não colocassem em prática seus ensinamentos. A classe judaica sacerdotal estabeleceu os limites e os valores interpretativos da lei mosaica, com base em suas ações, em nome de Deus e sua aplicação. Em função daquilo, julgava mais conveniente, para dominar e subjugar o povo sob sua proteção. Essas leis, eram sociais e divinas, e regiam o comportamento, e a ação da nação judaica.

O primeiro fundamento era a obediência cega e eterna, absoluta ao Deus judaico. Os judeus queriam impor o seu Deus nacional à todos os povos que conheciam, não se importando se fosse através da força ou das conversões. Dentro da comunidade judaica, um profeta prometido para libertar o povo, foi anunciado e nasceu na Judéia sobre o reinado de Herodes, seis anos antes da era atual. O calendário tem uma falha na data do nascimento do fundador do cristianismo. Segundo os evangelhos canônicos, Jesus nasceu em Nazaré, dentro da nação judaica, sob a dominação romana no reinado de Herodes.

Existem muitos mistérios com relação ao seu nascimento, anunciado á Maria sua mãe pelo anjo Gabriel. O cristianismo mantém como dogma de fé, que Jesus nasceu de uma jovem virgem, sem o contato físico, gerado de forma milagrosa, pelo espírito santo.
Este Ser, concebido de uma maneira ante natural, foi o responsável pela fundação de uma das maiores religiões do planeta, com bilhões de seguidores, entre católicos e protestantes.
Ambos, com suas ramificações, por conta de interpretação dos seus ensinamentos e doutrinas teológicas.

Segundo pesquisadores e de acordo com a mensagem, Moisés trouxe para a sociedade humana, um Deus combatente, rigoroso, julgador, vingativo e protetor do seu povo. Jesus, trouxe outra face de Deus, ensinando o amor amplo e irrestrito, o perdão, a compaixão, e segundo os escritos bíblicos, fazendo milagres, curando toda sorte de enfermidades, ressuscitando mortos com oração e imposição das mãos, ou no simples toque dos fiéis em suas vestes.

Jesus foi crucificado pelos romanos a pedidos dos sacerdotes judeus, porque sua ação evangélica e sua popularidade os incomodaram.

Os donos do ensinamento mosaico julgaram Jesus impostor e falso profeta, conseguindo sua condenação num julgamento parcial e com objetivo programado: “Sua morte.”

Os ensinamentos de Jesus foram compilados em vários escritos, mas a sua igreja só validou 4 evangelhos: Marcos, Matheus, Lucas e João, considerando os demais apócrifos ( sem valor divino).

Duas faces de Deus foram mostradas: o Deus Israelita, protecionista, cruel e vingador, e o Deus Cristão piedoso, milagroso, misericordioso e benigno. Após essas duas manifestações terem sido ensinadas, grande parte dos povos do oriente médio, não se convenceram dessas mensagens e não se converteram a esses dois ensinamentos.

Nem os judeus atingiram as tribos árabes nômades no deserto, e nem os cristãos conseguiram convencer os árabes, que Jesus era o mesmo Deus judaico, nascido em carne e osso, “ o Deus que se fez homem e habitou entre nós”.

Durante toda a vida dentro da sua mensagem, Jesus se referiu a Deus, como seu pai que chamava de Aba, cultuado pelo seu próprio povo. Jesus nasceu dentro da nação judaica. Os árabes que viviam no deserto como tribos nômades ganharam a sua mensagem e um profeta de nome Maomé. Maomé se rebelou com o politeísmo árabe. Maomé foi criado conhecendo a bíblia judaica e o cristianismo.

Na época do seu nascimento, a igreja já havia realizado o concílio de Nicéia em 325 d.C., e o de Constantinopla II, em 553 d.C., que definiram os ensinamentos fundamentais da fé cristã, estabelecendo o seu credo oficial e seus anátemas, sendo o anátema de Orígenes e a doutrina dos 3 capítulos, o mais grave. Quando Maomé nasceu, muito do conhecimento judaico cristão já havia sido ensinado. Maomé aos 40 anos, indignado com o caminho dado ao entendimento divino, protestou contra a idolatria do povo e aos Deuses pagãos, acreditando em um só Deus.

Segundo a história religiosa, recebeu mais de uma vez a visita do anjo Gabriel (o mesmo que noticiou a Maria o nascimento de Jesus) que lhe ditou o alcorão, tendo como base principal a total submissão fundando aquilo que chamou de a 3ª e última revelação: - A religião do Islã, que quer dizer, submissão.

Maomé não quis contestar nem a bíblia judaica, e nem o evangelho cristão, que já estava sendo ensinado havia mais de 500 anos. A sua pregação, consistia em dizer em tom crítico e acusado, que os judeus traíram Deus, e sua confiança depositada no Pentateuco e que os cristãos transformaram um profeta Lamaísta em Deus vivo.

Depois de uma luta política interna, dentro da igreja, e por determinação do imperador Constantino, através de uma decisão do concilio de Nicéia, em 325 d.C., os cristãos, transformaram Jesus, que se dizia filho de Deus, no próprio Deus, com aprovação do dogma da santíssima Trindade. A ideia importada da Índia e do Egito, se transformou numa batalha ideológica, travada entre o bispo Ário e Atanásio, na qual, Atanásio saiu vencedor. Jesus Cristo, de filho de Deus, passou a ser o próprio Deus. Quando Maomé, apesar de analfabeto, compreendeu essas informações, aceitou a bíblia como inspirada por Deus, e Jesus, como um profeta humanista, mas não como o Deus.

Maomé não aceitou reverenciar, um homem, como Deus, condenando como infiéis os judeus e os cristãos, estabelecendo as bases de uma nova fé, muito embora aceitasse Abraão, Moisés, Jesus e os profetas como enviados divinos.

Maomé proclamou o 3º fundamento à total submissão do homem ao altíssimo perfeito, criador de todas as coisas, que chamou de, Alá, pregando que só “existe um deus que se chama, Alá, e Maomé, seu único profeta”. Maomé formou seu exército, invadiu cidades, destruiu ídolos, implantou sua fé combatendo judeus, cristãos, pagãos, ateus, etc.…

Quando morreu, sua religião já estava implantada, e a fé divina, foi interpretada pelos seus sacerdotes, e sistematizada como dogma de fé, dentro de sua igreja. Maomé permitiu a poligamia, hoje legalmente, nos estados teocrático islâmico, cada árabe convertido, pode ter até quatro esposas. Existem califas, que possuem muitas esposas; todos esses, adeptos a Maomé, com total submissão a Deus, orando 5 vezes ao dia, com o rosto voltado para Meca, numa ação, inteiramente submissa.

De todas as religiões abrâmicas, o islamismo é a que mantém a chama divina dentro dos corações de seus adeptos com grande força. É uma religião que não controla a fertilidade. Os árabes muçulmanos têm muitos filhos com suas várias esposas. O islamismo é a religião que mais cresce no mundo, por conta da conversão de muitos, e também da expansão populacional, estimulada pelo estado. Não é difícil prever, sem nenhuma anunciação profética, que dentro de poucos anos, o islamismo não tenha dominado o mundo, em número de adeptos convertidos, ou procriados.

Hoje o planeta teme,  os Jihadistas (homens bomba islâmicos) que não pensam 2 vezes em se explodirem em lugar público, em nome de sua fé, para combaterem os judeus e cristãos, numa luta política que vem desde o império otomano, sangrenta, cruel , inadmissível em pleno século vinte e um, aonde o mundo luta, contra o aquecimento global, e a degradação das forças da natureza.

Hoje os laboratórios estratégicos, desenvolveram sofisticados aparelhos de raio X, que invadem a privacidade física dos indivíduos, para procurarem armas e bombas presas em qualquer parte do corpo, conduzidas por fanáticos religiosos, prontos a se explodirem em aviões e logradouros públicos, embasados numa interpretação religiosa, patrocinada para quem se serve da boa-fé de famílias humildes islâmicas, provocando a dor e o sofrimento da humanidade.

Existe hoje na cultura religiosa, três pontos na manifestação divina com base na fé cega:

1º a obediência judaica;
2º o perdão cristão e
3º a submissão islâmica.

Bilhões de seres humanos, professam esses pontos de fé. O restante da humanidade, cultua outras formas de religião, existindo também milhões de ateus. Se o homem acredita realmente que Deus existe, e que esse Deus quer a felicidade de cada criatura, todos os pontos conflitantes no campo da fé cega, devem ser reavaliados, reexaminados e repensados. Não é possível uma sociedade crescer, se desenvolver, tendo a bandeira de Deus, como desculpa para atos abomináveis, que já aconteceram em nome das religiões do passado, e que acontece no presente.

Os sacerdotes de todas as religiões do mundo, deveriam se reunir e discutir, o ponto principal de todas as religiões que creem em Deus. Talvez o budismo responda não. Se todos ou quase todos acreditam, não pode haver ponto conflitante na religião, que justifique qualquer ato que possa trazer à dor e o sofrimento as famílias do mundo. Deus deve existir para trazer conforto, crença na vida imortal e muito mais. Deus não deve existir como justificativa para provocar guerras, mortes e sofrimentos.

O povo do mundo precisa ser mais feliz. Tudo que chegar de Deus ao homem, deve trazer felicidade, conforto, amor, equilíbrio, justiça e conhecimento, principalmente conhecimento divino. A proposta cristiciísta é de conhecimento divino.

A Filosofia Cósmica do Poder Divino Integralizado, é uma atitude mental, onde a consciência meditativa pode abrir os horizontes e ampliar as possibilidades criativas da criatura. Promover a integração do homem com os campos vibracionais, com os campos superiores de conhecimento, e amor divino sem medo do inferno, purgatório, demônios e punições eternas.
Liberta o Ser, da prisão interpretativa, causada por teologias conflitantes e devastadoras. Um novo mundo mental, precisa ser procurado e reaberto pelo ser humano. Com certeza o Cristiciísmo dará o 2º passo nesse sentido, pois o 1º passo já foi dado por várias ordens existentes no planeta, e as múltiplas interpretações dadas, a fenômenos provocados pela ação espiritual. É muito claro e facilmente perceptível, que quase tudo até agora no campo da religião, aconteceu de maneira conflitante, principalmente dentro das religiões Abrâmicas.

O mundo está mudando, não só fisicamente como também dentro do ecossistema. Na área da comunicação, o fenômeno da internet, uniu os povos e vai acabar unindo as pessoas através das redes sociais. E a religião, como estará no futuro, com seus dogmas, clero e sacerdotes? Como estará Deus, na cabeça das crianças e dos jovens?

O ateísmo vem crescendo. As religiões através da fé cega, não estão dando respostas lógicas e lúcidas a nova geração.

A fé cega não prevalecerá.

A fé conhecimento ganhará mais espaço?

Cremos, que o que o mais importante é conhecer um caminho e perseverar. Abrir as portas e janelas da mente, e do coração, e deixar o ar divino entrar em cada ponto do metabolismo humano, para que o velho ensinamento se constitua numa boa base para o novo, e que o novo, saiba respeitar os valores do velho ensinamento.

O nosso 2º passo é bater firme na meditação consciente, e na busca da fé conhecimento, tendo um único Deus glorioso de sabedoria, vontade e perdão. É importante que o homem acredite e pratique o amor a Deus, sobre todas as coisas, e ao próximo, como a si mesmo.

