quarta-feira, 13 de julho de 2016

ORDEM DE MELQUISEDEC - O CRISTICIÍSMO E O ORIGINÍSMO



A doutrina dos três capítulos de Orígenes lançou dentro do cristianismo escolástico e clerical, até o ano de 552 D. C.  as bases da doutrina da reencarnação ensinada pelos padres neoplatonistas, dentro da igreja cristã, tendo com adeptos: Plotino, Clemente de Alexandria e outros. Era comum, na igreja antiga Cristã, o entendimento do ensinamento bíblico repassado por Jesus à seus discípulos como resposta a uma questão levantada por Nicodemos a um sacerdote judeu conhecido de Jesus, sobre a purificação e o renascimento.

Jesus ensinou à Nicodemos, que para entrar no reino de Deus era preciso renascer de novo. A igreja romana deu outra interpretação à essa assertiva, ligando-a à regeneração pela água do batismo, que é uma outra coisa. O batismo está ligado ao “Batismo de João nas águas do Rio Jordão” e tinha a atenção voltada ao arrependimento pelo pecador. Os teólogos cristãos ligaram o batismo de João ao arrependimento dos cristãos pelos pecados dos homens redimidos na cruz, pelo sofrimento de Jesus. Na posição do cristianismo escolástico e clerical, o sacrifício de Jesus na cruz é que salvou e salva de todos os pecados o ser humano, inclusive do pecado original.

A doutrina espírita quebrou esse vínculo interpretativo ensinando que o nascer de novo representa a volta do espírito ao processo físico de evolução espiritual na linha do pensamento Originista dentro da sua doutrina dos três capítulos.
Essa doutrina foi anematizada (tornada irregular), por uma decisão do Concílio de Constantinopla II, em 553 d.C., ilegalmente convocado fora das leis da igreja, na época, pelo Imperador Justiniano, que com esta atitude desvirtuou a fé Cristã, impossibilitando milhões de católicos de crerem na reencarnação.

Se um dia a CONGREGAÇÃO PELA DOUTRINA DA FÉ (a mais alta corte do Vaticano que define os caminhos da fé cristã) reexplicar e desanimatizar a DOUTRINA DOS TRÊS CAPÍTULOS, reconhecendo o erro cometido anteriormente pelo sínodo de bispos; o Cristianismo Escolástico e Clerical, colocará novamente “na trilha” esse capítulo propositadamente retirado por interesse político do imperador romano Justiniano.


Essa crença, se acrescentada à fé Cristã através da retificação e aceitação da doutrina de Orígenes, possibilitaria a atualização da teologia, pois existem milhões de católicos em todo o mundo, frequentando a igreja, comungando e confessando, com esta convicção em seus corações, embora para muitos, seja inconfessável.

Psicografado por Adilson T. de Godoy
Mentor: D.Adyan
Ordem Espiritual Crística
Filosofia Cósmica do Poder Divino Integralizado
www.cristiciismo.com.br

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