terça-feira, 26 de maio de 2020

FORÇA DA MENTE: COMO SE CONTRAPOR AO VÍRUS



Para se contrapor a atuação destrutiva do vírus, precisamos exercitar a atividade mental através da fé em Deus. Esta atividade exerce uma grande influencia na magnetização dos neurônios.

Os neurônios atuam na consolidação dos blocos energéticos que constituem a base do pensamento criador expansionista.

Com a atividade mental objetivada, aumentamos o nosso potencial energético de integração, ampliando o nosso campo mental de atuação.

Pensar e orar de uma forma energética, atrai campos similares que se moldam e se fixam na mente da fonte emissora, sintonizada pelo meditante.

Essa sintonia liga os pontos próprios que são portadores dos conhecimentos inspiradores. As meditações propostas pelo ensinamento cristiciísta, possibilita a magnetização imediata na medida em que o pensamento vai produzindo correntes vibratórias energizadas, que se ligam durante o ato de pensar positivamente, atuando na realização de um objetivo pessoal ou coletivo.

Sustentar uma ideia, é o melhor caminho para consolidar a realização de um ato que nesse caso estabelece uma corrente vibratória que bloqueia a ação negativa do vírus.

Além de evitarmos aglomerações que propiciam o contato facilitando a entrada em nosso organismo, o aumento da condensação energética, através da meditação, constrói uma corrente vibratória que bloqueia e expulsa a ação virulenta.

Perseverar na meditação consciente dirigida ao campo de força divino, é mais uma forma de nos protegermos através da fé em Deus.

Pensar em Deus como um centro irradiador de força pura, cria um campo de condensação extremamente forte, com um conteúdo de força expansionista, capaz de mover e realimentar essas correntes vibratórias de um impulso mental, pessoal ou coletivo.

Precisamos acreditar que podemos construir, com a ajuda divina, o nosso próprio campo mental de condensação energética. Essa construção é de suma importância para manter o equilíbrio cósmico e consequentemente o nosso próprio equilíbrio psicobiofísico, ativando nossos canais responsáveis pela fluxorização dessas correntes vibratórias.

É necessário acreditarmos na concentração em Deus e em nós mesmos. Assim como nosso criador, somos geradores de força divina e como cocriadores, atuamos diretamente na formação de correntes vibratórias que nos protege contra ações energéticas negativas.

É importante soldarmos essas correntes vibratórias em torno de nós mesmos, por meio do pensamento, que é o elemento condutor e fixador dessas energias.

É importante através do ato meditativo atrairmos a força crística. Essa força tem como objetivo expandir sua ação por todas as criaturas. Nós como seres humanos dotados que somos, de inteligência e percepção, estamos perfeitamente aptos à compreender como o sistema crístico interage, nos colocando em condições de sentir e aplicar essa energia, não só em nós mesmos, mas também em nossos semelhantes.

Esta interação se dá pela identidade de propósitos. Para penetrarmos no campo magnético de natureza divina, é necessário estarmos em consonância com os preceitos básicos que atuam por identidade de campo. Esta identidade se qualifica pelo grau energético que emanamos da nossa aura espiritual. Quanto mais pura, mais eficiente.

Quanto mais pensamos de uma forma energética, mais geraremos em nós mesmos, uma corrente magnética de alto teor vibratório que comumente se reflete na palma das mãos, manifestando o nosso poder de cura.

Isto acontece porque as correntes vibratórias se ajustam, se consolidam, começando a atuar de uma forma e ação explicita definindo as formas e dando sustentação às imagens moldadas pela mente. A nossa mente pode moldar o quadro de cura e a corrente de autoproteção.

Quanto mais o pensamento divino espiritualista estiver alinhado ao amor e ao conhecimento superior, mais o universo cósmico poderá se manifestar em nosso interior, fazendo com que a nossa energia cresça e expanda aumentando o nosso potencial de cura, possibilitando nos contrapormos contra a ação negativa desse vírus ou de qualquer outro que venha nos atingir em qualquer fase do processo evolutivo em que estamos vivendo.

A força divina se expande e se torna efetivamente construtiva na medida em que os princípios ligados aos conhecimentos espiritualistas, fundamentados na evolução possam ser praticados por meio das meditações, estudo e avalição prática. O ensinamento cristiciísta mostra que nós não devemos somente nos preocupar com a nossa salvação pessoal depois de deixar uma vida física no planeta, recitando somente preces suplicantes enquanto encarnados.

Devemos também lutar por um mundo melhor, mais sustentável, respeitando a natureza e o planeta em que vivemos, colaborando com todos os seres viventes, para que a vida possa se manifestar.

O cristiciísmo aborda temas dentro de uma visão evolutiva, dando atualidade à ação espiritual humana, contribuindo para clarear o pensamento religioso ortodoxo, mostrando ao homem outras possibilidades de entender os mistérios que definem e dão sentido ao comportamento humano.

Os cristiciístas acreditam que juntos podemos construir alguma coisa, que tenha consistência e base para que as pessoas possam ser felizes, sem medo de nos posicionarmos sem imposições, vaidades filosóficas, teológicas e religiosas.

Trabalhamos para abrir um novo caminho, desfraldar uma nova bandeira, vislumbrar uma ação com amor e humildade. Deus sempre encorajou os seus filhos a lutarem contra a injustiça, miséria e fome.

O mundo está carente de produção de energia elevada capaz de aumentar o grau de integração do homem com o universo. As orações e meditações auxiliam no fortalecimento do campo energético individual, elevando as frequências vibratórias coletivas, incapacitando a ação energética que impulsiona a criação, mutação e disseminação do vírus aos elementos que estão vibrando em frequências mais altas. A frequência do vírus não conseguirá enxergar os que estão num grau superior.

Deus é pai do processo evolutivo e o processo evolutivo evolui as esferas do campo divino de vibração superior. Essa visão pode ajudar a mudar muita coisa, pois une a justiça divina e a manifestação cocriativa dentro desse mesmo processo, com o objetivo de nos aperfeiçoarmos para que possamos nos tornar aptos e participar ativamente do processo crístico de expansão.


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