Aí está toda a lei, e os profetas.

Psicografado e Editado por Adilson Teixeira de Godoy.
Mentor: D. Adyan.
Ordem Espiritual Crística da Ordem de Melquisedec.
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ÁUDIO:


A RELAÇÃO DO SER HUMANO COM DEUS


Onde procurar Deus?

Esta é uma questão que só pode ser respondida por quem realmente deseja buscar o divino, indo de encontro a essência da fé onde não existem barreiras impostas por teólogos, clérigos, pastores, mentores e outras formas de aprendizado acadêmico.

Normalmente, existem alguns pontos que se tornam bastante claros nessa busca da relação do homem com Deus. Estes pontos, se manifestam de forma esotérica dentro da liturgia dos cultos, da doutrina ensinada pelas escolas religiosas e pelo sentimento místico, seja este sentimento, através da simples contemplação ou da pura experiência pessoal onde a fé leva o deísta a uma viagem profunda dentro do silêncio interior.

Não é difícil procurar Deus na liturgia. Todos os cultos de qualquer religião praticam a sua liturgia, fazem as suas oferendas, recitam as suas orações e executam músicas numa articulação conjunta de pessoas repetindo texto ou ouvindo os temas musicais ou ainda os repetindo e louvando através do canto.

Os cultos apresentam para a visão dos fiéis, principalmente em datas especiais, verdadeiras peças teatrais encenadas com base na liturgia religiosa, independente da religião que determinou e estabeleceu os limites do culto.

Outra forma de estabelecer esta relação, é através da doutrina que caminha pela trilha da interpretação humana dos textos considerados sagrados, que foram legados pelos fundadores das religiões.

Normalmente, os teólogos doutrinadores responsáveis, pela orientação dos fiéis e até dentro das escolas de formação sacerdotal, interpretam, definem, sistematizam, selecionam, decidem e impõem suas interpretações afirmando ser um pensamento divino, votado e aprovado por seres humanos. Eles se colocaram e se colocam na condição de veículos especiais do mundo espiritual, na comunhão com Deus, inspirados pelo Espírito Santo.

Na realidade, as doutrinas interpretativas, são criações puramente advindas da mente humana, ou isoladamente, ou através do consenso da hierarquia da religião, que estabeleceu a linha de pensamento, aprovada e votada, pelos que se apresentam como intérpretes do pensamento messiânico do fundador da religião.

A próxima relação, é o sentimento místico na busca pelo encontro com a divindade, que nasce das entranhas do ser humano, no silêncio oculto do seu âmago, que anseia por uma revelação clara, ou um ensinamento objetivo, que possa conduzi-lo pelo caminho que representa a verdade, de quem busca as respostas, desejando sinceramente encontrar uma linha de diálogo com Deus.

Dificilmente uma experiência com o divino é encontrado na superficialidade. A experiência mística, normalmente costuma chegar através do consolo em momentos cruciais, onde o conforto e a compreensão sobre fatos inusitados na vida vão se sucedendo. Neste momento, não é somente o conhecimento acadêmico doutrinário da visão religiosa e da ação litúrgica que vai confortar.

O que realmente vai importar é a relação mística, é a experiência que transcende a matéria que não são da esfera das atividades do dia a dia.

Isto só vem através da meditação.

Os pontos focados na meditação elevam o grau de percepção interior do ser. Esta percepção tem grandes chances de mudar a sintonia esférica de graduação de quem está buscando esta sintonia.

A meditação está para Deus assim como Deus está para a sua manifestação dentro de cada ser.

A meditação tem a força de encaminhar o ser para a busca mística, que vai permitir a expansão da ideia, que nasce do desejo de cada um, de buscar, a sua experiência com Deus.

No silêncio interior da meditação, o Ser cria condições naturais para o seu despertamento, cujo objetivo, é sentir dentro de si a presença de Deus, possibilitando a sensação de estar numa vivencia plena com o divino.

É importante que o ser humano trabalhe conscientemente a força divina.

Toda a religião tem os seus métodos, cujo o objetivo é manter o ser humano ligado na ideia de Deus e realmente fazem isto de uma forma sincera.

As religiões abrâmicas sistematizaram sua fé.

Os muçulmanos estabelecem como ato de fé que seus fiéis orem 5 vezes ao dia, ajoelhando-se em louvor a Alá e as igrejas cristãs realizam suas missas.

O judaísmo proclama seu culto nas sinagogas. Muitos vão a cultos em suas religiões, mas será que todos ali presentes já viveram uma real experiência mística com Deus?

Isto não quer dizer que sua presença nos cultos esteja invalidada. Na realidade o culto religioso dá um passo importantíssimo que é oferecido através da liturgia e das doutrinas que embasam qualquer religião.

A vivencia mística é uma busca que se passa em outro estágio e também não vem somente por intermédio da fé contemplativa.

É importante o ser ir além da esfera litúrgica, doutrinaria e contemplativa para que sua relação com Deus possa se aprofundar.

Um dos caminhos é procurar o silencio interior, fixando a mente em um ponto ou um texto e permitir que este ponto vá entrando e aumentando seu potencial energético de assimilação e integração.

Uma das reações físicas quando isto está acontecendo, vem através da plenitude, sensação de conforto diante de um fato de difícil compreensão e aceitação.

Este momento difícil, vai se tornando mais natural e se acomodando como a melhor solução diante dos fatos, limpando as correntes de campo, que paralelamente passam a estabelecer uma contradição, ou uma ação contrária, que não seja de compreensão e conforto, bem diferente de um conformismo inaceitável.
O encontro com Deus, provoca um amadurecimento interior dando mais qualidade e visão da vida e uma possível tomada de decisão.

Viver uma experiência neste sentido, possibilita o desenvolvimento da percepção, pois aumenta a concentração. Este aumento da concentração ativa as reações internas que contribuem para a compreensão mais elevada do episódio e do objetivo desta percepção mística.

A presença de Deus no ato da meditação, contribui para não permitir um desequilíbrio psicossomático com efeitos colaterais. Esta experiência mística desperta um novo saber, permitindo que a pessoa cresça interiormente pela auto compreensão, conseguida por sua força de vontade em buscar na experiência mística do encontro com Deus e forças adicionais fora da programação dos contextos religiosos esotéricos (expostos ao visual, como atos litúrgicos visíveis por exemplo).

Estas forças adicionais, atuam no ser através do campo divino que chega até cada um, ativado pela centelha divina que existe em cada criatura, desde o momento que passou a fazer parte do processo evolutivo.

Este despertamento, ativa o sistema que responde naturalmente de forma automática, ao estímulo provocado conscientemente por meio da meditação.

É através da vivencia mística que as coisas de Deus costumam se resolver.

É importante que a experiência desta vivencia mística e divina, passe a se tornar o centro da vida espiritual de todo ser, através do ato meditativo.

Quando isto começar a acontecer Deus começará a se revelar indicando o melhor caminho para lhe trazer conforto, segurança e felicidade.

Jesus disse: “...batei e a porta se abrirá...”

Psicografado por Adilson T. de Godoy
Mentor: D.Adyan
Ordem Espiritual Crística da Ordem de Melquisedec
Filosofia Cósmica do Poder Divino Integralizado
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A PROCURA DE DEUS



Existem algumas formas da criatura procurar Deus.

A primeira, e´ através da religião escolhida, como a que lhe preenche e satisfaz dando-lhe todas as respostas, preenchendo todo o vazio, que por ventura possa lhe faltar como consciência da sua própria realidade. 

Outra forma, é através da lógica filosófica, intuição e fé. 

A outra, é através do medo. A criatura poderá pensar: “...se não acreditar em Deus, quando morrer, vou sofrer toda a sorte de punições. Meu espírito permanecerá na escuridão interminável da eternidade...”

O medo, até hoje, incutido nas pregações deístas, ainda vem acompanhado do diabo ou do demônio, ocupando o espaço pelas criaturas que se descuidam da sua vigilância espiritual. O temor da morte, aliado à falta de explicação e investigação cientifica, que coloque o ser na vida imortal, com a segurança da pesquisa bem-sucedida e de provas irrefutáveis da imortalidade, deixam um espaço enorme que é preenchido de várias maneiras, porque apesar dos esforços das criaturas bem-intencionadas, não existem provas publicadas em tratados e revistas cientificas especializadas sobre a vida após a morte, apesar da existência da doutrina espírita difundida mundialmente pregar esta convicção juntamente com inúmeros trabalhos publicados por imensos autores e pesquisadores, as igrejas cristãs, católicas e protestantes, não aceitam em suas doutrinas, a evolução do espírito através do processo reencarnatório, que faz parte da nossa visão filosófica espiritual. Com isto, o temor imposto e ameaçatório se institucionalizou como a melhor solução.


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FUNDAMENTOS E PRINCÍPIOS CRISTICIÍSTAS

A verdade divina se sustenta em fundamentos e princípios.

Sem esses dois ícones do conhecimento, não há como o ser humano estabelecer parâmetros para poder ativar todas as correntes energéticas interiores de ação, possibilitando o crescimento interior de cada criatura.

O desejo crescente de toda comunidade espiritualista é que cada membro se destaque pela ação pessoal, demonstrando interesse em buscar respostas para suas questões.

As respostas são componentes importantes na consolidação da fé de cada criatura.

Quanto mais o ser humano encontrar respostas que alimentem a sua convicção, mais o seu potencial energético de fé, energizará a sua mente, e a sua consciência se revelará a si mesmo, acrescentando pontos ao seu desenvolvimento espiritual.

O conhecimento não representa afastamento dos princípios que norteiam a fé. É muito importante buscar e trabalhar pelo conhecimento.

O conhecimento afasta o ser humano da exploração religiosa e o protege contra ensinamentos que não tem como se sustentar à primeira inquirição.

Um ser convicto da sua fé conseguida com base na reflexão, no estudo, na meditação dos postulados divinos, está apto a representar o seu papel dentro do cenário social e espiritual.

Com o espírito esclarecido, o ser torna-se mais útil ao processo, mais intenso e seguro em suas posições, e muito mais amplo na sua visão de vida com maior probabilidade de realizar seus objetivos no campo da fé e da realização profissional.

Escolher e selecionar o caminho espiritual a ser seguido é de extrema importância para o sucesso de qualquer criatura.

Uma criatura reconciliada com Deus, com espiritualidade, acreditando na sua religião e na sua fé, não esconde e não oculta nenhum postulado de verdade.

Esta postura aumenta o seu potencial criativo, crescendo na sua ação positiva, iluminando consciências e ensinando o verdadeiro caminho espiritual a cada um que se aproximar e se preocupar em ouvir seus aconselhamentos.

A fé aumenta a confiança em Deus e abre novos pontos para que a criatura possa se auto iluminar e enxergar dentro de si mesmo. O lastro divino que seu espírito trabalhou por todo o curso evolutivo, desenvolvendo gradativamente seu dom, ou seus dons, num certo momento de sua evolução, com certeza se manifestará.

A manifestação do dom não decorre de um prêmio divino. O maior prêmio divino é o dom da vida imortal.

