quarta-feira, 13 de julho de 2016

ORDEM DE MELQUISEDEC - O JULGAMENTO



Quem julga os seres humanos?

Existem dois tipos de julgamento. O julgamento divino para quem acredita em Deus e o julgamento humano aonde a lei dos homens é aplicada.

Existe uma camada na sociedade mundial que não está nem um pouco interessada no julgamento divino. Não é a crença nesse julgamento que impedirá que determinada pessoa possa agir dessa ou daquela maneira. Para a grande maioria dos que transitam em altas esferas do poder público ou empresarial, o julgamento divino não tem a menor importância. Na realidade, nem gostam de ouvir falar em Deus quando estão negociando. Para eles, Deus incomoda, até porque acreditam que através do arrependimento possam conseguir o perdão zerando o seu grau de culpa segundo a religião que professa. À partir desse momento, Deus deixa de ser problema. O que passa a interessar é o crescimento pessoal em qualquer nível. É claro que existem muitas exceções. Muitos homens bem sucedidos ajudam entidades; pessoas a realizarem seus sonhos patrocinando seus projetos e pagam altos impostos e empregam milhares de pessoas.

Nas máximas das religiões está contido o perdão como uma ação sublimada do poder divino segundo a sua visão religiosa. Já que Deus não é problema, a prisão (a lei dos homens) começa a preocupar com suas punições. As leis humanas são variáveis. Cada país tem suas leis e julgam o procedimento de quem está fora da lei de maneira diferenciada. Existem países rígidos com crimes de homicídio, latrocínio, corrupção, etc., instituindo penas perpétuas ou até execução sumária. Outros países concedem amplo direito de defesa com recursos intermináveis, levando alguns crimes à prescrição, rendendo muitos recursos à advogados de defesa hábeis em lidar com as questões jurídicas.

Na realidade, se Deus não existe, então tudo é possível, desde que estes “falsos iluminados” não sejam encontrados. Estes seres, não estão preocupados se serão julgados depois da morte e nem que a família lhes conceda a missa de sétimo dia. O que lhes interessa é o tamanho dos seus bens amealhados à qualquer custo.
Por outro lado, se esses bens foram conquistados com trabalho árduo, enfrentando duras batalhas, evidentemente servirão de conforto para os que conseguiram com o seu esforço pessoal, deixar a sua prole muito bem aquinhoada e protegida. Quando falece, é homenageado  pela sua integridade, e com certeza, na conquista de seu patrimônio, não terá o astral inferior à incomodá-lo. Sua alma estará em paz e seu espírito será enriquecido com atos de bravura e bem energizado, até porque durante sua vida de sucesso material, pagou altos impostos e ajudou muita gente.

Quando um servo do astral inferior falece, em sã consciência sabe de seus crimes para conseguir o que queria e ainda pode confessar os seus pecados a Deus ou a um sacerdote postado na cabeceira de sua cama. Será que ele realmente será perdoado?

Para onde irá a sua alma?

O Cristiciísta crê que sua alma desencarna levando consigo o peso das energias negativas. A condensação dessas energias negativas impedirá que aja nessa alma a luminosidade suficiente para que as trevas preparadas pelas suas próprias opções de vida e escolhas, definirão o destino energético que escolheu, podendo ficar preso nas camadas densas retardando assim o seu processo evolutivo reencarnatório, até que o PAI lhes permita passar por novas provas.

Psicografado por Adilson T. de Godoy
Mentor: D.Adyan
Ordem Espiritual Crística
Filosofia Cósmica do Poder Divino Integralizado
www.cristiciismo.com.br

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