Os demais dons são conseguidos através do trabalho, armazenado em vidas sucessivas, numa área específica do conhecimento que mais cedo ou mais tarde se manifestará, sendo que em alguns casos, será auxiliado pela genética, numa combinação perfeita de pais ou avós, que atuam ou atuaram no mesmo seguimento.

Muito se fala sobre o privilégio divino da concessão do dom para determinados escolhidos de Deus.

O grande teólogo cristão Orígenes já dizia na sua doutrina dos três capítulos, esquecida e anematizada pela sua igreja em 553 D.C.: “A justiça divina não privilegia ninguém”.

Buscar o conhecimento faz com que a criatura reflita sobre suas bases recebidas de gerações passadas, dentro do mesmo seguimento familiar.

Muitos seres não questionam Deus, mas questionam as interpretações dadas pelos seres humanos à palavra de Deus, contida nos seus códigos e escritos, repassadas a toda humanidade por diversos seguimentos religiosos.

O homem jamais poderá se queixar que faltaram informações para suas elucidações espirituais. O que faltou, e ainda falta, são explicações claras e objetivas, sem compromissos com doutrinas pré- estabelecidas.

Os que procuram estas informações para seu desenvolvimento pessoal esbarram em ensinamentos semeados por interpretações, que no curso dos séculos serviram a interesses políticos e se desviaram do caminho.

O dever do movimento espiritualista é reunir suas sementes espalhadas e semear novamente em um novo campo para que elas possam germinar, criando novas florestas com novos frutos e um novo jardim do Éden.

No atual jardim, existem outras árvores com cascos grossos, já curvadas pelo tempo que mais cedo ou mais tarde a natureza se encarregará de cumprir a sua lei natural.

A nova luz sempre chega e chegará. Chegou para os Judeus no nascimento de Cristo, chegou para os Vedas com o nascimento de Buda e chegará para todas as nações atuais no momento certo, mas é necessário preparar o caminho, como disse João Batista com relação a Jesus.

A natureza e o conhecimento não dão saltos e muito menos o ensinamento divino.

Tudo tem seu tempo certo.

É preciso paciência, tolerância, perseverança, estudo, meditação, responsabilidade e muita fé em Deus.

Estas questões são importantíssimas para qualquer criatura que tenha um projeto, seja ele divino ou não, a ser implantado.

A ansiedade precisa ser controlada em qualquer caso. É preciso trabalhar com resignação, independente dos problemas colocados no caminho, com tempo, convicção, sem pressão e sem medo de errar.


A TOMADA DE CONSCIÊNCIA


A civilização humana está vivendo um momento muito delicado.

A evolução espiritual do planeta, devido ao sincretismo religioso, deixou de sentir e olhar os verdadeiros fundamentos que sustentam a fé, a religiosidade e a espiritualidade.

Devido às discordâncias filosóficas, por conta das teologias que dividem a visão divina do ensinamento e o nascimento do antagonismo teológico, colocando uma crença religiosa contra a outra, estabeleceu um conflito interpretativo na importância da fé, que não consegue se sustentar, em pontos comuns, que devem assentar o conhecimento, e fundamentar a verdade superior em alicerces básicos, que constituem os pontos de sustentação de toda ideia divina, seja esta, religiosa ou espiritualista.
Crer na verdade superior divina é manter a esperança no renascimento espiritual após a extinção da vida física e no renascimento do corpo espiritual para a vida eterna.

Embora as religiões mantenham seus cultos e suas pregações em atividades através de suas liturgias em seus templos, com seus sacerdotes e pastores, pregando a palavra de Deus, ainda existem milhões de pessoas afastadas da dimensão religiosa ou por desinteresse ou falta de motivação em querer sair de suas residências e do seu conforto nos finais de semana, ou em qualquer dia da semana, para manter sua mente ligada no ensinamento das coisas de Deus. A missão dos sacerdotes é de manter a força divina ativa dentro dos lares em todo planeta.

Manter o pensamento voltado para o entendimento e o amor divino é uma grande alavanca para que a vida possa caminhar em torno da realização não só material como espiritual de cada criatura.

Psicografado por Adilson T. de Godoy
Mentor: D.Adyan
Ordem Espiritual Crística
Filosofia Cósmica do Poder Divino Integralizado
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PENSAMENTO CRISTICIÍSTA


O Cristiciísmo ensina que:

1º Os seres humanos são responsáveis pela sua evolução e crescimento interior.

2º As forças espirituais devidamente trabalhadas, ajudam a expandir a força divina que existe em cada um de nós e é responsável direta pela nossa vivência espiritual, pela nossa luz interior e pela qualidade energética que deverá compôr o campo magnético de integração, responsável pela nossa localização no plano espiritual, após deixarmos o corpo físico.

3º Deus perdoa, mas não exime o Ser de responder por suas faltas.

4º Deus não pune ninguém, simplesmente corrige as frequências vibratórias de cada um, de acordo com as transgressões das leis divinas. A correção será aplicada de acordo com o grau das transgressões verificadas durante as encarnações vividas pelos seres.

5º Cada caso será examinado pela justiça divina e a correção aplicada terá como objetivo aperfeiçoar e integrar o Ser no sistema crístico de expansão.

Para tanto, a Ordem Espiritual Crística tem por objetivo educar espiritualmente todos os seres, além de trabalhar para que o ser humano mantenha o seu lado moral vigilante, procurando compreender os ensinamentos espirituais contidos nos Livros Sagrados repassados pelos grandes mestres na formação espiritual do planeta.

As atitudes humanas no curso da evolução, foram moldando e plasmando as correntes vibratórias através da intercomunicação com estes ensinamentos.

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AÇÃO DAS FORÇAS ANGÉLICAS


A realização do ser humano importa às forças angélicas, responsáveis pelo alimento espiritual, que mantém a fé na atividade crescente dentro de cada um.

Desenvolver o poder divino dentro de cada Ser é o caminho que encontramos para acrescentar nossa visão espiritualista dentro deste campo de evolução.

A ação do Espírito Santo, possibilita a iluminação de todos os seres numa evangelização, tornando-os mais conscientes dessa ação na expansão do conhecimento superior.

Em todos os pontos do planeta, a espiritualidade está se manifestando das mais variadas formas, para possibilitar uma nova consciência e transformar a situação atual entre nações, mesmo que seja por interesse econômico ou religioso.

A espiritualidade não encontra barreiras teológicas impostas por Colégios Sacerdotais em todo ramo e seguimento do conhecimento e do amor divino.

A ideia divina, que está ativa desde que as primeiras tribos africanas enterraram o seu grande guerreiro com honras de deus tribal, ainda atuará em todos os seres que vivem sob um mesmo teto dentro do planeta.

Nem Deus, nem seus enviados desistiram de lutar pela religiosidade e espiritualização de todos os seres.

As noções básicas de fé e conhecimento consciente, foram trazidas por entidades espirituais de alto teor vibratório em corpos físicos renascidos, para levar a cabo a missão superior que entre outras atribuições é a de integrar os seres e seus pensamentos às correntes cósmicas de expansão com atributos angélicos de amor, verdade e conhecimento.

O destino da raça humana é o encontro com o seu Deus interior.

Quanto mais a verdade divina estiver semeada dentro de cada criatura, mais o universo espiritual encontrará estabilidade rítmica, e mais ajudará a todos os seres que estiverem sob o teto destas correntes intercomunicantes.

São estas correntes que ligam todo o sistema crístico, permitindo que os seres possam desenvolver a sua capacidade de interagir com estes campos vibracionais, ativados pela ação do Espírito Santo e pela integração das forças angélicas, que alimentam por determinação divina todas as correntes vibratórias, que por sua vez sustentam o campo magnético e permitem a ação deste campo na semeadura cósmica onde a vida deve se manifestar.

O ser humano, como elemento integrado ao sistema, atua na ação co-criativa como um compressor gerador de força, que atua como um dínamo produzindo correntes intercomunicantes de integração conjunta.

Estas correntes produzidas atuam na expansão do conhecimento divino interagindo com as energias que sustentam o equilíbrio cósmico e possibilitam a expansão do conhecimento.

A recuperação moral da sociedade humana, representa o primeiro passo para harmonização do sistema. O sistema harmonizado disponibilizará, através da ação ectoplasmática, as informações contidas nas esferas de conhecimento, depositárias de todo livro divino, que está disponível no sistema, desde que a graduação moral da sociedade humana possa entrar em sintonia com estas esferas superiores que canalizam o conhecimento cósmico.

A ação da força interior de cada um, pode penetrar nestes campos energéticos e retirar destes campos todo o conhecimento necessário à evolução não só espiritual, como também tecnológica.

Todo o conhecimento está condensado nas esferas superiores, onde o grau evolutivo de cada criatura, combinado com sua graduação moral, poderá penetrar.

O ideal da força angélica, é que os seres humanos renascidos na carne possam compreender e trabalhar pela expansão de todo amor e conhecimento divino. O trabalho e o ideal são forças ativas, que se constituem nas ferramentas essenciais para o desenvolvimento de cada criatura.

A fé aliada ao conhecimento é uma poderosa força de apoio para a criatura encontrar o caminho da luz.

O objetivo de todos os seres é encontrar o caminho da luz, especialmente no momento atual.

Este é o desejo de toda comunidade espiritual desde que o homem começou a pensar de forma espiritualizada.

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BASE CRISTICIÍSTA



O Cristiciísmo tem como base ensinar e divulgar a filosofia cósmica do poder divino integralizado.

A proposta Cristiciísta é trabalhar o ser humano, contribuindo decisivamente para torná-lo espiritualmente mais sensível, posicionado, confiante em si próprio, com coragem para superar qualquer obstáculo, acreditando sempre que tudo vai clarear, se resolver melhorar e crescer.

O Cristiciísta crê em Deus, acreditando num Deus interior, próximo, lógico e viável, em condições de ser acessado pela postura mental positiva.

O Cristiciísta quer um ser humano com fé, coragem, e conhecimento, andando lado a lado, completamente unido pelo desejo de contribuir para melhorar a si próprio, sua relação com a sociedade em que vive, reconciliado com Deus e trabalhando integrado com o Sistema Crístico de Expansão, e com as forças que sustentam o equilíbrio cósmico, por fim, movimentando energias que até então desconhecia.

A Ordem Espiritual Cristiciísta, tem condições de oferecer um material filosófico textual e meditativo, contribuindo decisivamente para viabilizar o projeto humano de espiritualidade, religiosidade e integração.



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A ESCOLHA DA LINGUAGEM CRISTICIÍSTA



Toda manifestação do pensamento, através da escrita segue uma linha de raciocínio com objetivo de fazer com que o que se queira comunicar seja entendido pelas pessoas, sem que seja preciso andar com um dicionário embaixo do braço para assimilar cada sentença pelo uso exclusivo de palavras de difícil compreensão pelo leitor, que a cada momento, precise interromper a leitura para conseguir penetrar e entender o que é de interesse do autor do texto.

O nosso interesse é que os textos sejam percebidos de uma maneira clara e com um pensamento expresso de uma forma objetiva, para que a pessoa possa penetrar no espírito e na razão do texto.

O sentido oculto das entrelinhas, foi deixado de lado propositalmente para que a matéria passada seja assimilada sem rodeios.

O discurso empregado não se preocupou em manter um estilo literário, muito embora reconhecemos que o nosso ensino tem uma exposição de certa forma padronizada, dentro das necessidades de comunicação, da mensagem, que tem uma linguagem claramente identificável, porque nasce de uma mesma fonte de exposição, com poucas variações de estilo, tanto no conteúdo e na forma de expressão.

As palavras: energia, expansão, cósmica, campo, vibrações, força e outras, são características da proposta filosófica e espiritualista que a ordem se propõe a repassar.

Nossas mensagens têm a finalidade de passar o conteúdo básico do pensamento espiritualista de uma nova doutrina religiosa, com suas características próprias de comunicação, não só na forma gramatical, como também na finalidade a que se destina. As pessoas necessitam tomar contato com um pensamento espiritual, que possa lhes comunicar alguma coisa que venha demonstrar que a verdade espiritual é abrangente.

A informação que a ordem possibilita com a leitura e meditação dos seus textos, aumenta consideravelmente a visão espiritual.

A comunicação é abrangente no domínio de outras ciências como a biologia, a física, a química, até porque a espiritualidade está ligada ao conhecimento como um todo e não somente com o campo da fé cega e contemplativa.

O espírito humano é por natureza questionador, e a medida que vai assimilando um conhecimento, vai percebendo que sua visão interior vai clareando. Quando isto acontece, a criatura começa a compreender melhor as pessoas, o mundo que os cerca, os interesses envolvidos. Isto possibilita uma maior reflexão, permitindo aos seres se posicionarem melhor durante os fatos da vida, seja este fato material ou espiritual, abrindo perspectivas interiores de avanços intelectuais e psicológicos.

A filosofia cósmica do poder divino integralizado traz na sua base de ensino, correntes cósmicas de profundidade que vão capacitar a criatura humana a se posicionar na vida sem medo de lutar pelos seus ideais, com confiança, e tendo como aliado uma forte corrente energética que o manterá integrado e sintonizado com sua força de origem, porque os fundamentos repassados pela doutrina estão escritos no livro da sabedoria divina.

Todo ensinamento procura ser didático, direcionado e profundamente espiritual.

O desejo é que as pessoas aprendam a pensar de uma forma energética, criando campos magnéticos de sintonia, facilitando a sua penetração nos campos divinos de vibração superior.

A linguagem disponibilizada foi concebida para ser reconhecida pelos canais espirituais específicos destinados aos interlocutores. Qualquer uma das meditações propostas encontrará respostas espirituais dentro dessa faixa meditativa, porque o fluxo de correspondência é ativado pelo som da palavra captada, com todo seu potencial energético, agindo de uma forma cinética dentro da corrente cósmica pré-estabelecida e apta a reconhecer e atuar nos centros energéticos de ação integrada.

Estes textos já estão sintonizados na frequência de campo dentro do sistema integrado, porque o modelo energético da linguagem, começa a fluir instantaneamente sobre a aura espiritual, pelo simples fato de estar lendo os textos.
Isto chama-se fluxo energético de ação conjunta.

A própria linguagem é a chave de comunicação instantânea com o campo cósmico estabelecido pela identidade do campo energético. A freqüência vibratória, capacita o espírito para penetrar na corrente cósmica de integração.

O texto já é energético por natureza. No momento da leitura, o seu fluxo energético estará sendo absorvido pelo sistema crístico de campo integrado. O que você necessita, também estará sendo registrado no campo cósmico de vibração superior, desde que sua reflexão seja compatível com o grau energético do texto que compõem estes pensamentos.
“Na realidade somos o que pensamos”.

A Ordem Cristiciísta está em constante intercâmbio energético, pela sua própria natureza de comunicação e comunhão com o sistema angélico. O pensamento energético ensinado pela ordem provoca espontaneamente e integração, assim como os textos bíblicos ou o evangelho de Jesus lidos com fé. É o que chamamos de conhecimentos homologados.

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A ORIGEM DA VIDA - VISÃO CRISTICIÍSTA


Antes de abordarmos esta questão, iremos considerar duas formas de ação para que tudo o que existe no universo possa se manifestar de uma forma explicita e materializada.

Existem no planeta duas ações que se manifestam, aparentemente com uma visão antagônica entre si: os pensamentos criacionista e evolucionista.

O criacionista apresenta Deus como o fundamento da existência de todos os seres e de todas as coisas que existem, sendo definido como o espírito perfeitíssimo, criador do céu e da terra.

Essa definição é aceita por todas as religiões abrâmicas, inclusive pelo zoroastrismo.

As inúmeras religiões existentes, não fogem desse fundamento básico, apesar das mais variadas interpretações dadas pelos teólogos.

Correntes filosóficas e teológicas, no decorrer dos séculos, alimentam o pensamento básico deísta, na forma como Deus operou o milagre da vida.

A outra forma é o evolucionismo.

O Evolucionismo ensina que a criação não depende de Deus

O Budismo não crê em sua existência, afirmando que tudo sempre existiu e que tudo está em evolução, não só nas espécies como disse Darwin, mas também na antropologia e em todos os ramos aonde hajam corpos físicos definidos formados por átomos, moléculas etc..

São inúmeras as teorias evolucionistas apoiando o pensamento transformista, como dizia Lavoisier: “...na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma...”

Atualmente, com todos os equipamentos disponíveis existentes e também considerando o avanço tecnológico e cientifico, como reprodução humana assistida, clonagem, célula tronco, cirurgias robotizadas, transplantes, etc., já não é possível ignorar o avanço cientifico da humanidade para preservar a vida, quando molestada com uma doença fatal, como o câncer, por exemplo.

Neste exato momento, quando a ciência não consegue modificar um quadro doentio, o ser humano apela para a fé divina, pedindo a ajuda de Deus.

Os defensores da cura pela fé, têm seus registros e acreditam na cura milagrosa quando não há mais como resolver o problema.

Outras criaturas acreditam unicamente na ciência.

Uma coisa é certa, milhões de vidas são salvas pelo processo evolutivo que aperfeiçoou os métodos de combate, as enfermidades, até mesmo as incuráveis, restando para a fé muitas vezes, o consolo divino da perda e a visão do paraíso para o enfermo que sucumbe, apesar da destreza medica e da fé do paciente.

O criacionismo tem sua fonte na bíblia judaica. Segundo a bíblia, Deus criou o mundo em 6 dias, descansando no 7°.

Se a interpretação for através de períodos cíclicos de milhões de anos, esta crença, aliada a evolução de tudo, poderia modificar o pensamento interpretativo, tornando mais aceitável essa visão.



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Filosofia Cósmica do Poder Divino Integralizado - Livro 2
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INTENÇÃO DO CRISTICIÍSMO


A doutrina Cristiciísta apresenta os fundamentos e princípios básicos de uma nova visão espiritualista com o único objetivo de colaborar dentro do pensamento holístico para que os seres humanos possam meditar, conhecer e avaliar os novos conceitos e propostas visando ampliar sua visão espiritual.

 A intenção do Cristiciísmo é desenvolver o potencial criativo de cada criatura, aumentando seu grau energético interior, através da meditação consciente, direcionando o pensamento para uma visão positiva e objetiva do potencial divino, que existe dentro de cada ser.

Cada grau, acrescido à meditação, possibilita ao Ser, aumentar o seu potencial energético, ampliando o seu campo de ação mental e sua integração com as forças superiores.

Somos um grupo interessado no aumento e crescimento da força divina que existe no universo evolucionista.


À medida que o leitor vai tomando conhecimento do pensamento da Ordem Cristiciísta, outras informações sobre a doutrina, estarão disponibilizadas neste site em tópicos, que poderão ampliar o entendimento sobre a Filosofia Cósmica do Poder Divino Integralizado.



Psicografado por: Adilson Teixeira de Godoy
Mentor: D' Adyan
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OBJETIVOS DA MEDITAÇÃO CRISTICIÍSTA



A experiência mais buscada para quem deseja entrar num estado mais elevado de consciência é sem dúvida através do ato meditativo.

A meditação consegue elevar o nível de consciência do Ser e colocá-lo num estado de relaxamento mental, permitindo a entrada de fluidos cósmicos, que varrem o universo expansionista e que se acham fixados no campo divino de vibração superior.

A meditação aumenta o grau de integração, alinhando o indivíduo numa frequência vibratória superior, favorecendo a captação de vibrações que contribuem para sintonizar a consciência humana, por meio da penetração da onda mental, que avança nos campos cósmicos, elevando a corrente vibratória que atua na energização dos fluidos energéticos, responsáveis pelo seu equilíbrio psícobiofísico.

Desenvolver a meditação, é ampliar o campo de reflexão, aumentando assim o seu grau de percepção extra-sensorial.

Dependendo do grau de integração nesses campos, o Ser vai sendo intuído no campo do conhecimento que for alvo do seu objetivo.

Se o objetivo for a meditação que lhe traga paz, os campos energéticos pacificadores, assumirão a regência das vibrações, numa somatória de correntes vibracionais que virão atuar no momento em que o processo meditativo estiver em andamento.

Se além da busca da paz interior, a meditação também tiver um direcionamento profissional de desenvolvimento, dentro da opção de trabalho escolhida pelo meditante, estas energias vão buscar nesses campos de conhecimento a inspiração para que a mente plasme esses objetivos que se farão perceber através a intuição.

A meditação movimenta um universo incontável de neurônios, que magnetizados pela força do pensamento, criam novas células, magnetizadas pela força gerada pelo poder da ação do pensamento gerador de energia.

A meditação Cristiciísta concentra sua ação na força do pensamento dirigida ao campo de força divino.

Essa força atuante, tem a capacidade de construir blocos energéticos que atuarão diretamente na construção de uma nova realidade, favorecendo para que suas decisões e ações, sejam voltadas para concretização dos seus objetivos, ampliando sua capacidade pessoal de ação, apreensão e percepção da nova realidade que está buscando construir.

Os textos colocados à disposição do meditante para meditação Cristiciísta, por estarem de acordo com o plano divino de integração dos seres, através dos postulados de verdades contidos nos textos meditativos, ampliam a força de integração individual de cada criatura.

A meditação é um grande recurso a disposição dos seres para combater toda sorte de descompensação vibracional que ocasionam muitos males, sendo um dos piores, a inanição, a depressão, a falta de perspectiva, perseverança e ações que contribuem para manter o Ser desmotivado, e sem desejo de acionar seus mecanismos e objetivos realizadores.

O pensamento em Deus, dispara o processo de integração cósmica dos seres, elevando ao máximo sua integração, segundo o grau de evolução de cada um, na captação, condensação, ampliação e expansão dessa energia, devido a concentração no espírito, que vai buscar em Deus essa capacidade de mover esses campos energéticos.

A meditação pode ser buscada no profundo silencio exterior e interior, como pode também, ser estimulada pela vibração sonora ou efeitos especiais adequados ao texto, objeto desta meditação.

A integração de grau será conquistada pelo tempo dedicado a esta postura mental de reflexão, devendo ser acompanhada de um profundo relaxamento muscular e mental.

É importante, durante o ato meditativo, deixar a mente receptiva à captação dos textos falados, que tem como objetivo, conduzir até o interior das criaturas, os textos oferecidos na construção dos arquétipos modelados pelos blocos energéticos, que vão se consolidar a medida que o ato meditativo vai se desenvolvendo.

Se colocar numa posição bastante confortável, favorece a captação das energias superiores que irão atuar na constituição intra-molecular dos corpos físicos, que serão definidos pela concentração nos pontos objetos da meditação.


Psicografado por Adilson Teixeira de Godoy
Mentor: D' Adyan
Ordem Espiritual Crística da Ordem de Melquesedec
Filosofia Cósmica do Poder Divino Integralizado
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ÁUDIO:


MEDITAÇÕES CRISTICIÍSTAS:

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

CREDO CRISTICIÍSTA

Creio em Deus Pai, criador das esferas superiores e dos campos em evolução através da carne.

Em seus filhos como missionários da luz espiritual, os quais foram gerados pela sabedoria infinita do Pai.

Nascemos do reino de Deus e trabalhamos pela expansão do conhecimento divino superior.

Somos abençoados pela vida carnal purificadora, morremos fisicamente e renascemos espiritualmente, para vibrarmos em comunhão com os espíritos puros, que geram energia de criação, porque foram gerados pelo pai da criação.


Em nome do Pai da criação, dos Filhos criados e dos Espíritos puros para a Glória da Missão Superior.


Psicografado por Adilson T. de Godoy
Mentor: D.Adyan
Ordem Espiritual Crística - Ordem de Melquisedec
Filosofia Cósmica do Poder Divino Integralizado - Livro 2
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HISTÓRIA DAS RELIGIÕES

Simbolo do Islamismo
Islamismo - Breve História do Islão

Símbolo do Islamismo: Profissão de fé escrita em árabe - "Não há outra divindade senão Deus e Maomé é o Seu profeta" (Lá Iláha Il`Allah Muhammad Raçul Allah). A recitação destas palavras constitui uma das cinco obrigações do crente islâmico.

Alcorão

Livro sagrado do Islamismo. O Alcorão é segundo a tradição a palavra de Deus, inspirada a Maomé, através do anjo Gabriel. Esta revelação ocorreu durante cerca de 23 anos. As revelações foram registadas pelos seguidores de Maomé, sendo mandadas compilar logo após a sua morte pelo califa Abu Becre. Por volta de 650, no reinado do califa Otman (644-656), fez-se uma publicação oficial do Alcorão. É composto por capítulos 114 (suras), subdivididos em 6616 versículos. Está ordenado em função da dimensão dos capítulos, sendo os primeiros os mais longos. Possui um estrutura muito fragmentada e repetitiva, que os crentes devem aprender de cor desde a infância. Encontramos nele várias dimensões:

1. Dimensão Religiosa. A sua mensagem fundamental é que existe apenas um único Deus, e só na obediência ao mesmo é possível atingir o Paraíso. Neste sentido são apresentados um conjunto de mandamentos e preceitos que o crente deve seguir. A pratica do bem é o meio mais referido, mas não é a única via.

2. Dimensão hermenêutica. O Alcorão, afirma-se como o corolário das duas grandes religiões que o precederam - o judaísmo e o cristanismo. Neste sentido são nele re-interpretados acontecimentos fundamentais da Tora dos judeus e dos Evangelhos cristãos, à luz do islamismo. Os judeus e os cristãos questionam não apenas as interpretações, mas também as modificações que sofreram algumas das suas histórias sagradas descritas no Alcorão.

3. Dimensão guerreira. O contexto histórico, caracterizado pelas lutas da afirmação e expansão do islamismo, está bem patente nos IX primeiros capítulos, os mais extensos. O Alcorão fornece a todos os que abraçam o combate de Deus, na guerra santa, um conjunto muito preciso de instruções como devem encarar e relacionar-se com os infiéis, assim como das recompensas a que terão direito no caso de morrerem, como repartir os saques e o que fazer com os prisioneiros.

4. Dimensão política. No Alcorão, ao contrário do cristianismo não existe uma delimitação entre a esfera religiosa e a esfera política. O Alcorão confira uma verdadeira organização social e política, de natureza teocrático, definindo as regras de relacionamento entre os seus membros, os princípios e formas de aplicação da justiça, assim como as respectivas penas. Define também com clareza a tipologia dos contratos comerciais, atividades lícitas e ilícitas, etc. .

O Alcorão, ao contrário da Tora dos Judeus ou dos Evangelhos dos Cristãos, condena ao inferno todos aqueles que fizerem modificações, adaptações ou interpretações simbólicas do texto sagrado, dado que o mesmo foi inspirado diretamente por Deus. O Alcorão afirma-se como um texto explicito, que qualquer crente pode ler e seguir no seu dia-a-dia. Não carece de explicações, nem interpretações de especialistas (sacerdotes, etc). É para ser levado à letra. Esta posição, denominada integrismo, é uma dos mais maiores problemas do islamismo, pois obriga os crentes a seguirem no século XXI, regras e condutas que foram pensadas para um contexto de guerra do século VII. O resultado aos olhos de um Ocidental, é o de centenas de milhões de pessoas vivendo num mundo completamente desfasado do seu tempo. .

Maomé

Maomé, nasceu em 570, na cidade de Meca. Orfão muito cedo começou por trabalhar como pastor. Aos doze anos começa a conduzir caravanas de camelos. Aos vinte dirige as as caravanas de uma viuva rica, sua prima, com quem acabará por casar cinco anos depois. Por volta de 610, na caverna de Hira, perto de Meca, terá sido visitado pelo anjo Gabriel, que lhe ordenou a sua missão e ditou os primeiros versículos do Alcorão. Maomé abandona a sua profissão de mercador e começou a pregar.

Devido ás perseguições que era vítima, em 622, foi obrigado a refugiar-se em Medina. Maomé era então um famoso chefe religioso, mas também num poderoso de chefe político-militar. Em 63O conquista Meca, tornando-a no centro da nova religião. Funda então um Estado teocrático, que alargou rapidamente o seu domínio a um crescente número de tribos árabes. Quando morre, a 8 de Junho de 632, nos braços da sua mulher preferida, deixa unificadas política e religiosamente um grande número de tribos árabes, mobilizadas para uma guerra santa que as levará de conquista em conquista até à Península Ibérica.

Representação gráfica de Maomé


. Sultão Muhammad: A Mi'raj, ou Ascensão de Maomé, rodeado de anjos. Iluminura, c. 1650


. Difusão

O mundo Islão foi o produto até ao século XX de inúmeras guerras de conquista que se iniciaram ainda no tempo de Maomé. Nos últimos 50 anos a expansão do Islão é feita sobretudo à custa da emigração de milhões de muçulmanos para os países cristãos. Grandes regiões muçulmanas ou de influência muçulmana no mundo:

1. Islão Árabe.

Região onde a língua árabe é correntemente usada, embora os povos tenham histórias e culturas muito diversificadas. Podemos distinguir as seguintes sub-regiões: a) países do Médio Oriente (Iraque, Libano, Síria, Turquia, Kuwait, Dubai, Emirados Arabes Unidos, etc); b) países do norte de África ( Argélia, Líbia, Marrocos, Mauritânia, Tunísia); c) Egito e Sudão.

2. Islão Africano. Abrange as regiões islâmicas ou islamizadas a sul do Sara (Nigéria, Niger, Costa do Marfim, Senegal, Guiné.Conakry, Guiné-Bissau, etc).

3. Islão Turco. Abrange a Turquia e a parte muçulmana de Chipre.

4. Islão Balcânico e Asiático. Na Europa abrange as regiões conquistados pelos muçulmanos, como Albânia, Kosovo, Bulgária, e mais a leste países como o Casaquistão e outros.

5. Islão Irano-Indiano. Concentra o maior número de crentes. Abrange uma vasta região constituído por países como o Irão, Afeganistão, Bangladesh, Paquistão.

6. Islão Malaio. Abrange países como a Indonésia, Siri Lanka e as Filipinas.

7. Islão de Emigrados. A principal região da emigração muçulmana está na Europa. Em alguns países como a França o número de muçulmanos é hoje muito expressivo no conjunto da população.

Problemas Atuais

A esperança depositada nos anos 50 e 60, no nacionalismo árabe, foi rapidamente substituída nos anos 70 e 80, pelos receios quanto às consequências da explosão do fundamentalismo islâmico. A partir dos anos 90 os receios deram origem ao terror provocado pelas matanças indiscriminadas dos terroristas em nome de Deus. O tema da "Guerra de Civilizações" entrou na gíria política.

A comunicação social internacional, depois dos atentados do 11 de Setembro de 2001, passou a associar o Islão a uma religião de fanáticos, intolerantes, que desprezam os direitos mais básicos dos seres humanos, em especial as crianças e mulheres. A dimensão espiritual do islão foi completamente ofuscada.

Na Europa, assiste-se presentemente ao nascimento de um movimento anti-islâmico. Diversos estados têm tomado medidas para conterem a sua propagação ou pelo menos as suas manifestações públicas, nomeadamente proibindo os seus símbolos.

O diálogo entre pessoas e crenças diferentes vai sendo substituído pelo ódio/medo, alimentado pela ignorância. Um terreno fértil para o desenvolvimento do fanatismo religioso.

Breve Bibliografia

Alcorão. Publico. Lisboa. 2010. Tradução Prof. Samir el Hayek
Alcorão. Europa-América. Lisboa. 2 vols. 1979


Islamismo

Ahmed, Akbars - Pós-Modernismo e Islão. Lisboa.I nstituto Piaget
Basbous, Antoine - O Islamismo - Uma Revolução Abortada ? . Lisboa. Ambar. 2004
Burgot, François-Que Islamismo aí ao Lado. Lisboa. Instituto Piaget
Chauvin, Gérard - Islão. Lisboa. Hugin
Elias, Jamal J.- Islamismo.Lisboa.Ed.70
Ferro, Marc - O Choque do Islão: Séculos XVII/XXI. Lisboa. Europa-América.2004
Guellouz, Azzedine - O Alcorão. Lisboa. Instituto Piaget.2004
Lopes, Margarida Santos - Dicionário do Islão. Lisboa. Ed.Notícias
Michel, Thomas - Um Cristão Apresenta a Sua Fé aos Muçulmanos/ Um Cristão Encontra o Islã. Lisboa. Apostolo da Oração. 2004
Nabham, Neuza Neif - Islamismo: De Maomé aos Nossos Dias.Atica.2002
Para Compreender o Islão. Rev. História.Lisboa.2004
Rodinson, Maxime - O Islão Político e Crença. Lisboa. Instituto Piaget
Rodrigues, António José - O Islão no Mundo. Lisboa. Hugin
Said, Edward W. - Orientalismo. Lisboa. Livros Cotovia. 2004
Thoraval, Yves - ABCedário do Islão.Lisboa.Público.2003

Maomé
Khalidi, Tarif - Jesus Muçulmano - Lisboa. Tágide. 2004



JUDAÍSMO


Introdução

O Judaísmo é considerado a primeira religião monoteísta a aparecer na história. Tem como crença principal, a existência de apenas um Deus, o criador de tudo. Para os judeus, Deus fez um acordo com os hebreus, fazendo com que eles se tornassem o povo escolhido e prometendo-lhes a terra prometida.

Atualmente, a fé judaica é praticada em várias regiões do mundo, porém é no estado de Israel que se concentra um grande número de praticantes.

Conhecendo a história do povo judeu 

A Bíblia é a referência para entendermos a história deste povo. De acordo com as escrituras sagradas, por volta de 1800 a.C, Abraão recebeu um sinal de Deus para abandonar o politeísmo e viver em Canaã (atual Palestina).

Isaque, filho de Abraão, teve um filho chamado Jacó. Os doze filhos de Jacó deram origem às doze tribos que formavam o povo judeu. Por volta de 1700 a.C., o povo judeu migrou para o Egito, porém foram escravizados pelos faraós por aproximadamente 400 anos. A libertação do povo judeu ocorreu por volta de 1300 a.C. A fuga do Egito, foi comandada por Moisés, que recebeu as tábuas dos Dez Mandamentos no Monte Sinai. Durante 40 anos, ficou peregrinando pelo deserto, até receber um sinal de Deus para voltarem para a terra prometida, Canaã.

Jerusalém foi transformada num centro religioso pelo rei Davi. Após o reinado de Salomão, filho de Davi, as tribos dividiram-se em dois reinos: Reino de Israel e Reino de Judá. Neste momento de separação, apareceu a crença da vinda de um messias que iria juntar o povo de Israel e restaurar o poder de Deus sobre o mundo.

Em 721 a.C, começou a diáspora judaica com a invasão babilônica. O imperador da Babilônia, após invadir o reino de Israel, destruiu o templo de Jerusalém e deportou grande parte da população judaica.

No século I, os romanos invadiram a Palestina e destruíram o templo de Jerusalém e no século seguinte a cidade de Jerusalém, provocando a segunda diáspora judaica. Após estes episódios, os judeus espalharam-se pelo mundo, mantendo a cultura e a religião. Em 1948, o povo judeu retomou o caráter de unidade após a criação do Estado de Israel.

Os livros sagrados dos judeus

Imagem da Torá
A Torá ou Pentateuco, de acordo com os judeus, é considerado o livro sagrado que foi revelado diretamente por Deus. Fazem parte da Torá: Gênesis, o Êxodo, o Levítico, os Números e o Deuteronômio. O Talmude é o livro que reúne muitas tradições orais e é dividido em quatro livros: Mishnah, Targumin, Midrashim e Comentários.

Rituais e símbolos judaicos 

Os cultos judaicos são realizados num templo chamado de sinagoga e são comandados por um sacerdote conhecido por rabino. O símbolo sagrado do judaísmo é o memorá, candelabro com sete braços.

Memorá : candelabro sagrado.
Entre os rituais, podemos citar a circuncisão dos meninos (aos 8 dias de vida) e o Bar Mitzvah que representa a iniciação na vida adulta para os meninos e a Bat Mitzvah para as meninas (aos 12 anos de idade).
Os homens judeus usam a kippa, pequena touca, que representa o respeito a Deus no momento das orações.
Nas sinagogas, existe uma arca, que representa a ligação entre Deus e o Povo Judeu. Nesta arca são guardados os pergaminhos sagrados da Torá.

As Festas Judaicas 

As datas das festas religiosas dos judeus são móveis, pois seguem um calendário lunissolar. As principais são as seguintes:
Purim - os judeus comemoram a salvação de um massacre elaborado pelo rei persa Assucro.
  Páscoa (Pessach) - comemora-se a libertação da escravidão do povo judeu no Egito, em 1300 a.C.
  Shavuót - celebra a revelação da Torá ao povo de Israel, por volta de 1300 a.C.


CRISTIANISMO
Os Precedentes do Cristianismo

Os fatores históricos do cristianismo são: em primeiro lugar, a religião israelita; em segundo lugar, o pensamento grego e, enfim, o direito romano. De Israel, o cristianismo tomou o teísmo. É o teísmo um privilégio único deste povo pequeno, obscuro e desprezado; os outros povos e civilizações, ainda que poderosos e ilustres, são, religiosamente, politeístas, ou, no máximo dualistas ou panteístas. 

Israel tomou o cristianismo também, o conceito de uma revelação e assistência especial de Deus. Daí a ideia de uma história, que é desenvolvimento providencial da humanidade, ideia peculiar ao cristianismo e desconhecida pelo mundo antigo, especialmente pelo mundo grego.

Na revelação cristã é filosoficamente fundamental, básico, o conceito de uma queda original do homem no começo da sua história, e também o conceito de um Messias, um reparador, um redentor. Conceitos indispensáveis para explicar o problema do mal, racionalmente premente e racionalmente insolúvel. No entanto, o mundano e carnal Israel resistiu tenaz e longamente a esta ideia de uma radical miséria humana, e por conseqüência, à ideia de uma moral ascética. 

Idolatrou a vida longa e próspera, as riquezas da natureza e a prosperidade dos negócios, as satisfações conjugais e domésticas, o estado autônomo e privilegiado, o poder e a glória - até esquecer-se de Deus. Perseguiu os Profetas, que o chamavam ao temor de Deus e à penitência, e recalcitrou contra os flagelos com que Jeová o castigava, até que Israel, ainda que contra a sua vontade, foi submetido à sujeição e à renúncia, tendo adquirido, através de dolorosas experiências, o triste sentido da vaidade do mundo. A solução integral do problema do mal viria unicamente do mistério da redenção pela cruz - necessário complemento do mistério do pecado original.

Quanto ao pensamento grego, deve-se dizer que entrará no cristianismo como sistematizador das verdades reveladas, e como justificador dos pressupostos metafísicos do cristianismo; não, porém, como elemento constitutivo, essencial e característico, porquanto este é hebraico e cristão. E quanto ao direito romano, deve-se dizer que entrará no cristianismo como sistematizador do novo organismo social, a Igreja, e não como constitutivo de seus elementos essenciais e característicos, que são próprios e originais do cristianismo.


Jesus Cristo

Entretanto, o verdadeiro criador do cristianismo, em sua novidade e originalidade, é Jesus Cristo. Pode ele dar plena solução ao problema do mal - solução que representa o maior valor filosófico no cristianismo - unicamente se é Homem-Deus, o Verbo de Deus encarnado e redentor pela cruz. 

Diferentemente, a solução - ascética - cristã do problema do mal seria vã, como a estoica e todas as demais soluções filosóficas de tal problema, que ficaria, portanto, sem solução alguma. E, em geral, a pessoa de Cristo tornar-se-ia inteiramente ininteligível, se ele não fosse Homem-Deus.

Não é este o momento de fazer um exame crítico, filosófico e histórico, para determinar a personalidade de Cristo. Basta lembrar que, uma vez admitido e firmado o teísmo, logo se segue a possibilidade de uma revelação divina e da divindade de Cristo, para tanto, não precisando, propriamente, senão de provas históricas. Os argumentos em contrário não são positivos, históricos, mas apriorísticos, filosóficos; quer dizer, dependem de uma filosofia racionalista e ateia em geral, humanista e imanentista em especial.

Eis o esquema lógico da demonstração da divindade de Jesus Cristo. Devem ser examinados à luz da crítica histórica, antes de tudo, os documentos fundamentais, relativos à revelação cristã no novo testamento. E achamo-nos diante de uma personalidade extraordinária - Jesus Cristo, que ensinou uma grande doutrina, levou uma vida santa, afirmando-se a si mesmo como divino e comprovando explicitamente com prodígios e sinais - os milagres e as profecias - esta sua divindade. E como Jesus Cristo se tornou garantia de toda uma tradição que o precedeu - o Velho Testamento - , também se responsabilizou por uma instituição que a ele se seguiu - a Igreja Católica. A esta, portanto, coube interpretar infalivelmente a revelação judaico-cristã e, evidentemente, também a parte que diz respeito à queda original e à relativa reparação, a qual, por certo, pode dar origem, humanamente, a várias interpretações.


O Novo Testamento

Como é notório, Cristo não deixou nada escrito, de sorte que o nosso conhecimento mais imediato em torno da sua personalidade, se realizou através dos escritos dos seus discípulos. Temos de Cristo testemunhas também pagãs, além das testemunhas cristãs; estas são extracanônicas e canônicas. Estas últimas, porém, são fundamentais e mais do que suficientes para o nosso fim. Cronologicamente, são elas as seguintes: Paulo de Tarso , os Evangelhos sinópticos e o Evangelho de São João.

Paulo de Tarso, na Cilícia, fôra um inteligente e zeloso israelita. Não conheceu Jesus Cristo durante sua vida terrena, mas, convertido ao cristianismo e mudado o nome de Saulo para o de Paulo, tornou-se o maior apóstolo do cristianismo entre os gentios ou pagãos, revelando-lhes em Cristo crucificado o Deus padecente, vítima e Salvador, que eles procuravam em suas religiões misteriosóficas - e não acharam. 

Representação artista - Paulo de Tarso
A vida de Paulo é caracterizada por muitas e longas viagens, realizadas para finalidades apostólicas. Para o mesmo fim escreveu Paulo as famosas cartas às comunidades cristãs dos vários centros da antiguidade, relacionados com ele. 

As grandes viagens apostólicas de Paulo foram três e tiveram como ponto de irradiação Antioquia, tocando os centros mais importantes do mundo antigo: Jerusalém, Atenas e Roma. 

Nesta cidade, encerrou a sua vida mortal com o martírio. Destarte ele se pôs em contato com todas as formas de civilização do Oriente helenista e do mundo greco-romano. 

Quanto às Epístolas - escritas em grego - devemos dizer que não são cartas logicamente orgânicas e ordenadas, nem literariamente aprimoradas, tanto assim que podiam desagradar a um helenista refinado como Porfírio; são porém, densas de conteúdo, de forma incisiva e eficaz. 

O problema que, sobretudo, preocupa Paulo é o do mal, do sofrimento, do pecado, de que acha a solução em Cristo redentor, crucificado e ressuscitado. É este o aspecto do cristianismo que mais o impressionou, de sorte que é ele, por excelência, o teólogo da Redenção. No Velho Testamento Deus tinha dado aos homens a lei que, devido à miséria do homem decaído, não tirava o pecado, embora fosse uma lei moral; pelo contrário, até o agradava, tornando o homem consciente de sua falta. No Novo Testamento, Deus, mediante a graça de Cristo, tira o pecado do mundo, embora nos deixando na luta e no sofrimento, que Paulo sentia tão profundamente.

Representação artística de São Mateus
Os Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas - chamados evangelhos sinópticos - formaram um grupo à parte, por certa característica histórica e didática, que os tornaram comuns e os distinguiram do quarto evangelho, o de João, de caráter mais especulativo e teológico. O primeiro em ordem de tempo é o Evangelho de Mateus , o publicano, tornando em seguida um dos doze apóstolos. Escrito, originariamente, em aramaico e destinado ao ambiente palestino, foi em seguida traduzido para o grego e, nesta língua, transmitido. É o mais amplo dos Evangelhos e relatou amplamente os ensinamentos de Cristo. O segundo é o Evangelho de Marcos, que não foi discípulo direto de Cristo, mas nos transmitiu o ensinamento de Pedro. Foi escrito em grego e destinado a um público não palestino. O terceiro dos Evangelhos sinópticos é, enfim, o de Lucas , companheiro de Paulo, que o chamava "o caro médico" . Também ele não foi discípulo imediato de Cristo, e o seu evangelho foi também escrito em grego.

Representação artística de São João

O quarto evangelho, inversamente - como o primeiro - foi escrito por um discípulo direto de Cristo, um dos doze apóstolos: João , o predileto do Mestre, testemunha da sua vida e da sua morte. O quarto Evangelho, juntamente com este valor histórico, tem um especial valor especulativo, teológico. Como Paulo pode ser considerado o teólogo da Redenção, João pode ser considerado o teólogo da Encarnação; Cristo é o Verbo de Deus encarnado para a redenção do gênero humano. Também o Evangelho de João foi escrito em grego; e, cronologicamente, é o último dos Evangelhos e dos escritos do Novo Testamento, os quais - no seu conjunto - podem se considerar compostos na Segunda metade do primeiro século, tomada com certa amplidão.







ZOROASTRISMO



O zoroastrismo, também chamado de masdaísmo ou parsismo, é uma religião monoteísta fundada na antiga Pérsia pelo profeta Zaratustra, a quem os gregos chamavam de Zoroastro. É considerada como a primeira manifestação de um monoteísmo ético. De acordo com historiadores da religião, algumas das suas concepções religiosas, como a crença no paraíso, na ressurreição , no juízo final e na vinda de um messias, viriam a influenciar o judaísmo, o cristianismo e o islamismo.

Tem seus fundamentos fixados no Avesta e admite a existência de duas divindades (dualismo), representando o Bem (Aúra-Masda) e o Mal (Arimã), de cuja luta venceria o Bem.

A religião pré-zoroastriana

A religião do Irã antes do surgimento do zoroastrismo apresentava semelhanças com a da Índia Védica, dado que as populações que habitavam estes espaços descendiam de um mesmo povo, os arianos (ou indo-arianos). Era uma religião politeísta, na qual o sacrifício dos animais e o consumo de uma bebida chamada haoma (em sânscrito: soma) desempenhavam nela um importante papel.

Os seres divinos enquadravam-se em duas classes, ambas de características positivas: os ahuras (em sânscrito: asuras; "senhores") e os daivas (em sânscrito: deivas; "deuses").

Zoroastro

Representação artística de
Zoroastro e/ou Zarathustra
Zoroastro ou Zarathustra, viveu na Ásia Central, num território que compreendia o que é hoje a parte oriental do Irã e a região ocidental do Afeganistão. Não existe um consenso em torno do período em que viveu; os acadêmicos tem situado a sua vida entre 1750 e 1000 a.C.. Sobre a sua vida existem poucos dados precisos, sendo as lacunas preenchidas por lendas.

De acordo com os relatos tradicionais zoroastrianos, Zoroastro viveu no século VI a.C, pertencendo ao clã Spitama, sendo filho de Pourushaspa e de Dugdhova. Era o sacerdote do culto dedicado a um determinado ahura. Foi casado duas vezes e teve vários filhos. Faleceu aos setenta e sete anos assassinado por um sacerdote.

Aos trinta anos, enquanto participava num ritual de purificação num rio, Zaratustra viu um ser de luz que se apresentou como sendo Vohu Manah ("Bom Pensamento") e que o conduziu até à presença de Ahura Mazda (Deus) e de outros cinco seres luminosos, os Amesha Spentas, sendo este o primeiro de uma série de encontros com Ahura Mazda, que lhe revelou a sua mensagem.

As autoridades civis e religiosas opunham-se às doutrinas de Zoroastro. Após doze anos de pregação, Zoroastro abandonou a sua região natal e fixou-se na corte do rei Vishtaspa na Báctria (região que se encontra no atual Afeganistão). Este rei e sua esposa, a rainha Hutosa, converteram-se à doutrina de Zoroastro e o zoroastrismo foi declarado como religião oficial do reino.

O principal documento que nos permite conhecer a vida e o pensamento religioso de Zoroastro são os Gathas, dezessete hinos compostos pelo próprio Zoroastro e que constituem a parte mais importante do Avesta ou livro sagrado do zoroastrismo. A linguagem dos Gathas assemelha-se à que é usada no Rig Veda , o que situaria Zoroastro entre 1500-1200 a.C. e não no século VI a.C. Vivia na Idade do Bronze, numa sociedade dominada por uma aristocracia guerreira.

Para alguns investigadores, muito mais do que o fundador de uma nova religião, Zoroastro foi antes um reformador das práticas religiosas indo-iranianas. Ele propôs uma mudança no Panteão dominante que ia no sentido do monoteísmo e do dualismo. Na perspectiva de Zoroastro, os ahuras passam a ser vistos como seres que escolheram o bem e os daivas o mal. Na Índia, o percurso seria inverso, com os ahuras a representarem o mal e os daevas o bem.

Zoroastro elevaria Ahura Mazda ("Senhor Sábio") ao estatuto de divindade suprema, criadora do mundo e única digna de adoração.

Outro conceito religioso por ele apresentado foi o dos Amesha Spentas ("Imortais Sagrados"), que podem ser descritos como emanações ou aspectos de Ahura Mazda. Nos Gathas os Amesha Spentas são apresentados de uma forma bastante abstrata; séculos depois eles foram transformados e elevados ao estatuto de divindades. Cada Amesha Spenta foi associado a um aspecto da criação divina.

Os Amesha Spentas são:

• Vohu Manah ("Bom Pensamento"): os animais;
• Asha Vahishta ("Verdade Perfeita"): o fogo;
• Spenta Ameraiti - ("Devoção Benfeitora"): a terra;
• Khashathra Vairya - ("Governo Desejável"): o céu e os metais;
• Hauravatat ("Plenitude"): a água;
• Ameretat ("Imortalidade"): as plantas.


Os Gathas revelam também um pensamento dualista, sobretudo no plano ético, entendido como uma livre escolha entre o bem e o mal. Posteriormente, o dualismo tornou-se cosmológico, entendido como uma batalha no mundo entre forças benignas e forças maléficas.

Atualmente os zoroastrianos dividem-se entre o dualismo ético ou o dualismo cosmológico, existindo também outros que aceitam os dois conceitos. Alguns acreditam que Ahura Mazda tem um inimigo chamado Angra Mainyu (ou Ahriman), responsável pela doença, pelos desastres naturais, pela morte e por tudo quanto é negativo. Angra Mainyu não deve ser visto como um deus; ele é antes uma energia negativa que se opõe à energia positiva de Ahura Mazda, tentando destruir tudo o que de bom foi feito por ele (a energia positiva de Deus é chamada de Spenta Mainyu). No final Angra Mainyu será destruído e o bem triunfará. Outros zoroastrianos encaram o dualismo no plano interno de cada pessoa, como a escolha que cada um deve fazer entre o bem e o mal, entre uma mentalidade progressista e uma mentalidade retardatária.

Os zoroastrianos acreditam que Zoroastro é um profeta de Deus, mas não é alvo de particular veneração. Eles acreditam que através dos seus ensinamentos os seres humanos podem aproximar-se de Deus e da ordem natural marcada pelo bem e justiça (asha).

A época aqueménida

Entre a morte de Zaratustra e a ascensão do Império Aqueménida no século VI a.C. pouco se sabe sobre o zoroastrismo, a não ser que se difundiu por todo o planalto iraniano.

Em 549 a.C. Ciro II derrotou Astíages , rei dos Medos, e fundou o Império Persa, que unia sob o mesmo ceptro os Medos e os Persas. A dinastia à qual pertencia, os Aqueménidas, adotaram o zoroastrismo como religião oficial do império, mas foram tolerantes em relação às religiões dos povos que nele viviam. Foi o rei Ciro II (dito O Grande) que libertou os Judeus do seu cativeiro e permitiu o regresso destes à Palestina. Provavelmente o primeiro rei persa que reconheceu oficialmente esta religião foi Dario I, como mostra uma placa de ouro na qual o rei se proclama devoto de Ahura Mazda.

Imperador Dario I
Dario teve que combater um usurpador chamado Gautama, que se fazia passar por um filho de Ciro. Gautama ordenou a destruição de santuários pagãos que seriam restaurados por Dario. Por causa deste comportamento atribui-se por vezes a Gautama a adoção do zoroastrismo.

Os Medos possuíam uma casta ou tribo sacerdotal, conhecida como os Magi, que adotaram a religião de Zaratustra, não sem introduzir alterações na mensagem original e incorporando antigas concepções religiosas. Os Magi seriam a classe sacerdotal dos três grandes impérios persas. Casavam dentro do seu grupo e expunham os corpos dos mortos às aves de rapina, duas práticas que viriam a ser adotadas pelos zoroastrianos. Os sacerdotes recuperam os antigos sacrifícios e o uso do haoma. Os Amesha Spentas, inicialmente abstratos no pensamento de Zaratustra, foram personalizados e antigas divindades passaram a ser adoradas. Entre essas divindades (yazatas) estavam o Sol, a Lua, Tishtria (deus da chuva), Vayu (o vento), Anahita (deusa das águas) e Mitra.

Foram também erigidos grandes templos e altares de fogo ao ar livre. Ataxerxes II (404-358 a.C.) chegou mesmo a ordenar a construção de templos em honra de Anahita nas principais cidades do império. Durante este período foi também criado o calendário zoroastriano e desenvolveu-se o conceito do Saoshyant, segundo o qual um descendente de Zarastustra, nascido de uma virgem, viria para salvar o mundo.

A época arsácida e sassânida

Persépolis recriada digitalmente

Com a conquista da Pérsia por Alexandre Magno , em 330 a.C., o zoroastrismo sofreu um duro golpe, tendo a classe sacerdotal sido dizimada e muitos templos destruídos. O incêndio da capital do império, Persépolis, provocaria o desaparecimento de textos da religião conservados na biblioteca da cidade.

Durante o governo dos Selêucidas o zoroastrismo foi respeitado e geraram-se sincretismos entre este e a religião grega (por exemplo, ocorreu uma associação de Zeus a Ahura Mazda). Mas um verdadeiro renascimento do zoroastrismo só começa durante a dinastia dos Partos Arsácidas no século III a.C.. Nesta fase foi compilado o Vendidad, uma parte do Avesta que recolhe textos relacionados com medicina e rituais de pureza.

No período da dinastia Sassânida (224 a.C. - 651 d.C.) o zoroastrismo foi completamente restaurado graças à intervenção de Kartir e de Tansar. O zoroastrismo tornou-se a religião mais comum entre as massas, sendo praticado numa vasta área que ia do Médio Oriente às portas da China. Nesta época assistiu-se à formação de uma verdadeira "Igreja" zoroastriana centrada na Pérsia, foram banidas da prática religiosa as imagens, criou-se o alfabeto avestano e novos textos passaram a integrar o Avesta, tais como o Bundahishn e o Denkard. Ao contrário do período Aqueménida, este período ficou marcado pela intolerância em relação a outras religiões, tendo sido promovidas perseguições aos judeus e cristãos. O clero zoroastriano detinha um grande poder e assegurava que cada novo monarca fosse zoroastriano; pesados tributos recaíam sobre a população como forma de sustentar a forma de vida do clero.

A chegada do Islão
Apesar da conversão da Pérsia ao Islão após a conquista dos árabes no século VII, o zoroastrismo sobreviveu em algumas comunidades persas, agrupadas nas cidades de Yazd e Kerman. Os muçulmanos consideraram os zoroastrianos como dhimmis, ou seja, praticantes do monoteísmo (à semelhança dos judeus e dos cristãos) e como tal foram sujeitos a pesados tributos cujo objectivo era estimular a conversão ao Islão.

No século X um grupo de zoroastrianos deixou a Pérsia e fixou-se na Índia, na região do Gujarate. Lá estabeleceram uma comunidade local que recebeu o nome de "Parsi" ("Persas" na língua gujarate) e que permanece naquele território até aos nossos dias. Esta comunidade zoroastriana foi influenciada pelos tradições locais e as suas particularidades levam a que se fale em Parsismo. Até 1477 os Parsis não mantiveram contacto com os zoroastrianos que permaneceram no Irão. Nesse ano restabeleceu-se o contacto sob a forma de troca de correspondência que durou até 1768.

No século XIX a conquista da Índia pelos britânicos levaria a um confronto entre os valores tradicionais dos parses e os valores religiosos e culturais do Ocidente. John Wilson, um missionário cristão da Escócia, atacou a religião dos Parses, alegando que o dualismo presente era contrário ao verdadeiro espírito monoteísta. Martin Haug, um filólogo alemão, que viveu e ensinou em Puna durante a década de 60 do século XIX, concluiu que apenas os Gathas eram as palavras originais do profeta Zaratustra. Estes acontecimentos propiciaram o início de um movimento de reforma religiosa, que dividiu a comunidade zoroastriana entre aqueles que pretendiam um regresso a concepções que entendem como mais puras e próximas da mensagem inicial, rejeitando o excessivo ritualismo, e os tradicionalistas.

Doutrinas e crenças

Os masdeístas não representam seus deuses em esculturas e não têm templos.

Deixou traços nas principais religiões mundiais como o judaísmo, cristianismo e islamismo através das seguintes crenças:

• Imortalidade da alma;
• Vinda de um Messias;
• Ressurreição dos mortos;
• Juízo final.

A doutrina de Zaratustra foi espalhada oralmente e suas reformas não podem ser entendidas fora de seu contexto social. O indivíduo pode receber recompensas divinas se lutar contra o mal em seu cotidiano, como pode também ser punido após a morte caso escolha o lado do mal. Os mortos são considerados impuros, então não são enterrados, pois consideram a terra, o fogo e a água sagrados, eles os deixam em torres para serem devorados por aves de rapina.

Textos religiosos

O principal texto religioso do zoroastrismo é o Avesta. Julga-se que a actual forma do Avesta corresponde a apenas uma parte de Avesta original, que teria sido destruído em resultado da invasão de Alexandre o Grande.

O Avesta divide-se em várias secções, das quais a principal é o Yasna ("Sacríficios"). O Yasna inclui os Gathas, hinos que se julga terem sido compostos pelo próprio Zaratustra. O Vispered é essencialmente um complemento do Yasna. O Vendidad é a secção que contém as regras de pureza da religião, podendo ser comparado ao Levítico da Bíblia. Os Yashts são hinos dedicados às divindades.

Para além do Avesta existem os textos em palavi, escritos na sua maior parte no século IX.

Escatologia individual

A escatologia individual do zoroastrismo afirma que três dias após a morte a alma chega à Ponte Cinvat. A alma de cada pessoa percepciona então a materialização dos seus actos (daena): uma alma que praticou boas acções vê uma bela virgem de quinze anos, enquanto que a alma de uma pessoa má vê uma megera.

Cada alma será julgada pelos deuses Mithra, Sraosha e Rashnu. As almas boas poderão atravessar a ponte, enquanto que as más serão lançadas para o inferno; as almas que praticaram uma quantidade idêntica de boas e más acções são enviadas para o Hamestagan, uma espécie de purgatório.

As almas elevam-se ao céu através de três etapas, as estrelas, a Lua e o Sol, que correspondem, respectivamente, aos bons pensamentos, boas palavras e boas acções. O destino final é o Anagra Raosha, o reino das luzes infinitas.

Sacerdócio


Existem três graus de sacerdócio no zoroastrismo contemporâneo. O sacerdócio tende a ser hereditário, embora não seja obrigatório que o filho de um sacerdote venha a seguir a profissão do pai.

Os sacerdotes de grau inferior recebem o nome de ervad, neste grau inicial é preciso conhecer de cor as escrituras do zoroastrismo, bem como a lei; desempenham apenas uma função de assistente nas cerimónias mais importantes da religião. Acima de si encontra-se o mobed[3] e por sua vez acima deste o dastur, que é responsável pela administração de um ou vários templos, por vezes comparado ao bispo do cristianismo.

Locais de culto

Templo de fogo na cidade iraniana de Yazd.

Os templos religiosos do zoroastrismo, onde se desenrolam as cerimónias e se celebram os festivais próprios da religião, são conhecidos como templos de fogo.

Estes edifícios possuem duas partes principais. A mais importante é a câmara onde se conserva o fogo sagrado, que arde numa pira metálica colocada sobre uma plataforma de pedra. Os sacerdotes zoroastrianos visitam o fogo cinco vezes por dia e procuram mantê-lo aceso, fazendo oferendas de sândalo purificado. Recitam também orações perante o fogo com a boca tapada por um tecido, de modo a não contaminarem o fogo. Este respeito pelo fogo sagrado levou a que os zoroastrianos fossem chamados de "adoradores de fogo", o que constitui um erro, na medida em que o fogo não é adorado em si, mas como um símbolo da sabedoria e luz divina de Ahura Mazda. Os templos de fogo mais importantes do Irão e da Índia mantêm uma chama de fogo sagrado a arder perpetuamente.

Rituais

Representação do Navjote
O zoroastrismo não determina que os membros devam realizar um número obrigatório de orações por dia. Os zoroastrianos podem decidir quando e onde desejam orar. A maioria dos zoroastrianos reza várias vezes por dia, invocando a grandeza de Ahura Mazda. As orações são feitas perante uma chama de fogo.

O Navjote (ou Sedreh-Pushi como é conhecido entre os zoroastrianos do Irão) é uma cerimónia de iniciação obrigatória destinada às crianças zoroastrianas que deve acontecer entre os sete e os quinze anos de idade. É importante que a criança já conheça as principais orações da religião.

Antes da cerimonia começar, a criança toma uma banho ritual de purificação (Naahn). Durante a cerimonia, conduzida pelo mobed e na qual estão presentes familiares e amigos, a criança recebe o sudreh (ou sedra, uma veste branca de algodão) e o kusti (um cordão feito de lã) que ata na sua cintura. A partir deste momento o zoroastriano deve usar sempre o sudreh e o kusti.

O casamento zoroastriano implica dois momentos distintos. No primeiro os noivos e os seus padrinhos assinam o contrato de casamento. Segue-se a cerimonia propriamente dita durante a qual as mulheres da família colocam sobre a cabeça dos noivos um lenço; simultaneamente dois cones de açúcar são esfregados um contra o outro. O lenço é então cosido, simbolizando a união do casal. As festas do casamento podem prolongar-se entre os três e os sete dias.

Práticas funerárias

Uma torre do silêncio em ruínas.

Os zoroastrianos acreditam que o corpo humano é puro e não algo que deva ser rejeitado. Quando uma pessoa morre o seu espírito deixa o corpo num prazo de três dias e o seu cadáver é impuro. Uma vez que a natureza é uma criação divina marcada pela pureza não se deve polui-la com um cadáver.

Na prática esta crença implicou que os cadáveres dos zoroastrianos não fossem enterrados, mas colocados ao ar livre para serem devorados por aves de rapina, em estruturas conhecidas como Torres do silêncio (dokhma)

Após a morte um cão é trazido perante o cadáver, num ritual que se repete cinco vezes por dia. No quarto onde se encontra o cadáver arde uma pira de fogo ou velas durante três dias. Durante este tempo os vivos evitam o consumo de carne.

Os participantes no funeral vestem-se todos de branco, procurando-se evitar o contacto directo com o defunto. O cadáver (sem roupa) é então depositado numa torre do silêncio. Depois das aves terem consumido a carne, os ossos são deixados ao sol durante algum tempo para secarem.

Por motivos vários (relacionados por exemplo com a diminuição da população de aves de rapina ou com a ilegalidade desta tradição em alguns países) esta prática tem sido abandonada zoroastrianos residentes em países ocidentais e até mesmo no Irão e Índia, optando-se pela cremação.

Festas
As comunidades zoroastrianas atuais regem-se por três calendários diferentes:

• o Fasli (usado pelos Zoroastrianos Iranianos e alguns Parses);

• o Shahanshahi (usado pela maioria dos Parses); e

• o Qadimi (este último o menos utilizado de todos).

O que significa que as festas religiosas podem ser celebradas em diferentes dias, nestes calendários cada mês e cada dia do mês recebe o nome de um Amesha Spenta ou de um Yazata. Os zoroastrianos celebram seis festivais ao longo do ano - os Gahambars - cujas origens se encontram nas diferentes actividades agrícolas dos antigos povos do planalto iraniano e nas estações do ano.

O Noruz é o Ano Novo Persa, celebrado no dia 21 de Março no calendário Fasli (os parses celebram o Noruz em meados de Agosto). Por volta deste dia os zoroastrianos colocam nas suas casas uma mesa com sete itens: um vaso com rebentos de lentilhas ou de trigo, um pudim, vinagre, maças, alho, pó de sumagre, frutos da árvore jujube; outros elementos que enfeitam a mesa são moedas, o Avesta, um espelho, flores e uma imagem de Zaratustra. O Noruz é celebrado com o uso de roupas novas, com o consumo de pratos especiais, com a troca de presentes e com a celebração de cerimónias religiosas. O fogo tem nele um significado especial. Seis dias depois do Noruz os zoroastrianos festejam o nascimento de Zaratustra.

O zoroastrismo hoje

A comunidade zoroastriana existente no mundo contemporâneo pode ser dividida em dois grandes grupos: os Parses e os zoroastrianos iranianos. Em 2004, o número de zoroastrianos no mundo foi estimado entre 145.000 e 210.000. O Censo indiano de 2001 contabilizou 69.601 zoroastrianos parsis.

Na Índia os Parses são reconhecidos pelas suas contribuições à sociedade no domínio econômico, educativo e caritativo. Muitos vivem em Mumbai (Bombaim) e têm tendência para praticar a endogamia, desencorajando o proselitismo religioso. Vêem a sua fé como étnica.

Em geral os zoroastrianos iranianos mostram-se mais abertos a aceitar conversões. Concentram-se nas cidades de Teerão, Yazd e Kerman. Falam uma variante da língua persa, o Dari (diferente do Dari falado no Afeganistão). Receberam o nome de gabars, termo inicialmente com conotações pejorativas (no sentido de "infiel"), mas que perdeu muito da sua carga negativa.

Uma diáspora zoroastriana pode ser encontrada em países como o Reino Unido, Canadá (6 mil pessoas), Estados Unidos (11 mil pessoas) e Austrália (2700 pessoas) e nos países do Golfo Pérsico (2200 pessoas).

A UNESCO declarou o ano de 2003 como ano de celebração dos 3000 anos da religião e cultura zoroastriana, numa iniciativa proposta pelo governo do Tadjiquistão.